OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : rindo muito
Mostrando postagens com marcador rindo muito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rindo muito. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de setembro de 2013

RINDO MUITO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

AS PEDRAS PRETAS


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A CRIANÇA RINDO MUITO

--> CLIK AQUI E LEIA OUTRAS HISTÓRIAS INIMAGINÁVEIS



 ESTAVA EM UM CÔMODO ONDE HAVIA UMA PIA, PARECENDO PIA DE LABORATÓRIO. HAVIA UMA MULHER E UM HOMEM ALI. EU SEGURAVA UMA CRIANÇA DE UM ANO MAIS OU MENOS, COM UMA DAS MÃOS, MANTENDO-A NO AR EM CIMA DESTA PIA. ESTA CRIANÇA ESTAVA APENAS DE CAMISA E NÃO USAVA FRALDA. PEGUEI O BRAÇO DA CRIANÇA COM A OUTRA MÃO E FUI ENROSCANDO O BRAÇO DELA EM VOLTA DE SEU PRÓPRIO CORPO. À MEDIDA QUE EU IA FAZENDO ISTO, ESTA CRIANÇA IA FAZENDO COCO. A CRIANÇA RIA MUITO. O TAL HOMEM QUE ESTAVA ALI, LIMPAVA A PIA DO COCO QUE A CRIANÇA TINHA FEITO. CONTINUAVA ENROSCANDO O BRAÇO DA CRIANÇA EM VOLTA DELA MESMA E ELA FAZIA MAIS COCO. QUANDO VI, O BRAÇO DA CRIANÇA TINHA A GROSSURA DE UM DEDO E ESTAVA TODO ENROLADO NA CRIANÇA. A CRIANÇA NÃO PARA DE RIR. DESENROLEI O BRAÇO DA CRIANÇA E ELE VOLTOU AO NORMAL.

sábado, 15 de setembro de 2012

AS TRES MULHERES

-->
 ESTAVA NO QUE SERIA UM LOCAL DE TRABALHO QUE FICAVA NO PORÃO DE UMA CASA, CUJO ACESSO ERA PELA PRÓPRIA CASA. EU E O RICARDO PEGAMOS UMA ESCADA E SAÍMOS DO PORÃO. QUANDO FOMOS CHEGANDO À PORTA DA CASA, PARA SAIRMOS, VIMOS O DONO DA CASA QUE VINHA VINDO. VOLTAMOS RAPIDAMENTE COM A ESCADA PARA O PORÃO. FICAMOS QUIETOS ALI PARA QUE O DONO NÃO PERCEBESSE. NISTO CHEGARAM TRÊS MULHERES NUMA PEQUENA JANELA DESTE PORÃO. ESTA JANELA FICAVA RENDE AO CHÃO DA FRENTE DA CASA. ASSIM COMO NAS CASAS NORTE-AMERICANAS. ELAS RIAM E NOS DIZIAM ALGO QUE EU NÃO ESTAVA ENTENDO. EU PEDIA PARA ELAS PARAREM DE FALAR PARA QUE O DONO NÃO SOUBESSE QUE EU ESTAVA ALI. MAS ELAS CONTINUAVAM A FALAR E RINDO MUITO.



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

ÁGUA PARA O KAUÃ

Estava no que seria a área de iluminação de um edifício. Só que a estrada para os quartos eram nesta área de iluminação. Esta área de iluminação deveria ter uns dez metros de comprimento por uns cinco de largura. A entrada dos quartos ficava para esta área. Todos os quartos eram pequenos. Estava na porta de um destes quartos, conversando com o Josimar. Via algumas pessoas em seus quartos, porque estava com as portas abertas. Havia passarelas de um metro mais ou menos que ligava todos os quartos e a entrada do hotel. Nos quartos do andar de cima o que ficava virado para esta área de luz era as janelas. Algumas pessoas estavam nestas janelas. Estas passarelas ficavam a mais ou menos um metro do chão. Fui andando por uma destas passarelas quando vi no chão, entre elas, o Kauã, filho da Paulina, que tem um ano. Ele estava de pé e estendeu os braços me pedindo para pegá-lo no colo. Peguei-o pelas mãos e fui puxá-lo até meu colo. Quando fazia isto os braços dele esticavam e ficavam com quase um metro de comprimento mais ou menos e ele nem sai do chão. Tentei umas três vezes. Então decidi descer desta passarela, pulando para onde o Kauã estava. O peguei no colo, subi na passarela novamente e o Kauã então me disse:
__Quero um copo de água.
__porque quer água? Perguntei.
__Uai, porque estou com sede. Ele disse.
Nisto comecei a fazer cusquinhas na barriga dele. Ele ria muito. As pessoas do quarto e janela estavam olhando pra gente. Depois de rir bastante, parei de fazer cusquinha e o Kauã então disse:
__continuo com sede. Quero água.
__tá bom tá bom, vou pegar a água para você. Respondi.
Fui em direção ao quarto do Josimar para pegar água.

