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ESTAVA NA MINHA CASA. ESTAVA NO COMPUTADOR.
NISTO OUVI AS VOZES DA REGINA E DA BETE QUE VINHA SUBINDO AS ESCADAS ATÉ MEU
APARTAMENTO. ENTÃO FUI ATÉ A PORTA E A DEIXEI A ENTREABERTA, PARA QUE ELAS
PUDESSEM ENTRAR. ELAS CHEGARAM E ENTRARAM E JÁ DIZIAM ESTAR CANSADA POR TER SUBIDO
AS ESCADAS ATÉ O ANDAR EM QUE EU MORAVA. FORAM ATÉ ONDE EU ESTAVA NO COMPUTADOR
E PERGUNTARAM O QUE EU ESTAVA FAZENDO. DISSE QUE ESTAVA BLOGANDO. PERGUNTARAM
SOBRE O QUE. DISSE QUE ERA SOBRE O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE. PERGUNTAR QUE
SONHO ERA ESTE. DISSE QUE TINHA SONHADO QUE AS DUAS TINHAM VINDO ATÉ MEU
APARTAMENTO PERGUNTAR O QUE EU TINHA SONHADO A NOITE.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
BLOGANDO NO APARTAMENTO
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Clover Swail Rd, Frenchglen, OR 97736, EUA
domingo, 9 de setembro de 2012
INDO TOMAR BANHO
Era noite. Estava
dentro do que seria o apartamento que eu morava. Este apartamento ficava na Rua
Bahia. Estava em uma sala onde minha filha estava no computador. Nisto chegou a
outra filha minha e foi para o outro computador. Então disse para a minha filha
que já estava ali, para transferir parte da internet para o computador da minha
outra filha. Ela respondeu dizendo que o sistema faria isto sozinho, era só
ligar o computador. Então disse para minhas filhas que eu iria até a casa da
minha mãe para tomar banho. Sai deste apartamento, desci pelo elevador e sai da
Rua Bahia e peguei a Rua Sergipe, visto que este edifício era na Rua Bahia
quase esquina com Rua Sergipe. Desci a Rua Sergipe até a Rua Rio Grande do Sul
e virei em direção a Rua Pernambuco, porque era ali que eu pegava o ônibus para
ir até a casa da minha mãe. Na Rua Rio Grande do Sul, havia várias pessoas,
todos era casal de namorados. Estavam no passeio e no meio da rua. Passei por
eles em direção ao ponto do ônibus que ficava ali perto, nisto percebi que não
tinha trago a carteira e a chave do apartamento. Fui voltando para buscar minha
carteira e chave. Parei e fiquei pensando que não precisaria, pois quando eu
voltasse, era só chamar no interfone que minhas filhas abririam para mim.
Depois fiquei pensando que poderia precisar de dinheiro por isto era melhor
buscar a carteira. Fui voltando para meu apartamento, passando por entre aqueles
casais de namorados.
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33744-33806 E Highland Exd, Stanfield, OR 97875, EUA
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
ÁGUA PARA O KAUÃ
Estava no que seria a
área de iluminação de um edifício. Só que a estrada para os quartos eram nesta
área de iluminação. Esta área de iluminação deveria ter uns dez metros de
comprimento por uns cinco de largura. A entrada dos quartos ficava para esta
área. Todos os quartos eram pequenos. Estava na porta de um destes quartos,
conversando com o Josimar. Via algumas pessoas em seus quartos, porque estava
com as portas abertas. Havia passarelas de um metro mais ou menos que ligava todos
os quartos e a entrada do hotel. Nos quartos do andar de cima o que ficava
virado para esta área de luz era as janelas. Algumas pessoas estavam nestas
janelas. Estas passarelas ficavam a mais ou menos um metro do chão. Fui andando
por uma destas passarelas quando vi no chão, entre elas, o Kauã, filho da
Paulina, que tem um ano. Ele estava de pé e estendeu os braços me pedindo para
pegá-lo no colo. Peguei-o pelas mãos e fui puxá-lo até meu colo. Quando fazia
isto os braços dele esticavam e ficavam com quase um metro de comprimento mais
ou menos e ele nem sai do chão. Tentei umas três vezes. Então decidi descer desta
passarela, pulando para onde o Kauã estava. O peguei no colo, subi na passarela
novamente e o Kauã então me disse:
__Quero um copo de
água.
