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COM A TOYOTA NA ESTRADA INUNDADA


Estava com o Fabrício, meu chefe, indo trabalhar. A gente estava numa caminhonete destas grandes, da Toyota. Eu ia em pé, na carroceria, segurando na cabine. A gente ia por uma estrada de terra, que a gente já conhecia. esta estrada beirava sempre um ribeirão. Nisto chegou num ponto que esta estrada estava inundada. O Fabrício continuou dirigindo assim mesmo. Até que a água estava da altura das laterais da carroceria da caminhonete. Mas não entrava na carroceria. Nisto o Fabrício parou, pois a frente estava um local, onde a estrada descia um morro. Então imaginamos que a caminhonete afundaria ali. O Fabrício então fez uma manobra e voltou. Quando chegou num local da estrada que não tinha água. Ele parou a caminhonete rente uma cerca de arame. Desceu e disse que a gente ia a pé. Perguntei se era naquela estrada inundada. Ele disse que sim. O carro não passava, mas a gente podia ir nadando. Fomos indo pela estrada, sem tirar a roupa nem nada. Quando a água estava na altura do meu peito, sai nadando, seguindo aquela inundação. Olhei para os lados e vi que a inundação só acontecia na estrada mesmo. Na mata ao lado, não tinha água nenhuma. Fui nadando e pensando porque a gente não ia pelo mato, que era muito mais fácil.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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