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VAGÃO DE TREM NA GARAGEM

Estava numa casa onde havia várias pessoas. Havia uma garagem na lateral, onde tinha uma Belina estacionada. Nisto um homem tirou a Belina dali. Ai veio três homens empurrando um vagão de locomotiva, deste de passageiros, para colocar nesta garagem. Fui ajudar a empurrar este vagão. Após colocar ele na direção, demos um grande empurrão e ele foi garagem a adentro. Até que bateu na parede do fundo e fui voltando. Corremos para segurá-lo. E devagar o colocamos dentro da garagem. Nisto agachei perto de uma parede onde estava o Pulinho e a Bete. O Paulinho disse que meu irmão tinha mandado colocar o vagão ali, para que não colocassem mais a Belina na garagem dele. Então disse a ele, que meu irmão deveria falar com o dono da Belina, que não queria mais. Que eu não ficava “remoendo” por dentro por motivo nenhum. O que eu tinha que falar, falava logo e não deixava para depois. Sai dali e fui até uma casa, onde para entrar, tinha uma estreita passagem, descendo uma escada. Tinha um vaso de flores justamente nesta entrada. Comecei a reclamar de quem teria colocado aquele vaso ali, justamente onde eu entrava.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…