__porque quer água?
Perguntei.
__Uai, porque estou
com sede. Ele disse.
Nisto comecei a fazer
cusquinhas na barriga dele. Ele ria muito. As pessoas do quarto e janela
estavam olhando pra gente. Depois de rir bastante, parei de fazer cusquinha e o
Kauã então disse:
__continuo com sede.
Quero água.
__tá bom tá bom, vou
pegar a água para você. Respondi.
Fui
em direção ao quarto do Josimar para pegar água.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO
Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
ATACADO POR VAMPIRO INVISÍVEL
Estava indo pelo passei, para chegar ao prédio onde moro. Quando passei em frente ao bar do Anésio, vi que tudo estava ao contrário, como se estive dentro de um espelho. Continuei andando e vi que no bar do Anésio não tinha luz. Então imaginei que no prédio onde moro, também não teria, já que sou vizinho do Anésio. Mas, chegando à entrada do prédio, vi que tinha uma luz acesa. Abri o portão da frente e entrei. Havia algumas pessoas ali. Quando cheguei às escadas para subir até meu AP, elas estavam era descendo. Então percebi que tinha entrado no prédio visinho ao que eu moro. Nisto percebi que podia passar para meu prédio, sem sair dali, porque isto já tinha acontecido comigo, e eu tinha passado para meu prédio, por uma passagem que tinha ali. Fiquei procurando por esta passagem, até que a vi. Mas ela estava diferente e não caberia eu ali. Então fui até a portaria deste prédio, porque dali eu conseguiria passar para o meu. Havia algumas pessoas numa fila, então decidir sair deste prédio e voltar para o meu. Ao sair, já me vi em cima do portão de entrada da casa da dona Judith. Havia algumas pessoas no corredor que vai do portão até a área que tem no fundo. Parecia que estava havendo uma festa. Então comecei a gritar, como se alguma coisa estivesse me seguindo. Dei um pulo e fui por cima das pessoas, dando pulo bem alto, até a área que tem lá no fundo. Eu sentia que havia um vampiro me seguindo. Lá no fundo, voltei pelo mesmo corredor, dando gritos, até chegar de volta e sentar em cima do muro do portão. Nisto fiz que pegasse alguém que estivesse me atacando, embora eu não visse nada, e o atirei no chão, do lado de dentro da casa da dona Judith. Nisto, embora não caísse nada no chão, foi como se estivesse caído, pois começou a escorrer um sangue, do nada. Então dando gritos, sai pulando dali, em disparada.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
BUSCANDO O APARTAMENTO, PELA 2ª VEZ
