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DIRIGINDO NA CARROCERIA


Estava eu numa caminhonete, cuja carroceria era igual aquelas de transportar cavalos. Não havia cavalos na carroceria e sim, os equipamentos que uso para fazer a medição da qualidade do ar. Eu dirigia esta caminhonete, não da cabine, mas sim, da carroceria, sentado em cima dos equipamentos. Dirigindo a mesma, vi a Regina na beira do passeio em uma rua que não sei o nome. Fui dirigindo até ela, pois queria lhe contar algo. Mas ela nada perguntou sobre o assunto que eu queria falar, então decidi não dizer nada. Sai dali, fui até a casa do Gueds, buscá-lo para agente trabalhar. Ele subiu também na carroceria e fomos indo embora. Chegando num galpão, vi um homem de bigode e cabelos brancos. Desci da caminhonete, fui falar com este homem. Queria dizer a ele sobre o motivo de eu estar dirigindo a caminhonete. Mas ele parecia ocupado, andando de um lado a outro. Então decidi ir embora, dirigindo dentro deste galpão, quando deparei com vários encanamentos a mais ou menos um metro de altura. Para não bater nos mesmos, freei bruscamente. Nisto o Gueds veio rolando em cima do equipamento, me atingindo. Disse a ele que foi melhor frear que arrebentar os encanamentos.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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