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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
A BOTA
Estava chegando a uma casa que seria a minha. Ao entrar, vi que a casa esta toda bagunçada. Mas era a bagunça que eu tinha feito no dia anterior. Comecei a arrumar a bagunça, quando ou um barulho no quarto. Chegando lá, vi que uma bota minha, estava andando sozinha. Dei um grito e sai correndo em direção a porta da saída. Fiquei gritando que e tentando abrir a porta, mas não estava conseguindo. Depois de tentar um pouco, consegui abrir a porta e sai correndo de dentro da casa, dizendo ter ali um fantasma.
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Front Federal Hill Rd, Delhi, NY 13753, USA
sábado, 16 de abril de 2011
O FATASMA ALARANJADO
Estava de bicicleta numa estrada que estava muito movimentada. Eu fazia muito esforço para pedalar a bicicleta. A estrada era plana, mas tinha que fazer força como se estivesse subindo um morro. Nisto ouvi alguém dizer que eu não sabia andar de bicicleta. Então fiquei em pé pedalando. Deste jeito que a gente fica quando esta subindo morro montado nela. Mesmo assim, fazia muito esforço. Até que cheguei num local onde eu queria ir. Era um cômodo grande e quadrado, que seria uma igreja. Dentro dele havia uma espécie de guarda-roupas. Havia um padre e algumas pessoas lá dentro rezando, de mãos dadas. Eu fui rezar, encostando a mão nesta espécie de guarda-roupas, que seria onde estaria o Santíssimo. Nisto o padre me chamou para rezar com eles. Então demos as mãos formamos uma roda e fomos rezar. Dentro deste cômodo quadrado, havia uma porta que dava para outro cômodo pequeno. Quando terminamos de rezar, um homem foi até esta porta e abriu para entrar. Os outros disseram para não entrar, porque ali vivia um fantasma, e abrindo a porta, ele poderia sair. O tal homem não acreditou, mas ficou na porta parado, então disse a ele que estava vendo o que seria o tal fantasma. Era uma mulher alta cuja pele era de cor alaranjada. Estava com cara de quem estava com raiva e estava tentando sair, mas com ele na porta, ela não podia. Então disse a ele para entrar somente com a cabeça, que assim empurraria a mulher para dentro e depois viesse fechando a porta junto à cabeça dele, que assim a mulher não sairia. Ele fez isto, fechou a porta e a mulher fantasma ficou presa lá dentro.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
FANTASMAS E ZUMBÍS
Estava vindo pelo passeio do canto da linha, na rua da casa da minha mãe. Vinha com uma toalha nas mãos. Eu iria tomar banho na sede do sindicato dos ferroviários. Mas já havia chegado ao galpão da manutenção não vi a sede do sindicato. Voltei, quando vi a Paula parada ali. Ela então disse que o sindicato estava fechado, por isto eu não tinha visto e passado direto. Ela estava parada na porta do sindicato. Então ela disse que o responsável já estava vindo abrir o sindicato. Quando ele chegou, pedi a chave para entrar e tomar banho. Entrei, tomei banho e fui vestir a roupa num cômodo ao lado. Quando estava vestindo a calça, alguém abriu a porta lateral. Então disse que estava vestindo roupa. Ele fechou a porta e abriu logo em seguida, para entrar algumas pessoas. Terminei e sai, dizendo que não tinha medo de fantasma e nem de zumbi. Sai andando pela sede do sindicato, que era uma mansão antiga e mal assombrada. Fui entrando pelos cômodos, sem medo de nada. Não via nada nem ninguém. Quando fui chegando num cômodo que ficava nos fundos, vi pela porta entre aberta, um casal de velhos, maltrapilhos, sentados no chão e gemendo. Fui indo devagar, até que foi aparecendo outras pessoas. Só que elas tinham só a metade do corpo. Começaram a se arrastarem na minha direção, tentando pegar meu pé. Sai correndo dali. Voltei para aquele cômodo onde troquei de roupa. Havia uma pessoa ali, que me disse que os fantasmas e zumbis, só apareciam à noite na mansão toda. Durante o dia, só ficavam naquele quarto onde eu os tinha visto. Disse que nunca mais voltaria ali. Então esta pessoa disse que era só eu ir à missa domingo às 14 horas, que tudo acabava. Então disse a ele que iria domingo à missa com certeza. Sai dali dizendo que não via a hora de chegar domingo.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
SARVETE NA LATA DE SARDINHA
