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sábado, 17 de dezembro de 2011
RESGATE DE HELICÓPTERO
Estava numa rua, que não sei qual era. Nesta rua havia alguns furos no chão, do tamanho de um abola de gude. Estes furos estavam espalhados pela rua, aleatoriamente. Quando ia andando por esta rua, saía destes furos, uma ponta fininha de aço. Ela subia uns 10 centímetros e tinha a grossura de uma agulha. Estas agulhas subiam e desciam muito rapidamente. Fiquei pulando, me desviando delas e tentando não pisar nas mesmas. Eram muitas e por toda a rua. Então decidi parar e esperar que elas não saíssem mais nos buracos, para eu poder ir embora. Mas elas não paravam de jeito nenhum. Nisto veio um helicóptero com um gancho pendurado, passou por mim. O gancho pegou na gola da minha camisa e saiu me levando dali. Chegando a um gramado tipo campo de golfe, o helicóptero me desceu até o chão e foi embora. Não via ninguém ali, apenas aquele gramado verdinho.
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
2-30 Montgomery St, Newark, NJ 07103, USA
sexta-feira, 11 de julho de 2008
A QUEDA DOS HELICÓPTEROS
Eu, e muitas outras pessoas, estávamos num local perto das margens de um rio. Era um local gramado com algumas árvores um pouco mais adiante. A gente estava esperando chegar, dois jogadores de futebol. Um era do Cruzeiro e o outro do Ipatinga. Eles estavam apostando uma corrida até Divinópolis. Nisto vi dois helicópteros chegando e voando sobre o Rio. Assim ficamos sabendo que o dois jogadores estavam chegando. Estes helicópteros eram diferentes, Parecia um avião bimotor, só que sem asas, e as hélices eram na frente e bem grandonas. Um dos helicópteros voou pertinho do rio, e quando foi subindo, a hélice parou e ele caiu no barranco do outro lado do rio. Mas não pegou fogo nem explodiu. Nisto uma mulher desceu o barranco e foi tirando o piloto lá de dentro. Quando olhei para trás, vi que perto das árvores, tinha caído outro helicóptero. Também não explodiu e nem pegou fogo. Nisto chegaram duas pessoas e fui tirando o piloto lá de dentro. Eles os arrastavam pelo pé. Ele saiu segurando um cigarro aceso nos dedos e fumando. Mesmo sendo arrastado pelos pés, ele vinham como se não tivesse acontecido nada. Sai dali e fui para a casa dos meus pais. Meu pai estava deitado na cama com minha mãe. Algumas pessoas estavam contando para eles que o helicóptero tinha caído. Eu então cheguei e falei que o homem tinha saído com o cigarro aceso e fumando, depois da queda. Depois quando fui indo para meu quarto, vi que minha sunga de praia estava jogada no chão e quem passava a chutava. Eu reclamei dela estar ali. Peguei, coloquei na gaveta.
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