Estava na casa da minha mãe, quando ouvimos um barulho no terreiro. Estava anoitecendo. Saímos para ver o que era. E lá tinha um homem em cima do pé de jabuticabas, colhendo as mesmas. Eu comecei a gritar com ele, dizendo que aquelas jabuticabas eram minhas. Ele não se importava, continuava colhendo e colocando dentro de uma balde que estava pendurado num galho. Nisto ele desceu do pé de jabuticabas, saiu andando e deixou o balde. Eu subi para pegar o balde, e quando cheguei lá em cima, vi que o balde estava preso ao galho. Fiquei pensando como aquilo seria possível. A não ser que alguém tivesse colocado o balde ali, quando o galho foi nascendo e ele acabou por ficar preso. Olhei o balde e ele não tinha nenhuma jabuticabas dentro. Fiquei pensando como ele conseguiu sair com toda aquelas jabuticabas, sem a gente ver.
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sexta-feira, 10 de abril de 2009
segunda-feira, 2 de junho de 2008
PARA O TRABALHO, COLHENDO JABUTICABAS
Eu estava num local, que não sei onde, indo trabalhar. Eu sei que sempre passava por aquele lugar. Parecia um campo aberto, meio escuro e com algumas árvores. Nisto cheguei debaixo de alguns pés de jabuticabas. Havia algumas jabuticabas bem grandes. Eu fui tentar pegá-las, mas vi que estava todas furadas e já meio podres. Eu fiquei pensando como eu não tinha visto elas ali, se passava todos os dias no mesmo local. Depois, para pegar meu cartão de ponto, eu tinha que subir em algo que parecia um vagão de locomotiva. Eu subi, peguei meu cartão e pulei do outro lado. Depois fiquei pensando porque o cartão ficava em cima deste vagão.
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