OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : na testa da nathalia
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quinta-feira, 9 de julho de 2009

TENTANDO CONSERTAR A PORTA, DE CABEÇA PARA BAIXO

Estava chegando no meu quarto, abeira da minha cama, quando meu pé bateu em algo que estava em baixo da cama. Abaixei para olhar e vi que era a Nathalia. Ela saiu debaixo da cama dizendo que estava dormindo ali, porque a porta do quarto dela não fechava. Fui até o quarto dela e via que a porta tinha soltado as dobradiças. Fiquei tentando encaixá-la novamente, mas estava muito pesada a porta. Numa casa, que parecia aquelas de palafitas. Visto vi um menino na varanda, bem na beirinha. Esta varanda deveria estar a uns 10 metros de altura. E lá em baixo, tinha água. Cheguei, peguei o menino pelos pés e fiquei segurando ele, pendurado de cabeça para baixo. Ele gritava muito pedindo para eu para com aquilo. Disse que pensava ser difícil, mas era fácil e o menino parecia bem leve. Eu o segurava com a mão esquerda, e quando fui passar para a mão direita, para puxá-lo, deixei-o cair. Ele caiu de finquete na água. Olhei um pouco e disse: “eu que não vou pular para salvá-lo, não sei nadar”.

terça-feira, 26 de maio de 2009

ANDANDO NA POÇA DE ÁGUA

Estava numa rua, que não sei qual era. Chovia muito. Estavam eu, a Nathalia e o Fernando. A Nathalia estava com uma sombrinha e eu e o Fernando em um guarda-chuva. Só que o Fernando tinha uns 3 anos e a Nathalia uns 6. O contrário do que é realmente.  Eu andava meio agachado, para ficar da altura do Fernando. Chegamos numa rua toda esburacada e os buracos estavam cheios de água. A Nathalia ia à frente e eu com o Fernando atrás. Nisto eu comecei a dizer para os dois, que eu riria trabalhar em junho, julho e agosto, em setembro, a firma ia fechar e eu perderia o emprego. Mas eu não conseguia dizer, porque quando ia dizendo, o Fernando ficava falando algumas coisas que eu não entendia. Beirando o passeio tinha um reguinho um pouco mais fundo, feito para correr a água da chuva. O Fernando então começou a andar dentro deste reguinho, enchendo o tênis que ele usava, de água. Eu pedia a ele para sair da água, mas ele continuava andando dentro da água que corria ali.

quarta-feira, 18 de março de 2009

VAZANDO ÁGUA NA MANGUEIRA

Estava numa casinha de alguma casa. Quando abri a torneira, saiu muita água por baixo da pia. O chão ficou cheio de água. Eu abaixei para olhar onde era o vazamento e vi vários pedaços de mangueira, servindo de cano, interligadas. Num destes encaixes estava vazando água. Eu forcei a mangueira, para que ele encaixasse melhor, mas ela quebrou em vários pedaços, pois estava ressecada. Então eu disse bem alto que estava vazando água. Era para o Fernando e Nathalia ouvirem lá da sala. Eles estavam jogando Vídeo Game. Fui par o outro lado da cozinha e o tanque de lavar roupas que tinha ali, ficava no alto. Abri a torneira, que ficava em baixo, e a água saia numa mangueira que vinha lá de fora e passava num buraco da parede. Fui puxar esta mangueira para jogar água mais em baixo, quando ela escapuliu de minha mão e passou pelo buraco da parede e caindo lá atrás, não sei onde. Então eu disse para o Fernando e Nathalia que não teríamos água ate o outro dia de manhã. Pois a mangueira tinha caído e eu que não ia à noite lá fora para tentar arrumar.
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terça-feira, 25 de novembro de 2008

CRIANÇAS EM MINIATURA


Estava num local, onde havia várias caixas, desta de carregar verduras no Ceasa. Dentro das caixas havia muita palha e em cima desta, havia várias crianças em miniatura. Cada caixa deveria ter umas 10 crianças e na última havia uma só. Estas crianças tinham um palmo de altura e vestiam roupas todas coloridas. As caixas andavam por uma esteira muito lentamente. As crianças estavam em pé. Nisto as caixas viraram bem devagar e despejaram as crianças com as palhas no chão. Depois começou vindo, não sei de onde, ovos de codorna e acertando estas crianças. Um ovo acertou a ultima criança, que estava na caixa sozinha. Ela caiu sentada. A Nathalia estava bem atrás desta criança, rindo, quando um ovo acertou bem na sua testa.

