OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : garagem
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quarta-feira, 6 de junho de 2018

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL




O BOI DA GARAGEM DO HOTEL
Todos os dias de manhã, na Rua Goiás, quase esquina com a Avenida Sete de Setembro, passo na lanchonete para tomar um café. Nesta esquina da Sete com a Goiás tem o edifício do hotel. A garagem deste hotel fica na Sete de Setembro. Sempre que vou saindo da lanchonete, um boi vem vindo da esquina em minha direção, tentando me pegar. Eu vou para entre os carros estacionados na Goiás e tentando me esconder do boi. Fazendo isso eu vou em direção da esquina da Sete com a Goiás. O boi fica tentando me encontrar por entre os carros. Quando consigo chegar na esquina, deixo o boi me ver e corro em direção à garagem do hotel. O portão desta garagem fica entreaberto e quando alguém entra ele fecha automaticamente. O boi vem correndo atrás de mim, entro na garagem do hotel e fico atrás do portão da garagem que já começa a fechar. O boi entra logo em seguida em disparada. Com o portão fechando eu saio de dentro da garagem. O boi tenta voltar, mas já não da para ele passar pelo portão. Então ele fica preso na garagem que eh o lugar onde ele deve ficar mesmo, pois ele pertence ao hotel. Isso acontece todos os dias que vou nesta lanchonete.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O ARMÁRIO E O BOBO DE CAMARÃO


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

FOGO QUE NÃO QUEIMA


--> Estava vindo na rua carregando um vídeo game que tinha a forma de uma cpu de computador. Levava aquele vídeo game para alguém. O Fernando tinha consertado aquele vídeo game e eu ia entregá-lo. passei por dois meninos que carregavam um computador e estava pegando no chão a tampa lateral de uma cpu. Parei perto deles e disse que aquela tampa era do vídeo game que eu carregava e tinha perdido. Eles me entregaram esta tampa e fui indo embora. Entrei em uma casa onde havia uma garagem que vários carros. Havia dois homens carregando algo que parecia estar pesado e era quadrado. Nisto uma labareda de fogo saiu daquele pacote que os homens carregava e o fogo se espalhou pelos carros. Gritei que estava pegando fogo nos carros, mas os homens disseram que era só no vapor da gasolina e que logo ele se apagaria. O fogo realmente foi se apagando, mas ficou pegando fogo na carroceria de uma caminhonete pequena. Sai correndo para fora com medo de explodir tudo. Lá fora fiquei olhando a caminhonete pegar fogo e pensando se legava ou não para os bombeiros. Nisto o fogo começou a sumir e desapareceu. Não deixou nenhuma marca de queimado em nada, como se nunca tivesse ocorrido aquele fogo ali.

