OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : jeep
Mostrando postagens com marcador jeep. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jeep. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de abril de 2019

Os novos SUVs que estão chegando - A “SUVmania” inspira a evolução da espécie, que já ganhou forma de cupê, versões superluxuosas e até hiperesportivos. Vem ver comigo:




A “SUVmania” inspira a evolução da espécie, que já ganhou forma de cupê, versões superluxuosas e até hiperesportivos. Vem ver comigo:
SUVs e crossovers somados já representam 36% das vendas globais. Uma febre que domina todos os segmentos e estimula novidades para todos os bolsos e necessidades. E não vai parar de crescer tão cedo. É um fenômeno global, no qual o Brasil entrou forte – e foi pioneiro em muitos pontos. Novos modelos compactos e médios atrapalham o desempenho de peruas, hatches e sedãs. A “SUVmania” inspira a evolução da espécie, que já ganhou forma de cupê, versões superluxuosas e até características de hiperesportivos 

BMW X6 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
Entre os SUVs da BMW, o X6 é o último do atual ciclo de renovação. Mas chegou a hora de o X6 evoluir. Em poucos meses chega a terceira geração, que terá recursos apresentados no novo X5, do qual empresta a plataforma Clar que substitui a atual. Vantagem na economia de escala e na eficiência energética, pois será mais leve. Embora a plataforma mude, no visual haverá mais uma evolução do que uma revolução. Espera-se uma boa quantidade de dispositivos de alta tecnologia, bem como motores a gasolina e a diesel de 6 cilindros e 3 litros com até 400 cv nas versões normais. 

Haverá também um V8 biturbo com o logo M. A plataforma Clar tem flexibilidade para acomodar sistemas alternativos de propulsão. Se uma versão híbrida plug-in é quase certa, é difícil dizer se veremos um X6 elétrico no futuro. No design, o novo SUV-cupê se diferenciará do antigo com uma nova dianteira e uma maior inclinação do teto em direção à traseira – inspirado pelo irmão menor X4. A cabine deverá seguir os novos conceitos estilísticos do Z4 e do Série 3. Vendas: segundo semestre na Europa, começo de 2020 no Brasil. 

AUDI Q4 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
SUV, compacto e com um toque de cupê: mais um sucesso de vendas que se anuncia. Falamos do novo Audi Q4, que será fabricado na Hungria – em Györ, ao lado do Q3, de quem herdará a base construtiva MQB, os motores e as tecnologias. Ou seja: deve ser feito também em São José dos Pinhais, Paraná, junto com o Q3 nacional. Comprimento em torno de 4,5 m e entre-eixos de cerca de 2,68 m. O nome definitivo pode trazer surpresas – e não ter nada de Q4 (talvez Q3 Sportback) Vendas: junho na Europa, dezembro no Brasil. 
KIA “C-SUV” 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
Na Europa, entre os 4,14 m do Stonic e os 4,50 do Sportage há um vazio na linha de Kia (no Brasil, pior: por enquanto só temos o Sportage). O Niro, com 4,36 m, é modelo de nicho, ligado à propulsões alternativas. Então a marca lançará um novo C-SUV (aqui SUV médio) coreano, com motores tradicionais e mecânica da família Ceed (nunca vendida no Brasil). O crossover deve ser importado para brigar com Hyundai Tucson, Peugeot 3008 e cia. Terá motores turbo a gasolina 1.0 e 1.4 de 120 e 140 cv e – na Europa – um turbodiesel 1.6 de 115 ou 136 cv. As transmissões serão manual de seis velocidades ou dupla embreagem de sete. 
FORD ECOSPORT 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
O novo Ford “B-SUV” (utilitário-esportivo do segmento B, aqui SUV compacto) não terá nada em comum com o “nosso” EcoSport, exceto alguns motores, pois nascerá do Fiesta europeu, também diferente do nosso. Então os europeus dão adeus ao carro global (o nosso), com acabamento fraco para seu gosto, e ganham um projetado para eles. 


