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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
CRIANÇA MINIATURA
Estava num local onde havia várias pessoas. Havia uma criança que deveria ter um ano de idade, que ficava andando,usando somente uma fralda descartável. Ela ria muito e ficava por entre as pessoas. Nisto cheguei num cômodo, onde havia várias pessoas, entre homens e mulheres. E havia uma porta que dava para outro cômodo. Dentro deste outro cômodo uma mulher gritava muito. Fiquei pensando porque aquelas pessoas não faziam nada e ficavam rindo. Imaginei que a mulher podia estar sendo agredida por alguém. Nisto foi jogando de dentro deste cômodo, e caiu na mão de uma mulher que também ria muito, uma criança. Só que esta criança era menor que a palma da mão. Era negra. A tal mulher que pegou ficou beijando a criança e fazendo carinho nela. Imaginei que aquilo fosse apenas um boneco, porque não existia criança em miniatura. Mas ai a tal criança começou a chorar. A mulher então foi dar de mamar para a criança miniatura.
terça-feira, 21 de julho de 2009
TROCANDO A FRALDA DA CRIANÇA
Estava numa casa onde havia uma criança de colo. Alguém me chamou e pediu para que eu trocasse a fralda daquela criança. Levei a criança até uma cômoda e fui trocar a fralda. Mas enquanto eu trocava, a criança continuava enchendo a fralda, só que não tinha fralda, eu a tinha tirado para trocar. Fui sujeira pra todo lado. Até que peguei uma fralda nova e coloquei na criança. A cômoda ficou uma “lástima”. (espero que seja verdade o que os antigos diziam: Sonhar com “B” é sinal que vamos ganhar muito dinheiro.
sábado, 12 de janeiro de 2008
DIRIGINDO DENTRO DA VALA, PEGANDO O HELICÓPTERO
Eu estava num restaurante a beira de uma estrada. Eu estava dentro do restaurante, sentado numa mesa, usando um short jeans e uma camiseta. Não havia ninguém lá dentro. Lá fora havia três mesas com um homem sentado em cada mesa. Eu então fui saindo do restaurante, me escondendo atrás de algumas árvores que tinha ali, para que aquelas pessoas não me vissem. Fui ate uma vala que tinha uns 50 centímetros de fundura, por 3 metros de largura e uns 10 metros de comprimento. O carro em que eu estava, o Gueds tinha estacionado ali. Achei que não poderia pegar o carro, porque o Gueds tinha fechado ele. Depois vi que a janela estava aberta. Abri o carro e sentei no lado do carona. Vi que a chave estava na ignição. Liguei o carro. Sai dirigindo ele dentro da vala, estando do lado do carona. Quando chegou no final da vala, o carro não subiu o pequeno barranco e bateu de frente. Nisto chegou um homem e disse que era preciso que o Gueds esteja ali para que o carro saísse.
Nisto veio um helicóptero e me levou. Saímos voando, eu e mais uma outra pessoa que não lembro quem era. O helicóptero passava por entre vários fios de alta tensão que cruzavam o céu. Não sei de onde vinham nem para onde iam. Ele fez isto três vezes. Na terceira vez, passando por entre os fios, eu fiquei imaginando se o piloto errasse e batesse nos fios. Ai iria morrer todos. Nisto o helicóptero me deixou no quintal da casa da dona Judit. Lá estavam o grilo e o Israel. Eu disse a eles que não ia mais de helicóptero porque podia cair. Nisto o grilo pegou uma fralda descartável e disse que era a única coisa que o Israel comprava. Então eu disse ao Israel, que nada melhor que ser solteiríssimo, porque não precisava gastar dinheiro. Na cozinha da dona Judit, estava à cama onde o Israel dormia.
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