ESTAVA INDO POR UMA RUA, ESTAVA ANOITECENDO. IA PARA UM APARTAMENTO QUE EU TINHA NA SIDIL. ESTAVA INDO SÓ PARA TOMAR UM BANHO. NUMA DAS RUAS VI O ZIQUINHO E A FERNANDA ANDANDO DE BICICLETA. FIQUEI PENSANDO PORQUE ESTARIA ANDANDO ALI SOZINHOS SE AINDA ERAM CRIANÇAS. NISTO VI A JAQUELINE. MÃE DELES, E OUTRA PESSOA, ANDANDO DE BICICLETA LOGO ATRÁS. CONTINUEI ANDANDO PARA O APARTAMENTO, QUANDO PERCEBI QUE NÃO O ENCONTRAVA. ENTÃO FIQUEI ME QUESTIONANDO, PORQUE EU TINHA SEGUIDO POR OUTRA RUA, POIS SÓ CONSEGUIA ACHAR O PRÉDIO ONDE MORAVA, SEGUINDO PELO CAMINHO QUE EU SABIA. SAI ANDANDO TENTANDO VER O PRÉDIO, MAS NÃO ACHAVA MESMO. NISTO, NUMA DAS RUAS, VI DOIS ELEFANTES ALARANJADOS BRIGANDO. ELES ESTAVAM AGACHADOS E COMA S TROMBAS ENROLADAS. DEPOIS ELES TENTAVAM SAIR E COMEÇAVAM A GRITAR (AQUELE GRITO DE ELEFANTE) E SAIAM ROLANDO, SEM SOLTAR AS TROMBAS. FIQUEI COM MEDO DE ELES RESOLVEREM VIR EM MINHA DIREÇÃO, E FUI LADO SAINDO DALI, ALGUMAS PESSOAS QUE VINHAM TAMBÉM SAIAM DAQUELA RUA. QUANDO FUI POR OUTRA RUA, VI OUTROS DOIS BRIGANDO TAMBÉM, E FUI VENDO VÁRIOS DELES BRIGANDO. VOLTEI RAPIDAMENTE DE ONDE EU VIM. FUI TENTANDO ACHAR O PRÉDIO, MAS NÃO CONSEGUIA VÊ-LO. VI UMA ESCOLA E LEMBREI QUE MORAVA ALI POR PERTO. AS RUAS ALI TINHAM APENAS DOIS QUARTEIRÕES. CHEGANDO NUMA RUA, PENSEI SER ELA A QUE EU MORAVA. FUI INDO, QUANDO ACABEI SAINDO DENTRO DA CASA DE UMA PESSOA. VOLTEI RAPIDAMENTE, PARA ELE NÃO ME VIR. FIQUEI IMAGINANDO COMO AQUELAS RUAS PODIAM PASSAR DENTRO DAS CASAS. TENTEI OUTRA RUA E ESTA PASSAVA DENTRO DA SALA DE UMA CASA. TENTEI PASSAR, MAS A PORTA ESTAVA FECHADA. FIQUEI TENTANDO ENTENDER PORQUE TINHA IDO POR OUTRO CAMINHO. ENTÃO DECIDI IR ATÉ A RUA GOIÁS, QUE DALI EU VERIA O PRÉDIO E SABERIA CHEGAR ATÉ ELE. NA RUA GOIÁS, VI QUE ESTAVA MUITO LONGE DA CINCAL, POIS EU MORAVA NA RUA DA CINCAL. FUI ANDANDO PELA RUA GOIÁS, SEMPRE TENTANDO VER O PRÉDIO QUE EU QUERIA. NISTO ENCONTREI COM UMA CRIANÇA QUE VEIO ME ABRAÇAR. ELA SERIA MEU SOBRINHO. (MAS NUNCA A VI) ESTAVA COM O ROSTO E O BRAÇO CHEIO DE PINTAS VERMELHAS. PERGUNTEI SE ERA GRIPE SUÍNA. ELA DISSE QUE ERA CATAPORA. ENTÃO DISSE A ELA QUE NÃO TINHA PROBLEMAS ME ABRAÇAR, PORQUE EU JÁ TIVE CATAPORA. ELA ME PERGUNTOU PELO GLAUBINHO. DISSE QUE PENSEI ESTAR COM ELA. ELA DISSE QUE NÃO, POIS TODOS ESTAVAM COM MEDO DE FICAR ALI. DISSE QUE O GLAUBINHO TAMBÉM ESTAVA COM CATAPORA. CONTINUEI ANDANDO, SÓ QUE FUI IMITANDO ESTAR DE MOTO. (FAZENDO AQUELE BARULHO DE MOTO COM A BOCA, QUANDO A GENTE BRINCA ASSIM). FUI CORRENDO E FAZENDO TAL BARULHO. AS PESSOAS QUE PASSAVAM POR MIM, FICAVAM RINDO DE ME VER FAZENDO ISTO. FUI FAZENDO ISTO, ATÉ QUE ENCONTREI COM UMA MENINA, QUE ME PAROU PERGUNTANDO O QUE EU FAZIA. NISTO VI AO LONGE, O PRÉDIO ONDE EU MORAVA, VI QUE ESTAVA NA RUA CERTA E DECIDI IR ATÉ MEU APARTAMENTO.
