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A GALINHA, OS PINTINHOS E A ÁRVORE

Estava numa empresa, juntamente com o Fabricio. Eu iria fazer a medição da qualidade do ar. O equipamento já estava montado ali. Eu andava de um lado a outro, olhando a empresa que na verdade era um forno de Cubilot. O Fabrício fazia algumas anotações em uma folha que tinha numa prancheta. Fui até o equipamento, para colocar novos filtros, para continuar a medição. Nisto vi em cima de uma pequena parede, em volta do forno Cubilot, vários filtros de medição. Todos tinham marca d’água da empresa que teria feito a medição anteriormente. Fiquei tentando entender porque eles teriam largados aqueles filtros ali. Nisto uma pessoa me chamou e disse que os filtros que o Fabricio havia colocado, não estavam captando nenhuma sujeira. E me chamou para ir ver. Desci uma escada, para ir ver o do que ele falava. Ele foi indo e eu o seguindo. Ele saiu da empresa e entrou num terreno onde havia um grande gramado e uma árvore no meio deste gramado. Quando se aproximou da árvore, ele sumiu e vi apenas um passarinho. Ao chegar à árvore, uma galinha que chocava os ovos ali, saiu correndo. Este passarinho então começou a comer as cascas dos ovos que já havia nascidos os pintinhos e depois começou a bicar nos que ainda não tinha nascido. Eu disse para ele parar, pois poderia matar os pintinhos. O passarinho me respondeu dizendo que já estava na hora deles nasceram. Ele foi bicando e os pintinhos foram nascendo com o passarinho quebrando as cascas.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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