Estava num local, que seria uma empresa que não sei qual. Havia um corredor. Estava na portaria desta empresa, cujo portão dava para este corredor. O porteiro estava sentado numa cadeira ao lado do portão. Estava lá eu e o “Dico”. A gente estava esperando o “Tarzan” um amigo nosso. O Dico cansou de esperar e foi atrás dele. Nisto, logo depois, o Tarzan chegou e me chamou para irmos embora. Disse que a gente precisava esperar o Dico. Mas ele disse que não esperaria e se eu quisesse, ficasse ali aguardando, porque ele iria embora. Decidi ir com ele. Ele entrou por uma trilha no meio do mato. Perguntei pra onde a gente estava indo. Ele disse que estava “cortando caminho”. Chegamos numa estrada onde havia uma “Van” nos esperando. Esta Van estava cheia de gente. Ela não tinha teto, apenas a armação de ferro do mesmo. Subimos nesta van e ficamos em cima da armação de ferro, porque não tinha outro lugar para a gente ir. A Van foi indo e passando por caminhos estreitos e cheio de poças de água. A água espirrava nos meus pés. O Tarzan disse que estava demorando muito. Disse que a Van iria levar um por um em casa e que a gente seria o último. O Tarzan então disse que a gente não iria para casa e sim, para uma empresa onde estava esperando por nós, porque a gente ia começar a trabalhar lá. Ele disse que tinha arrumado emprego para mim e ele lá. Então perguntei se não precisava fazer entrevista e estas coisas. Ele disse que o pessoal já conhecia a gente e era só assinar o contrato.
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sábado, 8 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
GANHANDO 350 REAIS NO FAUSTÃO
Estava num cômodo de uma casa, onde havia um sofá, um homem ao lado deste sofá, em pé. Este sofá estava num canto desta sala, e no outro canto, estavam o Faustão e outro homem ao lado dele. Havia ali perto do Faustão, uma faixa marcada no chão. Em cima do sofá havia uma panela de pressão sem tampa e um frasco de Sorine (remédio para pingar no nariz). O Faustão então disse que a panela e o Sorine deveriam cruzar a linha de chegada, sozinhos. Eu acionei um botão que tinha em cima da panela e esta ficou tremendo e deslocando. Só que ela foi para o canto do sofá e depois parou. Então veio um homem e deitou no sofá. O Faustão então disse que eu tinha 20 segundos para fazer a panela e Sorine cruzarem a linha de chegada. Disse que não dava, pois o homem no sofá atrapalhava. Mas liguei a panela, ela saiu tremendo e caiu do sofá. Quando caiu, veio meu amigo “tarzam”, sentou em cima desta panela, levantou os pés e a panela saiu levando ele em direção a linha de chegada. Estava olhando para outro lado, quando o Fernando disse que a panela estava indo. Olhei e vi que caía da panela, dinheiro, e era meu. Fui pegar e era uma nota de 10 reais, uma de cinco e várias de dois reais. Alem de uma pratinha de 10 centavos. A panela, com o “tarzam” em cima, cruzou a linha de chegada. Então, peguei o Sorine e levei-o com as mãos, até além da linha de chegada, dizendo que ele não andava sozinho, então eu o levei. Mas o Faustão disse que eu já tinha dinheiro. Então mostrei a ele que só tinha uma pratinha de dez centavos. O Faustão então disse para o homem que estava do lado dele, para me pagar 350 reais, que estava bom demais. O tal homem foi para trás de uma cortina que estava atrás do sofá, fui seguindo-o para pegar meu dinheiro.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
MORANDO NO CARRO ESTACIONADO PARA APARECER
Eu estava numa esquina de uma rua, onde havia várias árvores no passeio, e estava meio escuro. Havia várias pessoas comigo, uma delas era o “Tarzan” que trabalhou comigo na RFFS/A. Nisto veio passando uma pessoa que trabalhava comigo e disse que era para eu ir lá fazer o jantar. Eu disse que não iria, pois a empresa não me pagava para fazer jantar de ninguém. Ele então disse que ia ficar sem comer nada. Nisto o Tarzan perguntou por que eu não iria. Eu disse que este colega meu, morava dentro do carro, que ficava estacionado em frente à casa dos pais dele. Então eu gritei para este meu colega, que já ia um pouco distante, que era para trazer o carro ate minha casa, e lá eu faria o jantar. Ele disse que não tirava o carro de lá. O Tarzan me perguntou por que ele morava no carro e não na casa dos pais. Eu disse que ele gostava de “aparecer”. fui para a casa da Dona Judit. Só que o quintal da casa estava diferente. Era grande e todo de terra batida. Eu estava no fundo deste quintal. Fui até um tanque grande que tinha lá. Ele era redondo e todo feito de tijolos. Estava com um palmo de água mais ou menos. Eu coloquei uma camisa e uma calça jeans lá dentro, para lavar. Depois sai e fui procurar um cabide. Voltei com o cabide até o tanque, peguei a camisa e sai procurando um local com sol, para ela secar. Tinha apenas um pequeno local que ainda batia sol. Eu peguei uma vassoura, coloquei dentro de uma lata de vinte litros, para ela ficar em pé, e pendurei na ponta o cabide. Nisto pensei que ate à hora de eu ir embora, a camisa estaria seca. Daí eu lembrei que a calça não daria tempo de secar. Fui ao tanque e peguei a calça jeans, mas ela estava toda molhada. Larguei-a lá e fui até a Dona Judit e perguntei se ela não tinha uma Bermuda para me emprestar, para eu poder ir embora. Ela disse que nenhum dos filhos dela tinha bermuda.
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