domingo, 20 de maio de 2012

CACHORRO PASTOR ALEMÃO E AS SALSICHAS

ESTAVA VINDO DO SUPERMERCADO COM TRÊS SACOLAS. UMA DELAS TINHA ALGUMAS SALSICHAS. QUANDO FUI PASSAR PELA CASA DA ESQUINA, VI QUE O PORTÃO DA GARAGEM ESTAVA ABERTO. NAQUELA CASA TINHA UM CACHORRO PASTOR ALEMÃO MUITO BRAVO. FUI CALMAMENTE E VI QUE ELE ESTAVA PRESO NA CORRENTE. PASSEI PELO PORTÃO DA GARAGEM E VIREI A ESQUINA, POIS LOGO DEPOIS DESTA CASA DA ESQUINA, ERA NOSSA CASA. PARA CHEGAR NA PORTA DE ENTRADA DE NOSSA CASA, HAVIA UNS DEZ DEGRAUS QUE OCUPAVAM TODA A EXTENSÃO DO PASSEIO. ASSIM QUALQUER PESSOA QUE PASSASSE PELO PASSEIO, TINHA QUE SUBIR ESTE DEZ DEGRAUS QUE LEVAVAM ATÉ A PORTA DE ENTRADA DE NOSSA CASA E DEPOIS DESCER OS DEZ DEGRAUS QUE HAVIA LOGO DEPOIS DA PORTA DE ENTRADA. NOSSA CASA ERA A ÚNICA QUE FICAVA NO ALTO E POR ISTO O PASSEIO ERA DE ESCADA EM FRENTE NOSSA CASA. FUI RAPIDAMENTE PARA NOSSA CASA, COM MEDO DAQUELE CACHORRO. QUANDO FUI SUBINDO OS DEGRAUS, VI QUE MINHA MÃE ESTAVA RECEBENDO DE UM CARTEIRO, AS CORRESPONDÊNCIAS. QUANDO FUI ENTRAR NA NOSSA CASA, VI AQUELE CACHORRO VINDO CORRENDO EM MINHA DIREÇÃO, ENTREI EM CASA, PASSEI PELA SALA E ENTREI NO QUARTO QUE TINHA ALI. ESTE QUARTO TINHA A PORTA DE CORRER. FECHEI A PORTA E FOI CONTA DE FECHAR E O CACHORRO CHEGOU. NESTA PORTA DE CORRER, QUE ERA DE MADEIRA, TINHA UM BURACO REDONDO BEM NO MEIO DELA, QUE ERA DE UM NÓ DA MADEIRA QUE HAVIA SE SOLTADO. POR ESTE BURACO FIQUEI OLHANDO O CACHORRO QUE FICAVA OLHANDO FIXAMENTE PARA A PORTA. ENTÃO COMECEI A GRITAR PARA ALGUÉM TIRAR AQUELE CACHORRO DALI. NISTO APARECEU O CRISTÓVÃO, UM VISINHO NOSSO. ELE FICOU CHAMANDO O CACHORRO. O CACHORRO FOI SEGUNDO ELE, MAS LOGO DEPOIS VOLTOU. ENTÃO COLOQUEI UMA SALSICHA POR AQUELE BURACO DA PORTA, PARA O CACHORRO COMER E IR EMBORA. O CACHORRO COMEU A SALSICHA EM MENOS DE UM SEGUNDO. ERA COMO SE ELE TIVESSE ENGOLIDO ELA. MAS ELE CONTINUAVA ALI OLHANDO A PORTA. ENTÃO JOGUEI OUTRA SALSICHA E DEPOIS OUTRA. O CACHORRO AS COMEU TÃO RÁPIDO QUANTO A PRIMEIRA. FUI ABRINDO A PORTA VAGAROSAMENTE E O CACHORRO FEZ MENÇÃO DE BRINCAR COMIGO. SAI DO QUARTO E FUI JOGANDO AS SALSICHAS PARA ELE. ELE FICAVA PULANDO NA MINHA FRENTE COMO SE QUISESSE BRINCAR. QUANDO JOGUEI A ÚLTIMA SALSICHA, O CACHORRO SIMPLESMENTE SAIU CORRENDO E FOI EMBORA. ENTÃO PENSEI:
__ESTA “PRAGA” SÓ QUERIA AS SALSICHAS.

domingo, 18 de março de 2012

ESTACIONANDO O FUSCA NA PRAÇA / SONHOS

Estava dirigindo um fusca branco. Dirigia com dificuldades, pois o volante virava muito pouco. Quando cheguei a uma praça redonda, quis estacionar o fuça rente ao passeio. Não estava conseguindo devido a curvatura de o passeio ser redondo. Quando dei uma ré, entrei numa garagem batendo o carro no portão desta garagem, que abriu. Fui para frente novamente e assim consegui parar o fusca. Havia uma mulher sentada em um banco que estava em cima do passeio. Acho que seria o ponto de um ônibus. Ela ficou rindo de minha dificuldade em estacionar o carro. Então disse a ela que o importante fui que tinha conseguido.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ENGEQUISA NO BAIRRO ESPLANADA


Estava indo de carro para a Engequisa, empresa onde trabalho. Só que ela ficava no Bairro esplanada. Na última rua do ultimo quarteirão. Ficava na esquina deste quarteirão, que só tinha ela. De ambos os lados era as matas ciliares do Rio Itapecerica. Tinha a porta da frente virada para uma rua e a entrada do carro pela outra rua. Ambas as ruas eram estreitas. Fui chegando com o carro do outro lado da rua, visto que do lado da empresa, não se podia estacionar. Mas não estava encontrando vagas. Quando fui passando em frente a Engequisa, vi que lá dentro o Nathan estava sentado a mesa e em pé estava o Alex, conversando com dois policiais. Fiquei pensando o porquê daqueles dois policiais ali. Como não encontrei lugar para estacionar, tive que manobrar o carro, para voltar e estacionar na rua da entrada para o carro. Quando terminei de fazer isto e fui voltando, vi que os dois policiais já iam bem distante. Eles saíram da Engequisa e eu não tinha percebido. Parei o carro em frente à porta de entrada do carro. Sai do carro e fui ver o que estava acontecendo. Perguntei para o Alex, mas ele disse que não era nada demais.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO


Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.