As medidas devem crescer um pouco e o design será totalmente diferente, inspirado nos irmãos Kuga e Edge. Terá sistemas de assistência Co-Pilot 360. Não deve ser vendido no Brasil, mas deve inspirar a próxima geração daqui. Apresentação: fim do ano. (Nota da redação: após a publicação original desta matéria, a Ford revelou a primeira imagem oficial do Puma) 
JEEP RENEGADE PLUG-IN 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
Serão as versões normais do Jeep, e não Trailhawk, que receberão o sistema híbrido (para uso mais urbano). A confidencialidade dos dados técnicos (potência, autonomia de emissão zero) permanece total. Sabemos apenas que o carro chega no final do ano e será vendido já em 2020. Um interessante produto para a marca colocar à venda também no Brasil. 
PORSCHE CAYENNE COUPÉ 
© Fornecido por Três Editorial Ltda 
Sem ofensa, quase um 911 “aventureiro”. Teto inclinado e perfil sinuoso são a base estilística do Cayenne Coupé. O aerofólio traseiro retrátil acentuará a esportividade. A espinha dorsal é a plataforma MSB, com suspensão dianteira duplo A e traseira multilink. Na mecânica, tração integral, eixo traseiro esterçante, suspensão pneumática e barras estabilizadoras ativas. 


Na cabine, instrumentação com duas telas de 7” divididas pelo conta-giros analógico. O elemento central é a tela de 12,3” do sistema de infotainment (conectado à web). Entre os motores, dois V6: o 3.0 turbo de 340 cv e o 2.9 biturbo de 441. O mais potente será um 4.0 V8 biturbo com 549 cv e 78,5 kgfm: 0-100 km/h em menos de quatro segundos e máxima de cerca de 290 km/h. O E-Hybrid combinará um 3.0 V6 a gasolina a um motor elétrico: serão 462 cv e 71,4 kgfm, com emissão zero por 44 km a até 135 km/h
Fonte: msn.com

terça-feira, 5 de março de 2019

Jeep Compass - O preferido dos brasileiros - Agora tudo é SUV ou tenta ser. Mas qual a fórmula desse sucesso? A resposta tem nome e sobrenome: Jeep Compass. Vem ver comigo




Agora tudo é SUV ou tenta ser. Mas qual a fórmula desse sucesso? A resposta tem nome e sobrenome: Jeep Compass. Vem ver comigo
Agradar ao brasileiro é algo complicado, especialmente quando se trata de carros. O nosso mercado possui diversos modelos que tentam acertar a preferência nacional, mas hora ou outra esbarram em alguma especificidade tupiniquim. Houve tempos em que todos os carros obrigatoriamente deveriam contar com duas portas, ou eram condenados ao fracasso. A moda da cor prata também já se foi, assim como a histeria pelos aventureiros. Mas quem manda agora no mercado? Os SUVs?


Encantando os brasileiros com sua posição alta de dirigir, a teórica maior robustez para enfrentar nosso asfalto mais furado que queijo suíço e a capacidade off-road que vai um pouco além do hatch altinho do seu vizinho, os utilitários esportivos entraram na mente da nação como Chevrolet Monza e Fiat Tipo fizeram em seus lançamentos. Agora tudo é SUV ou tenta ser, ou ainda tem uma pequena inspiração neles. Mas qual a fórmula desse sucesso? A resposta tem nome e sobrenome: Jeep Compass. 

Rei dos SUVs 
Aspecto bastante corriqueiro no Brasil é que modelos compactos dominem as vendas em todas as categorias que participam, quer seja pelo estilo mais europeu que temos ao comprar um carro, quer seja pelo preço mais barato desses. Só que o Compass é um SUV médio, nadando totalmente contra a correnteza como Tipo e Monza fizeram no passado. Depois da chegada do Ford EcoSport no começo dos anos 2000, os SUVs compactos dominaram o ranking dos utilitários mais vendidos. Isso até o médio da Jeep chegar. 


