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MORANDO NO CARRO ESTACIONADO PARA APARECER


Eu estava numa esquina de uma rua, onde havia várias árvores no passeio, e estava meio escuro. Havia várias pessoas comigo, uma delas era o “Tarzan” que trabalhou comigo na RFFS/A. Nisto veio passando uma pessoa que trabalhava comigo e disse que era para eu ir lá fazer o jantar. Eu disse que não iria, pois a empresa não me pagava para fazer jantar de ninguém. Ele então disse que ia ficar sem comer nada. Nisto o Tarzan perguntou por que eu não iria. Eu disse que este colega meu, morava dentro do carro, que ficava estacionado em frente à casa dos pais dele. Então eu gritei para este meu colega, que já ia um pouco distante, que era para trazer o carro ate minha casa, e lá eu faria o jantar. Ele disse que não tirava o carro de lá. O Tarzan me perguntou por que ele morava no carro e não na casa dos pais. Eu disse que ele gostava de “aparecer”. fui para a casa da Dona Judit. Só que o quintal da casa estava diferente. Era grande e todo de terra batida. Eu estava no fundo deste quintal. Fui até um tanque grande que tinha lá. Ele era redondo e todo feito de tijolos. Estava com um palmo de água mais ou menos. Eu coloquei uma camisa e uma calça jeans lá dentro, para lavar. Depois sai e fui procurar um cabide. Voltei com o cabide até o tanque, peguei a camisa e sai procurando um local com sol, para ela secar. Tinha apenas um pequeno local que ainda batia sol. Eu peguei uma vassoura, coloquei dentro de uma lata de vinte litros, para ela ficar em pé, e pendurei na ponta o cabide. Nisto pensei que ate à hora de eu ir embora, a camisa estaria seca. Daí eu lembrei que a calça não daria tempo de secar. Fui ao tanque e peguei a calça jeans, mas ela estava toda molhada. Larguei-a lá e fui até a Dona Judit e perguntei se ela não tinha uma Bermuda para me emprestar, para eu poder ir embora. Ela disse que nenhum dos filhos dela tinha bermuda.

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Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

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