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Mostrando postagens de Junho 29, 2008

OS CARTÕES FLUTUANTES

Estava num local, era todo aberto e estava de noite.
Eu tinha que avaliar algumas pessoas, pela cor de um cartão. Eu deitei no chão e em cima de mim havia cartões gigantes que estavam suspensos, não sei como. Eu pegava um cartão da mesma cor e levantava ele, nisto eu estava dando pontos para o cartão igual, que estava suspenso. Eu fiquei fazendo isto durante muito tempo. Havia várias pessoas ali. Quando terminei, um cartão atingiu 10 pontos, se tornou ganhador. Nisto o Nenê meu irmão chegou perto de mim e disse que comecei às 11 horas e só terminei uma da tarde, que tinha demorado demais. Eu disse que era para fazer diferente no ano seguinte, pois eu sabia de quem era o cartão, e assim poderia dar a vitoria a quem eu quisesse.

CHUVA COM VENTO MUITO FORTE

Estava escuro. Eu vinha pela Rua Rio de Janeiro, quando encontrei com o Tonhão, meu irmão, vindo da Antonio Olimpio. Nós no cumprimentamos rapidamente, com um aperto de mão. Ele disse que não me via a muito tempo, mas em tom de ironia, pois tinha nos visto no dia anterior. Eu segurava um pedaço de papel e duas moedas de cinco centavos nas mãos. Eu segurei tudo com uma das mãos, para cumprimentá-lo. Continuei descendo a Rua Rio de Janeiro, quando começou a fazer um barulho de pingos de chuva, muito forte. Eu corri, ventava muito. O vento me segurava. Então eu pensei que podia voar e não seria problema o vento. Nisto sai voando e tentando entrar na casa que seria minha, em frente ao estrela do oeste clube. Mas o vento não deixava eu entrar. Nisto eu já me vi voando no bairro esplanada. Eu fui empurrado pelo vento de encontro a umas plantas que tinham plantado em cima de um muro na casa do engenheiro. Então bati nas plantas e cai.