A estratégia da marca com o Compass foi apostar em um porte e preço intermediário entre os SUVs compactos e os médios que estavam rodando por aí até então. Ele abrange uma faixa que vai dos compactos cheios de equipamentos como o Honda HR-V Touring até beliscar em SUVs de luxo como Audi Q3. Começa em R$ 113.990 na versão Sport e vai até R$ 176.990 pelo Trailhawk. Mas o custo-benefício mais atraente e, por consequência, a versão mais vendida é a Longitude Flex avaliada que custa R$ 127.990 (R$ 131.190 no modelo avaliado com o Pack Premium). 

Além disso, a lista de itens de série é generosa em todas as versões. A Longitude conta com airbags duplos, ar-condicionado digital de duas zonas, partida sem chave, controle de tração e estabilidade, bancos revestidos de couro (com opção de cor preta ou branca), luzes diurnas de LED, rodas de liga leve de 18 polegadas, piloto automático, luz diurna alógena, sistema start-stop (que não estava funcionando na unidade avaliada), sistema de som com 6 alto-falantes e central multimídia uConnect com tela de 8,4 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto. 


Essa combinação fez com que o Compass tenha tamanho ideal para a cidade e também para as viagens. Com 4,41 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,63 m de altura ele é compacto suficiente para não entalar nas vagas do estacionamento do shopping como alguns rivais. Ao mesmo tempo, seu porta-malas de 410 litros e o entre-eixos de 2,63 garantem espaço para pessoas e cargas, permitindo uma viagem mais confortável que nos SUVs compactos. 

Outro ponto bastante valorizado pelo brasileiro é o acabamento interno, e é ali um ponto de destaque do Compass. Toda superfície da porta é emborrachada, assim como uma generosa parte do painel. Parecer mais caro do que de fato é e mais sofisticado é um tipo de atrativo tão apreciado no nosso mercado. Não à toa, o nosso Compass é o único do mundo que conta com lanternas traseiras de LED e faróis com assinatura de LED como item de série para todas as versões. 

SUV de shopping, SUV de lama 
Apesar de contar apenas com tração dianteira nas versões flex, o Compass é verdadeiramente robusto para encarar um off-road leve, ainda que não tanto quanto o Renegade. A suspensão é bastante macia na cidade e estrada, encarando a buraqueira com tranquilidade. Ao mesmo tempo, ela se dá bem com asfalto e altas velocidades, evitando uma inclinação excessiva em curvas com um pouco mais de velocidade. Se o motorista abusar demais, a traseira pode quicar, mas nada grave. 


Leve, a direção elétrica contribui para esse conforto, sendo mais bem acertada que em seus irmãos de plataforma Jeep Renegade e Fiat Toro. Nessa tocada, a transmissão automática de seis marchas entra como outro fator de suavidade e tranquilidade na vida do Compass. As trocas são praticamente imperceptíveis e relativamente rápidas no anda e para da cidade. O problema está nas retomadas, onde ela parece pensar por alguns segundos o que fazer, antes de descer de uma a duas marchas. Em uma ultrapassagem perigosa, lá se vão alguns segundos importantes. 

O 2.0 quatro cilindros Tigershark de 166 cv e 20,5 kgfm de torque da conta do recado no Compass. Ele parece justo para o SUV, entregando rendimento na estrada e na cidade de maneira equilibrada. Não falta potência, mas ele também não será capaz de encher seus olhos e te grudar no banco com os rivais turbinados. O consumo não é lá essas coisas também: registrando 6,1 km/l com etanol e 8,8 km/l com gasolina na cidade, enquanto na estrada as marcas ficam em 7,5 km/l com etanol e 10,8 km/l com gasolina. O motor 1.3 Firefly turbo de 180 cv que já está no Renegade europeu cairia como uma luva aqui para o Compass no Brasil. 


