Estava dentro de uma empresa, procurando pelo meuchefe, o Carlos. Perguntava as pessoas que encontrava, se alguém o tinha visto.Mas ninguém tinha visto meu chefe. Entrei em vários cômodos. Até que chegueinum corredor e vi o Carlos, lá. Tirei um papel do bolso, escrito o valor dodinheiro que o Carlos teria que me passar. Eram 589,00 reais. Ao me aproximardo Carlos, ele vendo o papel, disse que só me pagaria no mês seguinte. Fiz umacara de quem não gostou. Mas o Carlos não ficou nem ai pra mim. Voltei meiochateado, visto que queria meu dinheiro. Coloquei o papel no bolso e sai dali.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
SEM PAGAMENTO DE SALÁRIO
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
325 Washington St, Newark, NJ 07102, USA
sexta-feira, 29 de julho de 2011
PROCURANDO PELA EMPRESA EM SABARA
Estava indo por uma estrada, para trabalhar em um local determinado pelo meu chefe. Chegando numa cidade, liguei para meu chefe para saber qual empresa seria. Ele disse que eu deveria passar pelo centro da cidade, por uma rua cujo passeio eh muito estreito, e depois eu veria a empresa. Olhei esta cidade e percebi que ela tinha somente uma rua. O passeio tinha aproximadamente um metro de largura. Fui por aquele passeio que estava muito movimentado, dificultando a minha passagem. As portas das lojas ficavam rente ao passeio e os vendedores estavam nas portas. Na rua, que era estreita também, passavam muitos carros. Ao chegar ao final desta rua. Vi apenas campo aberto, com algumas árvores. Pude ver ao longe uma cidade, bem no meio daquele campo aberto. Então percebi que aquela era a cidade de Sabará. Que na verdade eu tinha dado uma grande volta e se estive vindo por Sabará, teria chegado mais rápido.
domingo, 1 de novembro de 2009
MULHER NO BARRIL, COM CACHORRO GIGANTE
Estava num local, que era um campo aberto. Carregava nos ombros, uma mulher. Joguei esta mulher dentro de um barril que estava cheio de água. Era assim que a gente fazia com quem falecia. Mas eu sabia que ela ia sair do barril, porque isto sempre acontecia. Nisto chegou um cachorro gigante, maior que eu, me perguntando se tinha feito tudo corretamente. Sabia-se o motivo e porque do falecimento da mulher e, se tinha verificado se realmente ela tinha falecido. Disse que sim e com medo, pois o cachorro gigante era o chefe. Eu sabia de tudo que ia acontecer, pois eu já tinha sonhado este sonho antes e tudo aconteceu como eu previa.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O BONÉ XADREZ
Estava num local, que parecia ser uma estrada com um cômodo bem no meio desta. Havia uma mulher comigo e um homem. Ambos aparentemente mais velhos. Este homem seria meu chefe. A mulher não sei quem seria. Eu usava um boné xadrez. Nisto, este homem que seria meu chefe, disse que iria comprar um boné novo para mim. A tal mulher disse que eu não precisava de boné, pois já estava usando um. Então o tal homem disse que queria comprar e pronto. Que era ele quem mandava. Então entramos os três num fusca e saímos por aquela estrada.
sábado, 8 de agosto de 2009
ATRÁS DO CHEFE, COM AJUDANTE FLUTUANTE
Estava chegando num local, que seria o local do meu trabalho, carregando com dificuldades uma maleta tipo James Bond, e mais alguns papeis nas mãos. Este local era cheio de desníveis. Havia várias escadas de acesso. Era parecido com a praça do santuário aqui de Div. Só que o piso era todo de forrado com britas pequenas e tinha alguns canteiros, mas nenhuma árvore, como tem na praça do santuário. Quando descia uma destas escadas, cruzei com o dono, ele fez que parou, mas eu continuei. Fiquei pensando que faltava ainda um minuto para seis e meia e então não tinha começado o horário do serviço. Fui até um canto que tinha ali e vi um mini armário, de uma gaveta, que ficava ali no chão. Agachei para abrir a gaveta. Quando abri, vi que só tinha panfleto de propaganda. Peguei um e pensei em despistar quem estivesse olhando, para pensarem que fosse correspondência. Estava meio escuro eu tentava vi-lo-á para uma luz que vinha ao lado. Mas não conseguia. Nisto uma luz de lanterna iluminou o panfleto. Olhei para ver que era, era um chefe. Ele então disse: “agora você pode ver melhor” fiquei rindo meio sem graça, guardei o panfleto. Nisto, como se o que eu via, virasse 90 graus e fui parar do outro lado, num outro nível, como se visse tudo num espelho. Nisto já estava perto do chefe com a lanterna e ao meu lado havia uma espécie de duende, que seria meu ajudando. Ele era uma bola com perna e braços, tudo miniatura só que ele flutuava. Nisto este chefe me disse: “seja bem vindo ao seu primeiro dia de chefe”. Não falei nada, fiquei rindo. Quando vi o dono passando um pouco adiante, só que no nível mais alto. Então disse para meu ajudante que flutuava: “vamos lá falar com o dono, porque ele quer falar comigo”.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A RUA QUE ERA PASSEIO
Estava numa rua, em frente ao que seria a casa do meu chefe. Estávamos eu e o Vitinho. Nesta rua, havia casa de um só lado, do outro lado era mato. Só que esta rua ficava onde seria o passeio. Ou seja, havia apenas o passeio estreito, asfaltado. Nós precisávamos ir a uma cidade, fazer um serviço. Então o Vitinho disse que iria ficar na cidade que a gente ia fazer o serviço, porque ele morava lá, e que eu deveria voltar sozinho. Só que eu não morava naquela cidade do meu chefe, era em outra. Nisto fiquei olhando aquela rua, que ficava no lugar do passeio, vi alguns carros parados ali e fiquei pensando se daria para eu passar, quando estive voltando do serviço. Imaginei eu vindo em alta velocidade, se não bateria em algum carro ali parado.
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