OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : final
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A DÚVIDA


CADA PESSOA TEM SUA HISTÓRIA.
CADA HISTÓRIA TEM SEU CAMINHO.
CADA CAMINHO TEM SUA TRAJETÓRIA.
CADA TRAJETÓRIA TEM SEU FINAL.
EM TODOS ELES..... A DÚVIDA.
copyrigth "by thymonthy" (imagem e texto)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PELOS CORREDORES


Estavaem um local, que não sei onde era juntamente com uma pessoa. Parecia ser umcorredor em “L”, mas aberto. Eu e esta pessoa corríamos do que seria umespírito. Ele tinha a forma de homem, mas era feito de luz branca no meio eazul em volta. A gente fazia o que seria o “L” do corredor, mas o tal espíritoaparecia na frente da gente no final, antes que a gente pudesse sair dali,nisto a gente ia e voltava. Então decidi driblar o espírito, fingindo que iriapara um lado, mas ao chegar à metade do caminho, voltei. A outra pessoacontinuou indo pára o outro lado. Quase saindo do que seria este tal corredor,o espírito apareceu e disse que eu não podia enganá-lo. Perguntei então o queele queria da gente. Ele disse que queria apenas eu. Era para eu ir com ele.Perguntei para onde. Ele disse: __que pergunta! Embora. Acabou. Final. Fim dalinha. Terminou a estrada. Novo começo. Enquanto ele falava, fui saindo de“fininho” e sai correndo no que seria uma mata. Depois de correr bastante e jácansado, vi que a tal luz me seguia. O espírito então disse que eu estava dandomuito trabalho para ele. Então ele disse que iríamos começar tudo novamente.

domingo, 9 de março de 2008

O SUSPEITO

Estava em casa, nisto chegaram três mulheres. Uma era filha de um senhor que morei perto da casa dele no Porto Velho. A filha deste homem me entregou o controle remoto da televisão. Mas ele estava sem as pilhas. Eu perguntei onde as pilhas estavam. Ela disse que não sabia e foi indo embora. Eu fui atrás dela e perguntei se ela não tinha pegado e estaria dizendo que não sabia só para ficar com as pilhas. Ela disse que não. Eu estava no apartamento da Rua Bahia. Fiquei pensando que a moça poderia dizer ao pai dela que eu estava dizendo que ela roubou as pilhas e poderia querer vir me matar. Fiquei andando de um lado para o outro, esperando que ele aparecesse. Daí eu imaginei ele entrando no apartamento, com uma arma, apontando para minha cabeça e me dando um tiro. Então imaginei que se isto acontecesse, eu fecharia os olhos e era o fim mesmo, não teria nada para fazer.