domingo, 10 de agosto de 2008

OS COELHOS NO GUARDA-ROUPAS


Estava na casa da Dona Judit. Estava num quarto onde estavam o Fernando e o Segundinho. Nisto chegou o Israel e eu então sai dali e fui para meu quarto. Quando abri a porta do meio do meu guarda-roupa, vi que a Nathália tinha colocado ali duas calças dela. Não gostei de ver a roupa dela ali e ia pedir a ela para tirá-la de lá. Nisto, quando fechei a porta, o guarda-roupa partiu ao meio. Uma metade encostou-se à parede do lado e a outra foi caindo e eu segurei. Fui tentando encostar as duas metades novamente, quando o Fernando e o Israel chegaram lá. O Fernando me chamou e eu disse que não dava, pois estava segurando o guarda-roupa que tinha partido. Nisto o Israel pegou a metade que tinha se encostado à parede e foi tentar me ajudar. Nisto uma tábua da lateral do guarda-roupa caiu e bateu numa cadeira, quebrando um pedaço do encosto da cadeira. A cadeira era do Sr. Ary. Então eu disse que o Sr. Ary iria reclamar muito do ocorrido. Fui para um local, que era uma praça redonda. Mas não tinha nada, ela era toda cimentada e colorida com círculos redondos cada um de uma cor. Esta praça deveria ter o tamanho de um quarteirão. Eu tinha ficado sabendo que o coelho que eu tinha dado a uma pessoa, tinha tido filhotes. Então eu fui atravessando esta praça para o outro lado. No centro dela tinha um circulo das cores do arco Iris. Quando chegava ao final dela, vi um galpão e uma pessoa lá dentro. Eu sabia que aquela pessoa era a quem eu tinha dado o coelho. Logo depois do galpão tinha um cercado. Eu fui direto ao cercado e vi lá o coelho e três coelhinhos. Nisto o coelho pulou em mim, me agarrando próximo ao pescoço. Eu o segurava pelo pescoço, para que ele não me mordesse. Cai no chão, tentando tirar o coelho e não conseguia. Não tinha ninguém na praça. Então peguei as orelhas do coelho e puxei, mas ele não se soltava. Fui arrastando para longe do cercado, pois assim ele veria que eu não queria pegar os filhotes. Mas mesmo assim o coelho continuava agarrado. Mas ele não tentava me morder.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

NO RIO DE JANEIRO

Estava num local, com o Fernando, a Nathália e a Iara. A gente estava dentro de um carro que não tinha capota. Íamos por uma estrada que cabia o corro certinho. De ambos os lados, tinha muita água, parecendo dois rios. A estrada era longa e reta. Eu estava em pé dentro do carro e disse que quando a gente tinha vindo à água não estava tão alta assim, quase cobrindo a estrada. Disse que talvez a gente não fosse conseguir chegar ao final, antes da água cobrir a estrada. O Fernando que estava dirigindo o carro, Nisto ele fez um zig-zag e o carro derrapou e ficou atravessado na estrada, com as rodas da frente na água deste suposto rio, de um lado da estrada e a de trás na água do outro lado. Eu disse que não precisava preocupar, dava para virar o carro e sair dali. Nisto apareceu uma gang, com umas cinco pessoas que vinham caminhando por cima deste rio, que já não era mais rio, e sim uma estrada, Nisto já nos vimos dentro de uma casa. Eu levei a Nathália e a Iara para dentro de um quarto e fui procurar o Fernando, que tinha sumido. Eu sabia que o pessoal da gang tinha pegado ele. Sai gritando pelo Fernando. Quando vi uma porta aberta, corri até ela. Alguém tentou fechá-la, mas eu impedi colocando o pé na soleira da porta. Forcei e entrei, mas lá estavam as duas mulheres da gang, que ficaram rindo. Saí e continuei gritando, quando vi outra porta e corri ate ela. Abri e lá dentro tinha umas 10 pessoas e o Fernando estava lá também. O Fernando estava conversando com alguém que ele dizia ser amigo dele. Eu achei que eles queriam era seqüestrar o Fernando. Ai, alguém deste grupo disse meu nome errado. Então eu disse que era Thymonthy. Eles começaram a rir.