OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : 2 mulheres
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

AO LADO DE DUAS MULHERES

Estava dentro de um ônibus em Itauna. ESTAVA SENTADO AO LADO DE DUAS MULHERES. Eu estava com muito sono e ficava tentando manter os olhos abertos e quase não conseguia. Nisto vi que o motorista, ao invés de usar a rua, passou por um terreno, para chegar à outra rua. Eu então perguntei o que estava acontecendo e porque ele tinha feito aquilo. A mulher do meu lado disse que na esquina tinha problemas. Nisto o ônibus parou e as duas mulheres desceram. Eu desci atrás delas. Uma das mulheres entrou numa casinha, parecendo uma guarita, que ficava a uma altura de 2 metros mais ou menos e tinha uma escada para chegar lá. A outra sentou nesta escada e eu também sentei. Ela então me falou que não era para eu ter descido do ônibus, porque elas foram ali, só para pegar um documento. Eu disse que ia esperar as duas. Quando a outra mulher saiu desta guarita, fomos até o ônibus, mas ele já tinha ido embora. Então esta mulher que estava do meu lado, de repente era a Rita. Ela me falou que ia me levar ate a rodoviária para eu pegar outro ônibus. Mas a Rita não sabia onde era a rodoviária. Saímos perguntando as pessoas, mas elas também não sabiam onde ficava. Andamos um pouco e a Rita então me mostrou a rodoviária logo à frente. Eu então saí andando para pegar o ônibus. Chegando lá, o motorista não me deixou entrar no ônibus, dizendo que aquele não era o ônibus em que eu estava procurando.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.