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A QUEDA DOS HELICÓPTEROS

Eu, e muitas outras pessoas, estávamos num local perto das margens de um rio. Era um local gramado com algumas árvores um pouco mais adiante. A gente estava esperando chegar, dois jogadores de futebol. Um era do Cruzeiro e o outro do Ipatinga. Eles estavam apostando uma corrida até Divinópolis. Nisto vi dois helicópteros chegando e voando sobre o Rio. Assim ficamos sabendo que o dois jogadores estavam chegando. Estes helicópteros eram diferentes, Parecia um avião bimotor, só que sem asas, e as hélices eram na frente e bem grandonas. Um dos helicópteros voou pertinho do rio, e quando foi subindo, a hélice parou e ele caiu no barranco do outro lado do rio. Mas não pegou fogo nem explodiu. Nisto uma mulher desceu o barranco e foi tirando o piloto lá de dentro. Quando olhei para trás, vi que perto das árvores, tinha caído outro helicóptero. Também não explodiu e nem pegou fogo. Nisto chegaram duas pessoas e fui tirando o piloto lá de dentro. Eles os arrastavam pelo pé. Ele saiu segurando um cigarro aceso nos dedos e fumando. Mesmo sendo arrastado pelos pés, ele vinham como se não tivesse acontecido nada. Sai dali e fui para a casa dos meus pais. Meu pai  estava deitado na cama com minha mãe. Algumas pessoas estavam contando para eles que o helicóptero tinha caído. Eu então cheguei e falei que o homem tinha saído com o cigarro aceso e fumando, depois da queda. Depois quando fui indo para meu quarto, vi que minha sunga de praia estava jogada no chão e quem passava a chutava. Eu reclamei dela estar ali. Peguei, coloquei na gaveta.

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