Estava em uma casa, que seria a minha. O Fernando estava em um quarto e a Nathalia na cozinha. O Fernando estava vendo TV, sentado na cama deste quarto que ficava ao lado da cozinha. Passei pelo quarto, olhei o Fernando lá dentro e fui em direção da Nathalia que vinha com uma lata de sardinha cheia de sorvete, que tinha uma camada marrom em cima. Em cima de tudo uma colherzinha. Ela disse que o sorvete estava com gosto de rapadura. Eu disse que não tinha açúcar, por isto coloquei rapadura nele. Peguei o sorvete e disse que iria arrumá-lo. Desci uma escada e fui até a rua. Chegando à rua eu comecei a comer o que estava na lata de sardinha, só que não era sorvete e sim farofa de ovo. Fui comendo pensando em algo, que não lembro que era. Voltei a esta casa e quando percebi tinha comido quase toda a farofa. Entrei na casa e a Nathalia veio em minha direção. Disse a ela que tinha tirado tudo e só sobrou aquele pouquinho. Ela pegou. Nisto o Fernando disse que as portas do guarda roupa estavam abrindo e fechando sozinhas. Disse que isto não era possível. Nisto vi uma porta abrindo e fechando e vi outra abrindo. Então, com o pensamento desejei que a porta fechasse, dizendo que ali eu decidia tudo. Fiquei pensando na porta fechando e ela fechou. Fui até a cozinha pensando que ali eu mandava e não tinha fantasma nenhum que faria o que eu não quisesse.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
FAZENDO BAGUNÇA NA COZINHA
Estava num cômodo de uma casa. Havia uma TV em cima de uma bancada. Eu liguei a TV e o que estava na imagem, que era um morango, se projetou em cima da mesa, do outro lado, em tamanho maior. Eu chamei a Nathalia e o Fernando para verem. Quando eles chegaram, estava saindo faíscas na ligação da tomada da TV. Então eu a desliguei, para evitar que fechasse curto. Nisto vi que as faíscas estavam saindo do fio terra e isto não teria problemas. Saí da casa, para pegar um arroz para fazer. Eu peguei este arroz e coloquei numa panela e coloquei água e coloquei para cozinhar. Nesta cozinha estava a Nathalia e outra mulher. Então eu disse que ia fazer a projeção novamente. A Nathalia disse que não queria ver, pois tinha medo de fantasma. Então, quando fui mexer o arroz, vi que estava cheio de cavacos de madeira e muito capim. Então lembrei que eu não tinha catado o arroz. Eu fui jogá-lo fora. Nisto o arroz estava dentro de um cabrito pequeno, que estava vivo. Eu virei o cabrito para derramar o arroz, mas ele não ficava quieto. Nisto o cabrito virou um pato que gritava muito. Mas o arroz caiu das costas dele. Eu o soltei e ele saiu em disparada, gritando.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O FANTASMA DO PRÉDIO
Estava no apartamento que já morei há muito tempo. Era noite e estava chovendo. Eu estava dormindo e acordei com o vento batendo a janela do quarto do Fernando. Então eu fui fechar a janela, e quando cheguei lá à janela estava fechada. O Fernando dormia no berço. Voltei e disse para a Iara que os fantasmas do prédio tinham fechado as janelas. Deitei novamente, mas continuava sentindo o vento e chuva lá de fora, que entrava por alguma janela e me atingia. Então, quando fui levantar, para fechar a tal janela.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
FUGINDO DA MULHER FANTASMA
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
O BANHO DO PREFEITO DE CARRO PIPA
Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito ficar jogando água. Depois fui para avenida Antonio Olímpio, juntamente com o Mauri, que foi meu chefe na Rede ferroviária. Na esquina com rua Goiás, veio um carro pequeno, branco, e ao virar na Antonio Olímpio, foi até a contra mão. Nisto ele foi de encontro a dois carros que vinham. Só que não bateu neles, ele passou por eles. Eu e o Mauri viramos na rua Goiás e eu fiquei imaginando aquela cena, até que lembrei que já tinha visto aquele carro antes, e vi que ele já tinha passado dentro de outro carro. Depois que andamos um pouco, eu disse para o Mauri que eu precisava falar com ele. Então eu disse que tinha visto um carro fantasma. O Mauri então começou a me enforcar. Ele dizia que então eu tinha visto o que não devia. Eu com dificuldades de falar, pois quase não respirava, disse que além de ver o carro, eu via o rosto de um homem, olhando para mim, toda vez que eu olhava num espelho. Ele então me enforcava mais ainda. Eu então perguntei se ele iria me matar só porque eu tinha visto o carro fantasma. Ele então me soltou dizendo que "hoje não
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