Estava numa empresa, juntamente com o Fabricio. Eu iria fazer a medição da qualidade do ar. O equipamento já estava montado ali. Eu andava de um lado a outro, olhando a empresa que na verdade era um forno de Cubilot. O Fabrício fazia algumas anotações em uma folha que tinha numa prancheta. Fui até o equipamento, para colocar novos filtros, para continuar a medição. Nisto vi em cima de uma pequena parede, em volta do forno Cubilot, vários filtros de medição. Todos tinham marca d’água da empresa que teria feito a medição anteriormente. Fiquei tentando entender porque eles teriam largados aqueles filtros ali. Nisto uma pessoa me chamou e disse que os filtros que o Fabricio havia colocado, não estavam captando nenhuma sujeira. E me chamou para ir ver. Desci uma escada, para ir ver o do que ele falava. Ele foi indo e eu o seguindo. Ele saiu da empresa e entrou num terreno onde havia um grande gramado e uma árvore no meio deste gramado. Quando se aproximou da árvore, ele sumiu e vi apenas um passarinho. Ao chegar à árvore, uma galinha que chocava os ovos ali, saiu correndo. Este passarinho então começou a comer as cascas dos ovos que já havia nascidos os pintinhos e depois começou a bicar nos que ainda não tinha nascido. Eu disse para ele parar, pois poderia matar os pintinhos. O passarinho me respondeu dizendo que já estava na hora deles nasceram. Ele foi bicando e os pintinhos foram nascendo com o passarinho quebrando as cascas.
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sábado, 23 de abril de 2011
sábado, 18 de abril de 2009
MEDINDO A QUALIDADE DO AR
Estava num local, que não sei bem onde era. Estava fazendo uma medição da qualidade do Ar. O Gueds me ajudava. Havia uma chaminé, de um forno de siderurgia. Só que esta chaminé era bem pequena e tinha uns 50 centímetros de altura. Eu coloquei o filtro, na ponta desta chaminé, para ele absolver a poluição. O Gueds ficou tirando o líquido poluente de outro local. Quando o filtro estava muito sujo, eu o tirei da chaminé e bati-o no chão, para retirar uma casca que havia formado sobre ele. O Gueds veio com o líquido que havia pegado. Este líquido era vermelho. Eu coloquei o filtro dentro deste líquido e o liquido ficou vermelho muito escuro. Então eu disse ao Gueds que daria um resultado muito alto.
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domingo, 25 de novembro de 2007
EMBRULHANDO O FILTRO DE ISOCINÉTICA NO PAPEL CREPON
Eu tinha sido chamado pelo Henrique, para trabalhar com ele novamente. Então fomos eu, ele e mais 4 funcionários, para uma empresa, cujo terreno era bem grande, mas o galpão era bem pequeno e escuro. Eu vim conversado com o Henrique, mas não lembro o assunto, Quando cheguei no galpão e fui entrar, um dos funcionários do Henrique tinha brigado com outro. Um estava saindo xingando e o outro estava chorando dentro do galpão. O que saiu começou a chorar também. Nisto eu subi num local, onde o Henrique estava. Ele me deu um filtro para eu olhar. Eu desembrulhei o filtro, olhei e depois não conseguia embrulhá-lo de jeito nenhum. Ele estava num papel alumínio. Eu tentava e não conseguia e estava com receio de Henrique achar ruim. Nisto o Henrique viu, mandou que eu pegasse um pedaço da cortina que tinha ali, e era feita de papel crepom, para embrulhar o filtro. Eu rasguei a cortina e embrulhei o filtro. Nisto o Ziquinho, filho do Henrique estava ali brincando, dentro deste galpão. O Israel e os outros funcionários ficaram lá em baixo conversado e rindo.
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