Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO
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sexta-feira, 12 de março de 2010
O EDREDON EM DUPLICATA

Estava indo pela Avenida primeiro de Junho, quando encontrei com um homem, que parou para dizer que eu deveria comprar para ele, um edredom, e entregar para a mulher que o seguia, pois ele estava devendo a ela um edredom. Fui à direção de uma loja que havia perto da padaria Divinópolis. Nisto uma menininha, que era filha desta tal mulher, correu na minha frente e comprou algo nesta loja, para ela, dizendo que era o tal homem que tinha a mandado comprar. Sai dali com o edredom embrulhado, fui até um salão de beleza e entreguei o tal edredom a uma mulher, que estava fazendo as unhas. Ela abriu o pacote e era um edredom cor de rosa. Ela então disse que estava na hora de eu comprar outro, pois o tal homem deveria comprar para ela, um presente todo mês. Aquele que entreguei, seria do mês passado. Fui voltando para a tal loja, quando a mininha saiu correndo na minha frente, fui até a mesma loja e pediu novamente algo, que não sei o que seria. Pedia vendedora outro edredom e fui levá-lo para a mulher no salão. A menininha chegou à minha frente com um embrulho pequeno na mão. Entreguei a tal mulher o embrulho e quando ela abriu, reclamou de ser outro edredom e ser da mesma cor.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
SAINDO PARA BUSCAR A MARMITA
Estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis, levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que elas não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar algo que não lembro o que era. Nisto lembrei que tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei à direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei à última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me perseguir. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei ao final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo por este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele terminava na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi em um dos galhos desta grande árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da própria árvore. Mas mesmo assim, ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Então voltei voando, fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. E me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados. Daí eu acordei.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
HOMEM COM ROSTO DE CRIANÇA
Estava num quarto, sentado numa cama e encostado na guarda da cama. Havia uma pessoa sentada na beira da cama também. Esta pessoa tinha corpo de adulto, mas o rosto era de uma criança de uns Cinco anos. Eu conversava com esta pessoa, até que o Fernando entrou no quarto. O Fernando tinha uns 2 metros de altura e era bem magrinho. O Fernando estava com umas roupas dele nas mãos. Então ele começou a jogar as roupas dele em cima de mim e desta outra pessoa com rosto de criança. A gente ria muito, e para me proteger, fiquei puxando o edredom. Mas a pessoa com rosto de criança estava em cima dele.
domingo, 23 de novembro de 2008
EU OLHEI NO RELÓGIO DO CELULAR E VI QUE ERAM TRÊS HORAS.
Estava dormindo, quando tocou a companhia. Nisto a Nathalia abriu a porta. Só que a porta da rua era também a porta do meu quarto. Eu sentei na cama, ainda coberto com o Ededron, e vi ali uma pessoa que procurava por alguém chamado Pedro. Eu disse que ali não morava ninguém com este nome. Ele então disse ter errado de apartamento. Eu olhei no relógio do celular e vi que eram três horas. Então eu disse para a Nathalia que nunca vi ninguém chamar na casa dos outros de madrugada.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
HOMEM COM ROSTO DE CRIANÇA
Estava num quarto, sentado numa cama e encostado na guarda da cama. Havia uma pessoa sentada na beira da cama também. Esta pessoa tinha corpo de adulto, mas o rosto era de uma criança de uns Cinco anos. Eu conversava com esta pessoa, até que o Fernando entrou no quarto. O Fernando tinha uns 2 metros de altura e era bem magrinho. O Fernando estava com umas roupas dele nas mãos. Então ele começou a jogar as roupas dele em cima de mim e desta outra pessoa com rosto de criança. A gente ria muito, e para me proteger, fiquei puxando o edredom. Mas a pessoas com rosto de criança estava em cima dele.
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