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NO TEATRO DE VIDRO



Estava dentro das oficinas da RFFS/A e lá havia um cômodo grande, todo cercado de vidros. Estava lá dentro e comigo várias pessoas. Eu estava segurando uma sacola do ABC, não sei o que havia lá dentro, ao lado de um homem que conversava com uma mulher, que seria a responsável por aquele cômodo, que na verdade era um teatro. Ela disse a ele que a capacidade era para trinta pessoas. Que ele podia fazer sim. Saímos dali e na rua da casa da minha mãe, fui dizendo a ele que eu tinha apresentado uma peça naquele teatro e que tinha sido aplaudido e teve até gritos de incentivo. Que era para ele não desanimar. Fui para um local, onde havia um grande portão, havia três mulheres do outro lado e um homem. Eu fui entrar neste portão e ele caiu, quase atingindo este homem. Disse para a mulher que estava sentada ao lado deste portão, que deveria ter um aviso que ele estava quebrado. Entrei e cheguei num cômodo onde havia duas mulheres atrás de um balcão. Então perguntei a uma delas, se ainda tinha merenda para vender. Elas ficavam conversando e não me respondia.
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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

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