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DIRIGINDO DENTRO DA VALA, PEGANDO O HELICÓPTERO

Eu estava num restaurante a beira de uma estrada. Eu estava dentro do restaurante, sentado numa mesa, usando um short jeans e uma camiseta. Não havia ninguém lá dentro. Lá fora havia três mesas com um homem sentado em cada mesa. Eu então fui saindo do restaurante, me escondendo atrás de algumas árvores que tinha ali, para que aquelas pessoas não me vissem. Fui ate uma vala que tinha uns 50 centímetros de fundura, por 3 metros de largura e uns 10 metros de comprimento. O carro em que eu estava, o Gueds tinha estacionado ali. Achei que não poderia pegar o carro, porque o Gueds tinha fechado ele. Depois vi que a janela estava aberta. Abri o carro e sentei no lado do carona. Vi que a chave estava na ignição. Liguei o carro. Sai dirigindo ele dentro da vala, estando do lado do carona. Quando chegou no final da vala, o carro não subiu o pequeno barranco e bateu de frente. Nisto chegou um homem e disse que era preciso que o Gueds esteja ali para que o carro saísse.
Nisto veio um helicóptero e me levou. Saímos voando, eu e mais uma outra pessoa que não lembro quem era. O helicóptero passava por entre vários fios de alta tensão que cruzavam o céu. Não sei de onde vinham nem para onde iam. Ele fez isto três vezes. Na terceira vez, passando por entre os fios, eu fiquei imaginando se o piloto errasse e batesse nos fios. Ai iria morrer todos. Nisto o helicóptero me deixou no quintal da casa da dona Judit. Lá estavam o grilo e o Israel. Eu disse a eles que não ia mais de helicóptero porque podia cair. Nisto o grilo pegou uma fralda descartável e disse que era a única coisa que o Israel comprava. Então eu disse ao Israel, que nada melhor que ser solteiríssimo, porque não precisava gastar dinheiro. Na cozinha da dona Judit, estava à cama onde o Israel dormia.

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