ESTAVA
DEBAIXO DE UMA COBERTA PERTO DA PORTA DE ENTRADA PARA A COZINHA. ERA NOITE. A
LUZ DA COBERTA ESTAVA ACESSA. HAVIA UMA MULHER AO MEU LADO ESCREVENDO ALGO EM
UM CADERNO. NISTO ENTROU VOANDO NESTA COBERTA UMA MANGABA. ELA VOAVA EM VOLTA
DA LUZ E DEPOIS PASSAVA RENTE A MIM E A MULHER NÃO SE IMPORTAVA. EU TEMIA QUE
ELE PUDESSE ME PICAR, POIS A PICADA DE MANGABA EH MUITO DOLOROSA E PERIGOSA
PARA A SAÚDE. EM UM MOMENTO ESTA MANGABA VOOU ATÉ O CAIBRO QUE SEGURA ÀS TELHAS
DA COBERTA E AO FAZER ISTO, SAÍRAM DALI VÁRIOS MARIMBONDOS MUITO GRANDES. DO
TAMANHO DE UM PARDAL. SÓ QUE ELES SAIAM E CAIAM NO CHÃO. ENTENDI QUE O ATAQUE DA
MANGABA ESTAVA FAZENDO ISTO. NISTO ESTA MULHER QUE ESTAVA AO MEU LADO ABRIU A
PORTA PARA ENTRAR NA COZINHA. GRITEI PARA ELA NÃO FAZER ISTO, POIS A MANGABA
PODERIA ENTRAR EM CASA. MAS ELA ABRIU ASSIM MESMO E DISSE QUE NÃO TINHA
PROBLEMA ALGUM SE ELA ENTRASSE. VENDO A MANGABA VOANDO EM VOLTA DA LUZ, ENTREI
TAMBÉM RAPIDAMENTE NA COZINHA E FECHEI A PORTA.
Mostrando postagens com marcador cozinha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cozinha. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
A MANGABA VOANDO NA LUZ
Marcadores:
2014,
brazil,
coberta,
cozinha,
escrevendo,
escritor,
inseto voando,
mangaba,
marimbondo,
pardal,
porta da cozinha,
sonhador,
SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
County Road 756, Wynne, AR 72396, EUA
sábado, 3 de julho de 2010
O BANHEIRO SEM PORTA

Estava em uma casa, que não sei qual era. Estava dormindo em uma cama que estava na cozinha. Acordei com duas mulheres conversando na cozinha e uma criança pulando na cama onde eu dormia. Depois que acordei, a criança saiu. Fui levantar e vi que eu estava dormindo pelado. Então decidi ir ao banheiro colocar uma roupa. O Banheiro ficava do lado de fora da casa. Entrei no banheiro, mas a porta era feita de réguas e bem separadas uma das outras. Qualquer um veria tudo ali dentro. Mas fui trocar de roupa assim mesmo. Coloquei uma calça jeans. Quando sai do banheiro, vi duas crianças brincando com o que seria a “sonda”. Esta “sonda” é um aparelho que uso para medir a qualidade do ar. Quando peguei a “sonda” com as crianças, vi que eles tinham quebrado a ponta dela. Comecei a reclamar pelo foto de estar à sonda quebrada. Mas a crianças continuaram brincando e não estavam nem ai para o que eu falava. Sai dali, levando a sonda, para tentar consertá-la.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
ATAQUE DE ISENTOS INTERPLANETÁRIOS
Estava num local, onde havia uma cozinha bem pequena com uma porta de saída. Havia uma sala e outro cômodo. Estava na sala, quando vi duas moscas, daquelas verdes cromadas, voando ali. Peguei um chinelo e fui tentar acertá-las. Quando cheguei à cozinha, elas passaram por baixo da porta. Mas vi outro bicho voando, que não sei qual era. Era preto. Sai tentando acertá-lo com o chinelo. Ele foi para o tal cômodo. Lá vi vários deles. Sai correndo gritando que estava sendo atacado por bichos de outro planeta.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
ESCORREGANDO DE BUNDA
Estava num local, que parecia uma cozinha, mas não tinha nenhum móvel lá.
Havia várias caixinhas de ovos, e cada uma tinha quatro ovos. Eu peguei uma destas caixinhas e saí dali. Cheguei num local, peguei uma vasilha e quebrei os quatro ovos lá dentro. Depois fui para outro local. Daí, eu percebi que um ovo ficou boiando nos demais. Eu olhei e vi que ele estava podre. Então eu fui voltando para o local onde tinha pagado os quatro ovos, para pegar outro. No caminho eu fiquei pensando que não tinha pagado os quatro primeiros ovos que tinha pegado. Então eu não podia pegar mais. Daí, eu fiquei pensando que eu pagaria depois, porque não tinha ninguém lá para receber. Fui para um local, que parecia um terreno sem construção nenhuma. Eu estava no alto de um pequeno morro e havia duas pessoas comigo. Estas duas pessoas desceram este morro, por um caminho que era bem difícil de descer, porque era quase um paredão. Eu então procurei outro local para descer. Fui caminhando ate que achei um aceso mais fácil e fui descendo por ele. Mesmo sendo mais fácil, eu escorreguei, cai e fui descendo escorregando de bunda. Cai num local bem grande, parecendo uma cozinha muito grande. Tinha uma mesa bem grande e sentada à mesa, havia várias mulheres. Elas falavam do trabalho voluntário que faziam para arrecadar dinheiro para os pobres. Elas vendiam rapadura. Elas estavam comendo alguma coisa. Eu fiquei pensando que elas nem me ofereceram algo para comer. Depois imaginei que deveria ser o jeito delas, de não oferecer nada a ninguém. Nisto veio a Nathalia e deu um cutucão nas minhas costas. Eu levei um susto e fiquei com as costas doendo. A Nathalia ficou rindo.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
PRODUZINDO CRIANÇAS NO MICROONDAS
Estava num local meio escuro, parecia uma cozinha. Havia uma bancada em cima desta tinha um forno de microondas. Eu abri a porta do forno de microondas e uma criança bem pequena saiu lá de dentro. Lá dentro também tinha um cachorro que pegou a criança, assim como as cadelas fazem com seus filhotinhos. E a porta fechou novamente. Eu abri a porta de novo e a criança saiu mais uma vez. O cachorro a pegou de novo. Eu fiz isto umas quatro vezes. Eu imaginei que a criança que estava dentro do forno de microondas queria sair e o cachorro não queria deixar.
Assinar:
Postagens (Atom)



