Era noite. Estava
dentro do que seria o apartamento que eu morava. Este apartamento ficava na Rua
Bahia. Estava em uma sala onde minha filha estava no computador. Nisto chegou a
outra filha minha e foi para o outro computador. Então disse para a minha filha
que já estava ali, para transferir parte da internet para o computador da minha
outra filha. Ela respondeu dizendo que o sistema faria isto sozinho, era só
ligar o computador. Então disse para minhas filhas que eu iria até a casa da
minha mãe para tomar banho. Sai deste apartamento, desci pelo elevador e sai da
Rua Bahia e peguei a Rua Sergipe, visto que este edifício era na Rua Bahia
quase esquina com Rua Sergipe. Desci a Rua Sergipe até a Rua Rio Grande do Sul
e virei em direção a Rua Pernambuco, porque era ali que eu pegava o ônibus para
ir até a casa da minha mãe. Na Rua Rio Grande do Sul, havia várias pessoas,
todos era casal de namorados. Estavam no passeio e no meio da rua. Passei por
eles em direção ao ponto do ônibus que ficava ali perto, nisto percebi que não
tinha trago a carteira e a chave do apartamento. Fui voltando para buscar minha
carteira e chave. Parei e fiquei pensando que não precisaria, pois quando eu
voltasse, era só chamar no interfone que minhas filhas abririam para mim.
Depois fiquei pensando que poderia precisar de dinheiro por isto era melhor
buscar a carteira. Fui voltando para meu apartamento, passando por entre aqueles
casais de namorados.
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domingo, 9 de setembro de 2012
INDO TOMAR BANHO
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
FUGINDO DA GARRA
Estava na Rua Bahia, entre Minas gerais e Goiás. Nisto, no meio da rua, a uma altura de uns 4 metros, veio uma garra bem grande, parecendo destas pás carregadeiras, que se usa para abrir buraco no chão, Eu não via onde ela estava presa. Ela ficava andando por toda a extensão da Rua Bahia. Quando passou por mim, ela parou e veio em minha direção no passeio. Sai correndo até a Rua Goiás e entrei na Rua Goiás. Esta tal garra deslocava muito lentamente e demorou um pouco para chegar à Rua Goiás. Ela passou direto. Eu então sabia que aquelas garras, pegavam aposentados para pedir informações. Eu voltei para o mesmo lugar em que estava. A Nathalia estava ali me esperando. A tal garra veio vindo novamente e me surpreendeu saindo de trás das folhagens de uma árvore. Mas eu consegui correr e voltei para a Rua Goiás. Era noite.
domingo, 9 de março de 2008
O SUSPEITO
Estava em casa, nisto chegaram três mulheres. Uma era filha de um senhor que morei perto da casa dele no Porto Velho. A filha deste homem me entregou o controle remoto da televisão. Mas ele estava sem as pilhas. Eu perguntei onde as pilhas estavam. Ela disse que não sabia e foi indo embora. Eu fui atrás dela e perguntei se ela não tinha pegado e estaria dizendo que não sabia só para ficar com as pilhas. Ela disse que não. Eu estava no apartamento da Rua Bahia. Fiquei pensando que a moça poderia dizer ao pai dela que eu estava dizendo que ela roubou as pilhas e poderia querer vir me matar. Fiquei andando de um lado para o outro, esperando que ele aparecesse. Daí eu imaginei ele entrando no apartamento, com uma arma, apontando para minha cabeça e me dando um tiro. Então imaginei que se isto acontecesse, eu fecharia os olhos e era o fim mesmo, não teria nada para fazer.
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