Pular para o conteúdo principal

NA MESA, COM ALEXANDRE GARCIA


Estava num campo aberto, onde havia uma mesa grande. Estava sentado à mesa, juntamente com outras 20 pessoas, mais ou menos. Sendo que uma delas era o jornalista da Rede Globo, Alexandre Garcia. Eu tentada ler alguma coisa, em um livro que estava em minha frente. Falava algo sobre a família Amaral. Isto, na página de numero três. Havia umas tirinhas de papel colorido pregado nesta folha, que ficava atrapalhando eu ler tudo ali. Nisto o Alexandre Garcia, disse que era para a gente ir para a página 39. E pediu que a gente fizesse o que estava pedindo naquela página. Fiquei preocupado de como iria fazer, pois pensei que a gente ia de página em página. A página 39 eu ainda nem tinha lido, para saber o que tinha ali. Pensei em sair dali e não participar do que estava acontecendo. Só que atrás da gente, havia alguns homens vestidos de terno preto, que pareciam segurança. Assim mesmo levantei, mas, estes homens me fizeram volta para a mesa. Sentei e imaginei que seria o que Deus quisesse.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

OS 5 LOCAIS MAIS BONITOS DA CHAPADA DIAMANTINA

MORRO DO INÁCIO
CACHOEIRA DOS MOSQUITOS
POÇO ENCANTADO
GRUTA PRATINHA
CACHOEIRA DA FUMAÇA

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…