sábado, 1 de setembro de 2012

SUBIR RINDO EH IMPOSSÍVEL

ESTAVA EM UMA EMPRESA. ESTAVA DENTRO DE UM GRANDE GALPÃO. HAVIA ALGUMAS PESSOAS ALI. EU HAVIA TERMINADO UM SERVIÇO E FUI SAINDO. DENTRO DESTE GALPÃO, PARA SAIR, HAVIA UMA RAMPA QUE DEVERIA TER UNS DEZ METROS DE COMPRIMENTO. EU SAIA COM UMA ESPÉCIE DE MALETA. EU RIA DE ALGUMA COISA QUE NÃO LEMBRO. SUBINDO A RAMPA RINDO, QUANDO FUI CHEGANDO NO MEIO DELA, NÃO DEI MAS CONTA DE SUBIR. QUANTO MAIS EU RIA, MAS EU IA VOLTANDO RAMPA ABAIXO. ENTÃO DISSE PARA A PESSOA QUE ESTAVA NO INICIO DA RAMPA, QUE ERA IMPOSSÍVEL SUBIR A RAMPA CARREGANDO ALGUMA COISA, SE ESTIVER RINDO. A PESSOA DUVIDOU DE MIM E FOI TENTAR SUBIR A RAMPA CARREGANDO A MALETA QUE ESTAVA COMIGO. MAS ELE COMEÇOU A RIR E NÃO CONSEGUIU SUBIR A RAMPA. TENTEI NOVAMENTE, MAS NÃO CONSEGUIA, PORQUE RIA MUITO. ENTÃO DISSE PARA O HOMEM QUE SERIA O CHEFE ALI, QUE ELE TERIA QUE FAZER OUTRA SAÍDA PARA MIM, SEM QUE TIVESSE RAMPA PARA EU PODER IR EMBORA.

domingo, 22 de maio de 2011

APAGANDO AS PEDRAS DO JARDIM


Estava num quarto que ficava no segundo andar de uma casa. Havia uma mulher deitada na cama de casal e algumas outras pessoas sentadas por ali. A mulher da cama dizia para as outras pessoas, que eu não acentuava as palavras ao falar. Eles riram de mim. Eu dizia que não acentuava as palavras, para ficar mais fácil das pessoas entenderem. Nisto cheguei ao que seria um jardim de inverno que tinha na janela do quarto. O piso deste jardim era de pedra de calçamento. Lá em baixo, vi quatro camas de solteiro com quatro mulheres deitadas e cobertas. Fiquei pensando porque elas não estariam vibrando por eu aparecesse na janela. Nisto, coloquei o pé em uma das pedras daquele jardim de inverno, mas ela caiu lá em baixo. Depois coloquei em outra, pois eu queria apagar tudo. Quando eu colocasse o pé na pedra, deveriam aparecer escrito as opções do que eu queria fazer, assim como quando a gente coloca a seta do mouse do computador, numa foto por exemplo. Aparecem todas as opções do que podemos fazer. Fiz isto em duas outras pedras, tocava com o pé, mas a lista do que podia fazer não aparecia, desiste de apagar as pedras e me verei para dentro do quarto novamente, quando vi que as paredes estavam com papel de parede, sendo que antes não havia. As pessoas ali continuavam rindo do fato de eu não acentuar as palavras ao falar.