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ATRAPALHADO, SEM BONÉ E COM CRIANÇA DE COLO

Estava andando numa rua que não conhecia. Estava anoitecendo. Nisto passei a mão na cabeça e vi que não estava usando o boné. Fiquei pensando como eu fui esquecer o boné. Nisto passei perto de uma espécie de fundição. Então uma pessoa me viu e veio me cumprimentar, dizendo que não me via há muito tempo. Entrei na fundição, conversando com ele. Depois voltei e vi um monte de terra de fundição, com uma grande peça em cima. Bati o pé na peça, para ver se ela estava presa. Nisto esta peça veio escorregando, com toda a terra. Chegaram dois homens para impedir que a tal peça e a terra caísse toda. Eles seguraram e depois ficaram me dizendo que eu só fazia coisa errada e em tudo que eu encostava, atrapalhava. Então sai dizendo que eu era um azarado mesmo. Nada dava certo pra mim. Entrei num supermercado, com uma criança de uns dois anos no colo. Esta menina tinha o rosto da Ana, do BBB 9. Eu tentava tirar o dinheiro da carteira, segurando a menina e não conseguia. Depois sai dali, com esta menina no colo. Fui por umas ruas que tinha uns 2 metros de largura só. Tinha casa dos dois lados. Nisto passei perto de uma mulher com duas crianças. Esta mulher disse que se eu não quisesse a deixarela pegar, não tinha problema. Então voltei para entregar a menina que estava no meu colo, para esta mulher. Mas a criança começou a chorar, não querendo ir. Então eu disse a ela que aquela também era sua avó, só que por parte de pai, e a que tinha morrido, era por parte de mãe. Então ela foi ao colo desta mulher morena. Ela pegou a criança e ficava dançando com ela no colo. Depois colou ela sentada ao lado de outra que deveria ter uns 5anos. Nisto, esta criança maior, ficou tirando foto das duas, com um celular. Eu fui indo embora.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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