Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Março 9, 2008

ESPERANDO NA IGREJA

Estava indo a um local, que ficava afastado da cidade. Eu ia me encontrar com uma pessoa que eu tinha marcado um encontro pela internet. Eu estava com medo, pois era noite e o local não deveria ter muita gente por lá. Quando cheguei ao local, era uma igreja, que estava aberta e toda iluminada. Fiquei esperando ali, mas a pessoa não apareceu.

O SUSPEITO

Estava em casa, nisto chegaram três mulheres. Uma era filha de um senhor que morei perto da casa dele no Porto Velho. A filha deste homem me entregou o controle remoto da televisão. Mas ele estava sem as pilhas. Eu perguntei onde as pilhas estavam. Ela disse que não sabia e foi indo embora. Eu fui atrás dela e perguntei se ela não tinha pegado e estaria dizendo que não sabia só para ficar com as pilhas. Ela disse que não. Eu estava no apartamento da Rua Bahia. Fiquei pensando que a moça poderia dizer ao pai dela que eu estava dizendo que ela roubou as pilhas e poderia querer vir me matar. Fiquei andando de um lado para o outro, esperando que ele aparecesse. Daí eu imaginei ele entrando no apartamento, com uma arma, apontando para minha cabeça e me dando um tiro. Então imaginei que se isto acontecesse, eu fecharia os olhos e era o fim mesmo, não teria nada para fazer.

OA TRES QUE JA SE FORAM

Estava em minha casa, só que da sala para a copa, havia uma porta tipo estas de bar de bang bang. Eu entrei na capa, e vi que estava sentado à mesa, o Ratinho, que trabalhou comigo na Rede. Eu bati nas costas dele e perguntei como ele ia. Ele assustou, me olhou e espantou por ser eu. Nisto vi que nesta porta tipo de bar, estava numa cadeira de rodas, o homem surdo que morava em frente ao bar do Sr. Antonio. Depois vi a Vera atrás de mim, me perguntando se o preço da TV de plasma de 42 polegadas, que estavam fazendo propaganda, era muito cara. Eu disse que não.

COM PREGOS NAS MÃOS

Estava num local, e na minha mão direita, havia três ferros atravessados nela. Parecia com pregos, só que mais largos e compridos. Eu não sentia dor. Nisto chegou alguém com um alicate e começou a puxar os tais ferros de minha mão. Depois que puxou todos, sai dali e vi que foi pingando sangue das minhas mãos. Olhei para tras e vi o rastro de sangue que tinha deixado.

SERVIÇO RUIM

Estava num local com o Henrique. Havia um grande passeio, que o Henrique havia pedido para cimentasse ele todo. Mas havia muitos buracos no passeio. Mas eu dizia ao Henrique, que estava bom. Alguém disse que eu estava só puxando saco do Henrique. O Henrique disse que não estava bom o serviço.

DANÇANDO SOZINHO

Estava num local, onde várias pessoas estavam dançando. Nisto chegou uma pessoa perto de mim e mandou que eu fosse dançar também. Eu disse que não tinha com quem dançar. Ele então disse que ia arrumar alguém para dançar comigo. Fiquei esperando mas ninguém apareceu