Estava em minha casa. Era de madrugada. Minha casa era na verdade o terraço de um prédio de uns 10 andares. Não tinha cobertura, ficava ao relento mesmo. Como o prédio tinha um formato em “L”, meu quarto ficava num dos cantos deste “L”. Estava dormindo e todo coberto, no piso da laje, já que não tinha cama, quando ouvi um barulho de marteladas. Olhei e era um morador de um prédio mais alto que onde eu morava que estava pendurado do lado de fora do apartamento, com uma marreta e talhadeira, tentando cortar o que seria as pontas de uma ferragem da construção. Gritei com ele, dizendo que eram 3 e meia da madrugada. Que ele não podia fazer aquele barulho todo. Ele então atirou a marreta em minha direção, vindo a cair perto de mim. Mas ele sai de onde estava e entrou pela janela de seu apartamento, dizendo que a casa era dele e ele fazia o que quisesse e à hora em que quisesse. Nisto ouvi um barulho nesta laje onde eu dormia. Fui ver e vi a Nathalia sentada em uma cadeira, assistindo uma TV de 20 polegadas, destas bem antigas, que estava em cima da mesa do computador. Perguntei a ela sobre os moveis da sala e a TV de LCD. Ela disse que o Fernando tinha levado tudo. Nisto vi o Fernando e a Polyana dormindo ali no piso da laje, já que não tinha cama. Tentei acordar o Fernando para saber o que ele tinha feito com os móveis, mas ele não acordava de jeito nenhum. Nisto vi o visinho do prédio em frente, subindo pela janela do apartamento dele, com arco e serra na mão, para serrar as tais pontas de ferragens. Ele foi dizendo que iria cortar as ferragens e que não estava nem ai para que estive reclamando do barulho. Voltei para onde era meu quarto e vi dois meninos do lado de fora, observando, fiquei pensando como eles poderiam estar ali, se não tinha beiral algum para eles ficarem em cima. Imaginei que eles só podiam estar flutuando. Fui até eles e pedi que fosse embora, mas eles não saiam dali. Então voltei para o que seria meu quarto e fui dormir, olhando o tal visinho serrando as ferragens do lado de fora de seu prédio.
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domingo, 10 de julho de 2011
segunda-feira, 22 de junho de 2009
VENDO DIVINÓPOLIS NO PLANETA
Estava num local meio esquisito. Só que não me via ali, via apenas a imagem que vinha a minha frente. Como uma câmera de TV filmando de um helicóptero em vôo rasante. Ia aparecendo o caminho por aonde ia esta possível câmera de TV que não existia. Eu via as imagens e depois ela começou indo muito rápido. Nisto entrou num abismo muito fundo. Quando ia caindo, a imagem do fundo do abismo se transformou no planeta terra, quando visto do espaço. Foi aproximando, e invés de aparecer os continentes, como são no planeta, foi aparecendo o mapa da cidade de Divinópolis, como se toda a terra fosse apenas Divinópolis. A imagem foi descendo até que chegou no chão novamente.
domingo, 24 de maio de 2009
CONVERSANDO COM MEU PAI
Estava sentado num sofá, e outra pessoa estava sentada em outro ao lado. Na minha frente tinha uma TV. Na TV um homem dizia que era hora de dizer alguma coisa ao pai. E disse que era minha vez. Nisto apareceu a foto de meu pai na TV com o narrado dizendo que era minha hora de falar com meu pai, caso eu quisesse. Então comecei falando que gostava dele, que tudo que eu era de bom, foi graças a ele que me ensinou, principalmente a honestidade e caráter. Disse que apesar das desavenças que houve entre a gente, eu pedia perdão e perdoaria ele, se tivesse algo a perdoar. Depois disse que se quisesse ter um novo pai, queria ele novamente.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
FAZENDO BAGUNÇA NA COZINHA
Estava num cômodo de uma casa. Havia uma TV em cima de uma bancada. Eu liguei a TV e o que estava na imagem, que era um morango, se projetou em cima da mesa, do outro lado, em tamanho maior. Eu chamei a Nathalia e o Fernando para verem. Quando eles chegaram, estava saindo faíscas na ligação da tomada da TV. Então eu a desliguei, para evitar que fechasse curto. Nisto vi que as faíscas estavam saindo do fio terra e isto não teria problemas. Saí da casa, para pegar um arroz para fazer. Eu peguei este arroz e coloquei numa panela e coloquei água e coloquei para cozinhar. Nesta cozinha estava a Nathalia e outra mulher. Então eu disse que ia fazer a projeção novamente. A Nathalia disse que não queria ver, pois tinha medo de fantasma. Então, quando fui mexer o arroz, vi que estava cheio de cavacos de madeira e muito capim. Então lembrei que eu não tinha catado o arroz. Eu fui jogá-lo fora. Nisto o arroz estava dentro de um cabrito pequeno, que estava vivo. Eu virei o cabrito para derramar o arroz, mas ele não ficava quieto. Nisto o cabrito virou um pato que gritava muito. Mas o arroz caiu das costas dele. Eu o soltei e ele saiu em disparada, gritando.
sábado, 17 de novembro de 2007
A RODA GIGANTE E A PIRA OLÍMPICA
Estava num local, num campo aberto com algumas árvores. Havia muitas pessoas lá. Todos sentados, como se fossem num campo de futebol. Gritavam muito. Eu estava sentando á mesa juntamente com mais 3 pessoas. Havia um corredor de pequenas árvores num pequeno abismo, que ficava entre onde eu estava e a maioria das pessoas. Nisto um homem se aproximou de um portão redondo, parecido com rede de dormir, só que esticada. Nisto uma flecha atingiu este portão, ele pegou fogo e empurrou uma roda de uns 4 metros de diâmetro, que saiu rolando e sumiu. Nisto veio um pneu de carro rolando, pegando fogo, e bateu num painel que estava perto de mim. Nisto este painel se acedeu, como se fosse uma pira olímpica. Todos queriam saber o que aconteceu. Então, como se fosse uma tv, a cena se repetiu novamente, só que desta vez, eu via tudo que aconteceu, como se estivesse em cima de todos. Todos viam assim. A roda grande saiu, foi até um ferro velho, bateu nos entulhos que tinham ali, e caiu em cima de vários pneus de carro, um pegou fogo e saiu rolando ate chegar nesta espécie de pira olímpica. Nisto todos começaram a gritar, ovacionando o que aconteceu e dizendo que a Rede Globo era espetacular, já que foi os engenheiros dela que prepararam tudo. Então eu comentei com um homem que estava ao meu lado, de que esses engenheiros eram inteligentes demais. Então, alguém pegou o microfone e começou a falar que todos tinham que pagar o IPTU. As pessoas começar a rir dizendo que ele estava misturando as coisas. Mas ele então disse que o governador Antonio Garotinho, precisava do IPTU. Eu levantei e por uma fresta, vi o homem que falava no microfone, mas não vi seu rosto, pois ele estava de costas para mim. Então peguei uma toalha que estava pendurada ali e enxuguei meu rosto e minhas mãos. O dono da toalha ficou me olhando, mas não disse nada.
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