AI LEMBREI QUE JA TINHA FEITO TUDO ISTO ANTES, QUE EU APENAS REPETIA O QUE JA TINHA FEITO ANTES.
AI LEMBREI QUE JA TINHA FEITO TUDO ISTO ANTES, QUE EU APENAS REPETIA O QUE JA TINHA FEITO ANTES.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
SEM O BONÉ
Estava andando pelas ruas da cidade, indo em direção ao meu apartamento. Quando já estava na rua onde moro, percebi que não estava usando o boné. Fiquei por entender como sai sem usar o boné. Quando cheguei à portaria do edifício, havia duas pessoas ali conversando. Passei entre eles, quando um deles me disse que estava havendo uma corrida na rua ao lado. Mas só podia correr quem estivesse usando boné. Como eu não usava, não poderia ir correr. Então disse que subiria até meu apartamento e pegaria meu boné para então correr. Ai ele me disse que não adiantaria, pois a corrida já tinha acabado.
domingo, 23 de novembro de 2008
EU OLHEI NO RELÓGIO DO CELULAR E VI QUE ERAM TRÊS HORAS.
Estava dormindo, quando tocou a companhia. Nisto a Nathalia abriu a porta. Só que a porta da rua era também a porta do meu quarto. Eu sentei na cama, ainda coberto com o Ededron, e vi ali uma pessoa que procurava por alguém chamado Pedro. Eu disse que ali não morava ninguém com este nome. Ele então disse ter errado de apartamento. Eu olhei no relógio do celular e vi que eram três horas. Então eu disse para a Nathalia que nunca vi ninguém chamar na casa dos outros de madrugada.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O FANTASMA DO PRÉDIO
Estava no apartamento que já morei há muito tempo. Era noite e estava chovendo. Eu estava dormindo e acordei com o vento batendo a janela do quarto do Fernando. Então eu fui fechar a janela, e quando cheguei lá à janela estava fechada. O Fernando dormia no berço. Voltei e disse para a Iara que os fantasmas do prédio tinham fechado as janelas. Deitei novamente, mas continuava sentindo o vento e chuva lá de fora, que entrava por alguma janela e me atingia. Então, quando fui levantar, para fechar a tal janela.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
VASO DE LAVAR ROUPAS
Estava num cômodo, que era grande e parecia com uma área de lavanderia de um apartamento. Tinha um vaso sanitário que era da altura de uma maquina de lavar roupa e até parecia com uma. Eu dei descarga neste vaso e saíram salsichas de um metro mais ou menos e começarem a descer neste vaso, só que por cima, onde seria a entrada de água em uma maquina. Eu fiquei com medo de entupir e fui empurrando as salsichas, umas três, pelo cano abaixo. Imaginei que as salsichas se quebrariam e desciam facilmente. Dei outra descarga e saíram mais salsichas e a água transbordou. Eu tentava impedir de a água sair, mas ela continuou a transbordar Fui até a laje onde tinha uma caixa de água. Nisto chegou uma pessoa lá em cima também. Eu então fui descendo e entrei num cômodo onde tinha um papel bem grande e eu deveria escrever meu nome no local certo. Eu não conseguia ver o local direito, parecia embaçado. Nisto vi que eu estava com óculos de proteção. Então tirei os óculos. Tentei escrever, mas só coloquei o “T” do meu nome. Então achei que estava de óculos novamente e coloquei a mão no bolso da camisa e vi que os óculos estavam ali. Vi que tinha outros óculos em cima deste papel onde eu tentava escrever. Tentei uma três vezes, mas só colocava o “T” de Thymonthy e não conseguia escrever meu nome completo.
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