OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : caldeira
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terça-feira, 17 de abril de 2012

O TREM DENTRO DO GALPÃO

Estava indo para uma empresa, fazer o serviço de medição da qualidade do ar. Parei o carro nas proximidades desta empresa. Entrei e a sala de espera parecia uma agência de banco. Estava com uma garrafa de um litro, plástica, nas mãos, para coletar amostras. Sabia que tinha que usar o elevador se quisesse ir onde eu queria. Passei por entre algumas pessoas, achando que o elevador estivesse ali. Mas não o encontrei. nisto vi um guarda subindo uma rampa que dava acesso a parte de baixo. Cheguei ao guarda corpo e vi uma caldeira lá em baixo. Era lá que eu deveria fazer a medição, só que não sabia como descer. Olhei em volta e o local onde eu estava era tipo um galpão muito cumprido, largo e tinha um trilho de ferrovia passando no meio dele e fazendo uma curva cuja que o levava a uma saída na lateral deste galpão. Então vi que envia um trem puxando muitos vagões e vinha muito rápido. Este trem puxava vagões do tipo prancha. Ao lado deste galpão, oposto ao que o trem entraria, havia um corredor aberto que deveria ter uns 4 metros de largura. Vendo o trem vindo muito rápido, temi que os vagões pudessem descarrilhar e fui em direção a este corredor, pois havia várias portas ligando ele ao grande galpão. O trem passou velozmente e foi passando os vagões até que os dois últimos vagões não fizeram a curva e descarrilharam e foram para este corredor aberto onde eu estava. Os vagões foram batendo nas paredes e parou perto de mim. Eu já estava apavorado sem saber para onde ir. Sai deste corredor e vi várias pessoas correndo gritando sobre os vagões terem descarrilhado. Eu tentava dizer que não tinha acontecido nada, mas as pessoas gritavam e corriam de um lado para outro.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

EXPLOSÃO DA CALDEIRA NO SUPERMERCADO


Estava em um supermercado. Estava em um corredor,ao lado de uma grande prateleira, procurando por algum produto. Nisto umascaixas de velas começaram a cair desta prateleira. Fui tentando pegar ascaixinhas de velas e colocá-las novamente na prateleira. Mas começaram a cairmuitas de uma vez. Então virei para um funcionário que estava ali perto,dizendo que tinha tentando colocar de volta, mas elas não paravam de cair.Nisto chegou uma funcionária do supermercado, dizendo que o pé daquelaprateleira, estava dobrando com o peso. Olhei e vi o pé, que era de ferro,dobrando aos poucos, fazendo com que a prateleira ficasse inclinada ecomeçassem a cair todos os produtos. Corri para o outro lado da prateleira, commedo que ela caísse em cima de mim. Duas pessoas correram comigo. Quandocheguei do outro lado, vi que a prateleira tinha ali uma caldeira de locomotivaa vapor. Esta caldeira estava tombando. Falei com um homem que estava ao meulado, que se ela tombasse para nosso lado, a gente não tinha como correr. Masela tombou para outro lado. Então disse que ela poderia explodir e se istoacontecesse, a gente estava perdido. Havia uma coluna de concreto quesustentava o galpão, que deveria ter um metro quadrado. Fiquei atrás destacoluna, segurando um travesseiro. Disse ao tal homem que estava comigo, que sea caldeira explodisse talvez a coluna protegesse a gente, e que eu iria colocaro travesseiro no rosto, para não queimá-lo, no caso de uma explosão. Nisto vium funcionário olhando a caldeira, que estava tombada, de perto. Imaginei entãoque não havia risco de explosão. Neste momento houve uma explosão, mas foijogando a caldeira para cima. Ela atravessou o telhado, saindo meio que inclinada.Disse para o tal homem para corrermos dali, pois, pela direção que ela tinhafurado o telhado, cairia justamente onde à gente estava e ai, ela iriaexplodir. Correndo, encontrei com o Cândido. Ele me perguntou se eu iria aoaniversário dele. Disse que sim, iria estar lá. Ele então disse que só queriasaber.