OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

VENDO A TERRA PASSAR SOBRE OS PÉS

Estava num local, que era um campo aberto. Havia uma grande casa neste campo aberto, e algumas pessoas dentro desta casa. Eu estava do lado de fora. Nisto a casa levantou alguns centímetros do chão. Como a terra gira em torno de si mesma, a terra ia girando, mas a casa ficava no mesmo lugar. Como estava fora da casa, comecei a se distanciar dela. Corri e pulei na varanda da casa. Fiquei vendo o chão se deslocando em baixo da casa. De repente vi uma grande árvore que vinha em direção a esta casa. Gritei para que todos saíssem lá de dentro. Todos nós saímos e fomos levados pela terra que girava. Então podemos ver a árvore se chocar bem no meio da casa, destruindo ela toda. Quando a casa foi destruída, a sensação de que estávamos sendo levado pela terra, parou.

domingo, 17 de janeiro de 2010

CAPOTAMENTO SEM SALVAMENTOS

Estava dentro de um carro, que não sei qual era. O Ricardo dirigia o carro. Estávamos numa rodovia que tinha quatro pistas de cada lado. Era muito larga a rodovia. A gente estava na pista bem central. Ao longo desta rodovia, sempre no acostamento, havia homens em pé, segurando alguma coisa. Provavelmente trabalhadores da rodovia, pois usavam uniforme alaranjado. Eram sempre de dois em dois e ficavam a uns 10 metros de distância uns dos outros. Do outro lado da pista, no sentido contrário, era a mesma coisa. Na nossa frente ia um Fiat Uno azul e um carro grande, parecendo com um opala branco. Só quem este opala, esta indo de marcha à ré. Eles iam muito rápido. Nisto o opala deu um “cavalo de pau”, e sai dirigindo de frente. Ele e o Uno saíram muito rapidamente. Nisto o Ricardo acelerou para tentar seguir os dois. Disse ao Ricardo que ele estava indo rápido demais e mesmo assim não conseguiria alcançar aqueles carros, que era melhor ele diminuir a velocidade. Mas ele continuou acelerando. Pedi a ele para parar, quando nosso carro passou dentro de um buraco grande que havia na pista. Fiquei falando para o Ricardo diminuir, porque não conseguiria desviar dos buracos. Nisto o carro foi indo para o acostamento, na direção daqueles homens que estavam trabalhando ali. Fiquei falando para o Ricardo desviar deles, mas ele continuava correndo muito e indo em direção ao acostamento. Olhei para o Ricardo e vi que ele estava desmaiado. Então, com a mão esquerda, peguei o volante e fui tentar dirigir e desviar dos homens que estavam em pé ali. Mas não conseguia. Nisto o carro foi até o acostamento, bateu numa proteção que tinha ali e capotou. Eu só me vi rodando muito e quando parou, estava tudo escuro, não via nada. Comecei a gritar: __Ai, Ai, Ai, Ai, Ai__ inúmeras vezes. Depois que cansava de gritar, parava um pouco e começar a gritar novamente. Fiz isto três vezes. Depois comecei a gritar: __Minha barriga.__Aconteceu alguma coisa com minha barriga__ Fui falando isto várias vezes. Depois que parei, continuei a gritar “Ai” novamente. Quando cansei de gritar “ai, falei: __Que demora destes caras da rodovia para vir salvar a gente__