OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : caixa federal
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

NA ESTRADINHA RUMO A CAIXA ECONOMICA FEDERAL

Estava indo por uma estradinha, carregando uma mochila pelas mãos. Nisto cheguei numa casa toda pintada de vermelho. Não vi ninguém. Fui até a porta e entrei. Quando entrei, estava num banco. Havia várias filas. Perguntei a uma pessoa onde ficava a fila para receber pagamento. Ele disse que aquele banco não pagava ninguém, ali era só para quem fosse deixar dinheiro. Então sai do banco, e quando fiz isto, não sai naquela estradinha, mas sim, no centro da minha cidade. Vi que tinha saído da Caixa E. Federal. Fiquei pensando que era ali que eu recebia o pagamento, e não tinha outro local. Voltei apara Caixa, quando o guarda me parou e disse que o banco já estava fechado, porque já eram 16 horas e um segundo. E o banco fechava as 16 horas.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

DESCENDO A RUA CORRENDO

Um homem descia a Rua Pernambuco, correndo, parecendo que fugia de alguém. Sempre olhando para trás. Mas não havia ninguém na rua. Somente ele. Eu estava parado em frente a cooperativa da rede, quando ele passou por mim e pediu para que eu o seguisse. Ele continuou correndo, mas não o segui. Chegando à primeiro de junho, ele foi em direção a catedral. Nisto sai andando, para ver aonde ele ia. Quando cheguei na esquina da primeiro de junho, ele estava sentado na beira do passeio. Perguntei o que ele queria comigo. Ele disse que nada, nunca tinha me visto. Que eu estava ficando doido. Continuei subindo a primeiro de junho e fui até a caixa federal. Quando entrei, o tal homem que vinha correndo, já estava lá, usando o uniforme de guarda da caixa. Eu fiquei por entender como ele tinha chegado primeiro que eu. Ao passar por ele, ele me perguntou se eu tinha corrido muito. Então disse que não tinha corrido. Ele então falou que eu corri sim, pois eu tinha descido a Rua Pernambuco correndo. Achei que ele não fosse bom da cabeça e me afastei. Sai da caixa federal e fui em direção a casa da minha mãe. Quando estava chegando à casa da minha mãe, vi que tinha um homem no portão, vestindo uniforme de policia. Pensei que não iria lá de jeito nenhum, porque sabia que seria o tal homem da caixa federal.