OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : inundação
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ATRAVESSANDO A PONTE


Estava indo para o que seria minha casa. Tinha acabado de chover. A enxurrada na sarjeta era grande. Atravessava a rua com dificuldades devido a enxurrada. Cheguei na cabeceira de uma ponte, onde a água já estava subindo. Havia uma escada para acessar a ponte. Carregava uma sacola de compras na mão. Quando fui subindo a escada, vi que estava terminando de subir esta escada, uma moça. Fui subindo com dificuldades, pois segurava a sacola. Quando chegava à ponte, vi que o Gonçalo vinha subindo a escada também. A tal moça parecia meio apavorada com a gente. Então comecei a conversar com o Gonçalo, para ela saber que a gente não estava nem ai para ela. Falei para o Gonçalo, visto que ele era vereador, para arrumar o acesso aquela ponte. A moça vendo que o Gonçalo era vereador começou a reclamar com ele das dificuldades de se passar naquela ponte. Deixei os dois conversando e fui embora.

sábado, 17 de abril de 2010

COM A TOYOTA NA ESTRADA INUNDADA


Estava com o Fabrício, meu chefe, indo trabalhar. A gente estava numa caminhonete destas grandes, da Toyota. Eu ia em pé, na carroceria, segurando na cabine. A gente ia por uma estrada de terra, que a gente já conhecia. esta estrada beirava sempre um ribeirão. Nisto chegou num ponto que esta estrada estava inundada. O Fabrício continuou dirigindo assim mesmo. Até que a água estava da altura das laterais da carroceria da caminhonete. Mas não entrava na carroceria. Nisto o Fabrício parou, pois a frente estava um local, onde a estrada descia um morro. Então imaginamos que a caminhonete afundaria ali. O Fabrício então fez uma manobra e voltou. Quando chegou num local da estrada que não tinha água. Ele parou a caminhonete rente uma cerca de arame. Desceu e disse que a gente ia a pé. Perguntei se era naquela estrada inundada. Ele disse que sim. O carro não passava, mas a gente podia ir nadando. Fomos indo pela estrada, sem tirar a roupa nem nada. Quando a água estava na altura do meu peito, sai nadando, seguindo aquela inundação. Olhei para os lados e vi que a inundação só acontecia na estrada mesmo. Na mata ao lado, não tinha água nenhuma. Fui nadando e pensando porque a gente não ia pelo mato, que era muito mais fácil.