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sábado, 14 de fevereiro de 2009
COLOCANDO MATO TRITURADO E ÁGUA EM MEU SANGUE
Estava num local que não sei onde era. Eu estava dentro de um cômodo que tinha uma porta bem larga e estava aberta. Do lado de fora estava o Fernando e a Nathália, mas um bem distante do outro. Havia na minha frente, uma caixa retangular, do tamanho e parecida com um guarda-roupa, porem sem porta alguma. Esta peça retangular e grande era toda maleável e tinha uma pequena entrada, parecida que o ralo de uma pia. Eu pegava pequenas quantidades de mato que tinha do lado de fora deste cômodo, colocava na abertura desta peça retangular e parecia que ligava algo, que triturava todo o mato e descia uma água, enchendo aquela peça. Eu escolhia qual mato iria pegar e ficava pensando se aquele mato fosse tóxico, poderia até me matar. Pois depois que eu colocava o mato naquela peça e ele era triturado, tudo ia para o meu sangue. Então eu pensava como poderia saber se faria mal para mim ou não. Mas continuava colocando o mato. Nisto, a tal peça já estava pelo meio, com água e mato triturado, quando eu decidi arrastá-la para o canto. Nisto ela dobrou ao meio, como se fosse de borracha. E eu não conseguia consertá-la. Então gritei o Fernando e a Nathália para virem me ajudar. Eles vieram, mas a tal peça balançava muito de um lado para outro e a gente não conseguia colocá-la de pé certinha. Nisto ela balançou muito forte e caiu deitada no chão. Ai então eu disse que agora não tinha mais jeito, estava tudo perdido.
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domingo, 11 de janeiro de 2009
ENROLADOS EM TEIA DE ARANHA
Eu estava dentro de um cômodo, vigiando a porta, me escondendo de algo. Abri a porta um pouco e pude ver algumas pessoas enroladas em teias de aranha, penduradas no teto. Elas tentavam dizer alguma coisa, mas a teia que as enrolavam, iam até a boca e não as deixavam falar. Eu fiquei olhando pela porta entre aberta, até que vi cair uma criança enrolada na teia. Então eu disse que a matança já tinha começado. E começaram a cair outras pessoas, todas mortas. Eu sabia que era um bicho que estava fazendo aquela matança, mas eu não conseguia ver qual era.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
EU PASSAVA VOANDO ENTRE ELES
Eu estava num galpão que tinha vários cômodos fechados. Uma parte deste galpão era mais alta que a outra uns 20 centímetros. Ali era uma agencia dos correios. Eu procurava alguma informação, mas os carteiros andavam rapidamente de um lado para outro, entravam nestes cômodos e saiam sempre rapidamente. Eu tentava falar com eles, mas eles nada respondiam. Num canto deste galpão tinha umas 20 pessoas paradas, que também esperavam algo. Eu encostei o pé na parede fiz força e sai voando dentro deste galpão. Eu passava voando perto das cabeças das pessoas que estavam ali. Eu passava voando e dizia a elas que ninguém iria atender a gente, e que era melhor todos saírem voando. Depois fiquei pensando que não podia ensinar ninguém a voar, do contrário, seria uma confusão danada.

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