Conclusão 
O Jeep Compass no Brasil foi um ponto certeiro da FCA. A marca atingiu um nicho de mercado intermediário entre os SUVs compactos super recheados e os SUVs médios grandes demais para serem de fato médios. Trouxe para a briga um modelo robusto de verdade, confortável e bonito. Faltam ainda algumas pequenas mudanças e alterações, especialmente na motorização e transmissão, mas ele foi tão bem acertado para essa crescente demanda pelos SUVs e evoluído em relação à geração anterior, que ninguém lembra mais do desastre que foi o primeiro Compass. Bom trabalho, Jeep.

Fonte: msn.com

Você também pode gostar:


domingo, 7 de agosto de 2011

A MELHOR PALAVRA / SIM NÓS PODEMOS


Estava na rua da casa da minha mãe. Estava anoitecendo. Minha mãe estava comigo. Havia um carro, tipo jipe, sem capota. Havia duas pessoas neste carro, uma delas na direção. Sai dali com minha mãe, em direção ao centro, sendo que depois da linha, na Avenida Antonio Olimpio de Morais, não era rua, e sim um cômodo grande onde estava acontecendo uma manifestação. Eu teria que ir lá, libertar as pessoas que iriam para meu aniversário, e eram mantidas pelos manifestantes. Depois de andar um pouco, lembrei que não tinha pegado meu boné, que estava no jipe. Parei e disse a minha mãe, que voltaria para pegar o boné, pois não iria lá sem ele. Olhei para trás e vi que o jipe já estava indo embora. Então desiste e fui para o centro. Chegando neste cômodo, vi a sala onde as pessoas estavam sendo mantidas. Não queria que meus convidados me vissem sem o boné. Fiquei afastado, entrei noutra sala ao lado e disse para minha mãe atrair os manifestantes para onde eu estava. Nisto entrou onde eu estava uma mulher de uns 20 anos aproximadamente. Com uma trena, bati na cabeça dela, bem devagarzinho, quatro vezes. Mas ela não se importou. Então eu disse a ela, que quando se batia quatro vezes seguidas, a pessoas deveria desmaiar. Ela então caiu no chão, fingindo estar desmaiada. Fiz isto com outras três que entraram ali. Elas caíram no chão e ficaram quietas. Depois sai dali para tentar pegar outras pessoas. Mas fazia de tudo para não entrar na sala onde estavam meus convidados, para que não me vissem sem o boné. A medida que algum manifestante saia da sala, eu batia quatro vezes na cabeça deles, com a trena, e dizia que eles teriam que desmaiar. Todos os manifestantes eram mulheres. Quando terminei, sai correndo em direção onde o jipe estava para pegar meu boné.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

USANDO A COBRA COMO CONTROLE REMOTO

Estava numa cidade e era noite. Eu então bati os braços, como se fossem asas, e sai voando. Quanto mais eu batia, mais alto eu ia. Eu voei por cima de alguns prédios e vi algumas pessoas lá em baixo. Então fui batendo os braços mais devagar e fui descendo. Nisto cheguei ao alto de um prédio, que devia ter uns 10 metros. Então pensei que era só pular, bater os braços, eu não cairia. Então me atirei de lá de cima e fui batendo os braços e fui descendo bem devagar. Algumas pessoas estavam ali andando, mas nenhuma se importou de me ver voando. Depois de andar um pouco, bati os braços novamente e sai voando de novo, e fui embora.
Encontrei uma cobra que deveria ter uns 10 metros. Eu peguei o rabo da cobra e com ela, como se fosse um controle remoto, fui guiando um carrinho de brinquedo. A cobra ficava toda esticada e o carrinho ia à sua frente. Teve um momento que a cobra quis se enrolar numa árvore. Eu ficava tentando puxá-la, mas ela não vinha. O Carrinho estava parado. Quando consegui puxá-la da árvore, continuei guiando o carrinho. Ai a cobra tentou novamente ir para um matagal. Eu então a soltei e deixei-a ir embora. Fui até o carrinho e vi que era um jipe em miniatura.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------