sexta-feira, 17 de julho de 2009
ACERTANDO AS CONTAS
Estava num local, onde parecia ser um grande pátio. Estava anoitecendo. Nisto chegou duas crianças chorando perto de mim, dizendo que queriam colo. Peguei as duas no colo e sai andando, até chegar numa pequena escada onde sentei. Nisto disse a uma delas, que tinha que tomar o remédio. Tirei um envelope com remédio do bolso para dar a criança. Nisto chegou um homem e uma mulher perto de mim, O tal homem disse que precisou tomar aquele remédio e não tinha encontrado, Disse a ele que tinha encontrado no porão. Coloquei as duas crianças no chão, quando veio uma mulher, japonesa, chorando em minha direção. Fui ao encontro dela. Ela vestia um blusão de pele, parecendo àqueles usados no Alaska, ou locais que cai neve. Sai com ela, andando, entramos num corredor, que ficava naquele grande pátio, e era feito de tela. Aquelas usadas para fazer galinheiro. Vim andando com ela, quando vieram cinco homens, todos vestidos iguais a ninja. Todos de preto. Pegaram esta mulher e levaram para um cercado que tinha no final deste corredor, que era bem largo. O cercado era feito de cortinas. Ficaram lá dentro. Eu tentava olhar, mas não conseguia ver o que estava acontecendo. Nisto saiu um destes ninjas e veio até mim, dizer que eu não podia ficar com aquela mulher, porque eu não era oriental. Fui indo embora pelo corredor, quando cheguei no pátio, que era imenso. Havia ali uma máquina muito grande, parecida com uma caldeira imensa. Havia uma esteira rolante que ficava constantemente jogando entulhos dentro desta maquina, e sai um liquido do outro lado. Nisto dois homens chegaram até mim, dizendo que era para eu ligar o cabo da televisão ali num pequeno motor que fazia parte daquela imensa máquina. Este pequeno motor era uma espécie de compressor. Ficava apenas jogando ar. Eles disseram para eu ligar ao cabo da TV ali, pois assim eu teria todos os canais de TV para ver. Pois a TV a cabo funcionava a ar comprimido. Fiquei imaginando como fazer aqui, até que veio um caminhão, deste fora de estrada, abrindo uma rua no meio deste pátio, perto desta grande máquina. Ele na verdade, ligou uma rua que havia de um lado e continuava do outro lado deste grande pátio. Entrei então por esta rua e via algumas pessoas sentadas à mesa, comendo e bebendo. Era o refeitório da empresa. Havia uma faixa pendurada na porta. Como estava meio escuro, aproximei para conseguir ler. Dizia que a gente tinha que devolver tudo em 15 dias. (não sei o que seria este tudo). Nisto tive vontade de ir ao banheiro. Então não quis ir ao banheiro do refeitório e fui no banheiro dos trabalhadores. Para entrar neste banheiro, tinha uma pequena escada de uns 5 degraus, pois o banheiro ficava um pouco elevado. Quando abri a porta, vi vários homens brigando, sendo que alguns deles estavam vestidos como ninja. Voltei e vi dois policiais parados abaixo desta escada. Eles também estavam vestidos de preto. Então disse a eles que estava havendo uma briga no banheiro. Abri a porta e ele viu a briga. Eles entram no banheiro e começaram a brigar também. Entrei e subi uma escada tipo caracol, que me levava na parte de cima. Quando cheguei lá, veio um homem e disse que riria brigar comigo, para acertar nossas contas. Disse q ele que nem o conhecia e não iria brigar. Nisto ele começou pulando igual à ninja e bateu os pés no meu peito, me mando longe. Então comecei a descer a escada novamente. Ele foi descendo, pulando igual um ninja, se agarrando na parede. Quando chegamos lá em baixo, disse a ele que a policia estava ali. Ele olhou para os policiais e disse que a gente iria brigar em outra ocasião. Ele foi embora, sai do banheiro e fui indo por aquela rua aberta pelo caminhão. Então fiquei pensando como estaria aquela máquina gigante que tinha ali. Fui até aquela máquina. O caminhão estava retirando ela do lugar. Então pensei que a TV a cabo não funcionaria, pois a maquina tinha parado de funcionar.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
OS TRENS BATENDO
Era noite. Estava numa passagem de trem. Neste trecho da linha de trem, havia uma divisão, onde saia duas linhas de trem, e uns 50 metros depois, elas se juntavam novamente. Esta bifurcação era só para manobras. Assim como é ali na passagem do bairro esplanada. Estava ali esperando o trem que vinha vindo. Quando o trem passou, três vagões se desprenderam e ficaram nesta linha que tinha uns 50 metros. Mas os outros continuaram sendo puxados pela locomotiva. Estes três vagões que se desprenderam, com a velocidade, vieram até o encontro da linha novamente. Só que ao baterem do trem que passavam, voltaram os 50 metros e bateu novamente no outro encontro das linhas, pois a locomotiva puxava muitos vagões. Eles ficaram deste jeito, indo e voltando umas três vezes. Mas a velocidade deles foi aumentando. Nisto, quando vieram mais uma vez para bater na locomotiva que passava, e isto era perto de onde eu estava, sai correndo. Eles bateram, saíram da linha e um veio na minha direção. Escondi atrás de um poste da Cemig que tinha ali. O vagão parou pertinho de mim. Os três tinham virando uma bola gigante de ferro retorcida. A locomotiva continuava, como se nada tivesse acontecido.
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