OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Sonda
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sábado, 3 de julho de 2010

O BANHEIRO SEM PORTA


Estava em uma casa, que não sei qual era. Estava dormindo em uma cama que estava na cozinha. Acordei com duas mulheres conversando na cozinha e uma criança pulando na cama onde eu dormia. Depois que acordei, a criança saiu. Fui levantar e vi que eu estava dormindo pelado. Então decidi ir ao banheiro colocar uma roupa. O Banheiro ficava do lado de fora da casa. Entrei no banheiro, mas a porta era feita de réguas e bem separadas uma das outras. Qualquer um veria tudo ali dentro. Mas fui trocar de roupa assim mesmo. Coloquei uma calça jeans. Quando sai do banheiro, vi duas crianças brincando com o que seria a “sonda”. Esta “sonda” é um aparelho que uso para medir a qualidade do ar. Quando peguei a “sonda” com as crianças, vi que eles tinham quebrado a ponta dela. Comecei a reclamar pelo foto de estar à sonda quebrada. Mas a crianças continuaram brincando e não estavam nem ai para o que eu falava. Sai dali, levando a sonda, para tentar consertá-la.

sábado, 6 de março de 2010

A ARANHA E A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR


Hoje de manhã, fui até uma empresa, na cidade de Cláudio, para entregar um relatório do serviço de medição da qualidade do ar que fiz ali. Fui com o Gueds. Cheguei nesta empresa, uma pessoa abriu o portão para eu entrar. Eu o e Gueds, carregáva-mos uma peça comprida, que não sei o que seria. Assim que entramos colocamos esta peça no chão. O Gueds saiu da empresa. Nisto veio alguém me dizer que o resultado estava acima do permitido. Disse que o permitido era 200. Ele então disse que havia dado 220. Fui dizendo para ele, que deveria observar à média. Fomos andando até que entramos num cômodo bem pequeno e apertado. Nisto vi duas pessoas mexendo em uma sonda de medição da qualidade do ar. Este homem que veio comigo disse que havia comprado a sonda, porque queria ver se conseguia que sua empresa fizesse suas próprias medições. Disse a ele que era só contratar duas pessoas, ou mesmo treinar dois funcionários dele, que seria possível sim. Mas teria que registrar os funcionários na FEAM. Depois disse a ele que poderia fazer o serviço para terceiros, assim como eu fazia, e com certeza ganharia muito dinheiro. Ele disse que o pessoal não estava conseguindo fazer a mistura. Disse que faria para ele. Nisto todos saíram. Peguei um vidro pequeno que estava com um liquido vermelho. Eu deveria mistura um pó que estava num saquinho bem pequeno. Então vi uma aranha, daquelas das pernas bem grandes, passando por cima deste saquinho. Só que o saquinho grudou em uma teia que esta aranha arrastava. A aranha saiu arrastando o saquinho. Então, com um pedaço de pau, pequei aquela aranha com o saquinho e pendurei num prego que havia na parede, para que ela não sumisse com o saquinho. Ela ficou se debatendo, tentando fugir. Quando abri o vidro e fui pegar o saquinho, vi que a aranha havia conseguido sair daquele prego. Sai procurando por ela, e a vi indo para trás de um armário. Corri até lá. Mas ela saiu correndo e passou para outro cômodo. Com este pedaço de pau, pequei-a novamente, e a coloquei de volta ao prego. Daí, tirei o saquinho que estava preso ali e fiz a mistura. O liquido ficou azul. Depois que fiz isto, sai dali e fui embora.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

COM EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO

Estava num local, que parecia um grande galpão de usina siderúrgica. Eu estava em baixo e segurava uma corda, que ia até em cima de uma plataforma. Havia uma mulher lá em cima, amarrando a bomba que usamos para medir a qualidade do ar, nesta corda, para eu trazê-la para baixo. Depois que ela amarrou lembrou que faltava a sonda de medir e foi amarrar os dois equipamentos juntos. Mas a sonda é muito comprida e a bomba bem pequena. Quando fui tentar ir descendo, a sonda estava atrapalhando. Esta mulher então pendurou na própria corda e saiu deslizando até lá. Chegando lá, já era o Arizinho e não a mulher. Ele ajeitou a sonsa eu fui descendo, quando já estava perto de mim, os dois equipamentos caíram no chão.
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domingo, 24 de agosto de 2008

TENTANDO FAZER PASTEL


Estava num local, que parecia uma feira livre. Havia muitas pessoas. Eu fritava pastel. Nisto uma mulher pediu para eu fazer os pastéis. Eu fui até uma mesa pequena, peguei um pouco de massa e fui tentando passar no cilindro de abrir a massa. Eu tentava, mas a massa não saia fina. Depois eu consegui passar um pedaço de massa e ela ficou meio grossa. Ela tinha uns 50 centímetros de comprimento. Eu peguei esta massa com as duas mãos, para ela não arrebentar e fui procurar outro cilindro para passá-la. Eu andei por toda esta feira e depois voltei para onde eu estava. Chegando lá, tinha uma panela que estava cheia de pedaços de carne, fritando. Eu peguei esta carne e coloquei nesta massa. Quando fui fechar, ela não fechava porque a massa tinha ficado seca. Eu molhei as pontas desta massa até que consegui fechá-la. Mas ficou um pastel gigante, que dava o triplo dos que a gente vê hoje em dia. Então sai e peguei uma carretilha de cortar pastel e parti-o ao meio. Ele se desmanchou todo. Nisto vi a dona da barraca chegando perto do fogão, procurando a carne que estava fritando e eu tinha usado no pastel. Então eu decidi sair sem que ela me visse, para que não soubesse que tinha sido eu. Fui para um local, que deveria ser uma empresa. Estava eu e o Gueds. Nós deveríamos fazer uma medição da qualidade do ar. Eu disse ao Gueds que dava para subir o equipamento e eu ficar no chão. Ele dizia que não. Mas ele subiu no telhado e foi tentar colocar a sonda na chaminé para fazer a medição. Eu ficava em baixo, dizendo a ele como deveria fazer.