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domingo, 9 de setembro de 2012

INDO TOMAR BANHO

Era noite. Estava dentro do que seria o apartamento que eu morava. Este apartamento ficava na Rua Bahia. Estava em uma sala onde minha filha estava no computador. Nisto chegou a outra filha minha e foi para o outro computador. Então disse para a minha filha que já estava ali, para transferir parte da internet para o computador da minha outra filha. Ela respondeu dizendo que o sistema faria isto sozinho, era só ligar o computador. Então disse para minhas filhas que eu iria até a casa da minha mãe para tomar banho. Sai deste apartamento, desci pelo elevador e sai da Rua Bahia e peguei a Rua Sergipe, visto que este edifício era na Rua Bahia quase esquina com Rua Sergipe. Desci a Rua Sergipe até a Rua Rio Grande do Sul e virei em direção a Rua Pernambuco, porque era ali que eu pegava o ônibus para ir até a casa da minha mãe. Na Rua Rio Grande do Sul, havia várias pessoas, todos era casal de namorados. Estavam no passeio e no meio da rua. Passei por eles em direção ao ponto do ônibus que ficava ali perto, nisto percebi que não tinha trago a carteira e a chave do apartamento. Fui voltando para buscar minha carteira e chave. Parei e fiquei pensando que não precisaria, pois quando eu voltasse, era só chamar no interfone que minhas filhas abririam para mim. Depois fiquei pensando que poderia precisar de dinheiro por isto era melhor buscar a carteira. Fui voltando para meu apartamento, passando por entre aqueles casais de namorados.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

DESCENDO A RUA CORRENDO

Um homem descia a Rua Pernambuco, correndo, parecendo que fugia de alguém. Sempre olhando para trás. Mas não havia ninguém na rua. Somente ele. Eu estava parado em frente a cooperativa da rede, quando ele passou por mim e pediu para que eu o seguisse. Ele continuou correndo, mas não o segui. Chegando à primeiro de junho, ele foi em direção a catedral. Nisto sai andando, para ver aonde ele ia. Quando cheguei na esquina da primeiro de junho, ele estava sentado na beira do passeio. Perguntei o que ele queria comigo. Ele disse que nada, nunca tinha me visto. Que eu estava ficando doido. Continuei subindo a primeiro de junho e fui até a caixa federal. Quando entrei, o tal homem que vinha correndo, já estava lá, usando o uniforme de guarda da caixa. Eu fiquei por entender como ele tinha chegado primeiro que eu. Ao passar por ele, ele me perguntou se eu tinha corrido muito. Então disse que não tinha corrido. Ele então falou que eu corri sim, pois eu tinha descido a Rua Pernambuco correndo. Achei que ele não fosse bom da cabeça e me afastei. Sai da caixa federal e fui em direção a casa da minha mãe. Quando estava chegando à casa da minha mãe, vi que tinha um homem no portão, vestindo uniforme de policia. Pensei que não iria lá de jeito nenhum, porque sabia que seria o tal homem da caixa federal.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

O ESCUDO INVISÍVEL
















Era noite, e eu estava voando pela rua Pernambuco em direção à Esplanada. Eu voava baixo, quase tocando o chão. Vi que passei por uma pessoa que ia andando com as mãos no bolso, como quem sentia frio. Fui voando até a casa da minha mãe. Eu tentei entrar na casa da minha mãe, mas não conseguia. Parecia que havia um escudo invisível que me impedia de entrar na casa da minha mãe. então resolvi voltar a pé. Fui subindo a Rua Pernambuco, quando fui passando pela pessoa que vi com as mãos no bolso. Ela comentou que tinha visto uma pessoa voando. Disse que era impossível alguém voar. Mas esta pessoa insistia em dizer que tinha visto alguém voando ali. Continuei meu caminho, prometendo a mim mesmo, tomar mais cuidado quando estivesse voando, para que ninguém mais me visse