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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AS TRÊS GRAMAS


Estava em um lote vago, tipo um galpão aberto. Estava saindo com um carro, para fazer medição da qualidade do ar. Quando ia saindo na porta da garagem, veio outro carro e parou na minha frente. O motoriasta disse que eu não poderia sair, porque teria que fazer uma medição da qualidade do ar , urgentemente. Ignorei o que ele disse e fui saindo assim mesmo, quase esbarrando no carro dele. Nisto já me vi num corredor largo, num campo aberto. Este corredor era todo gramado. Era muito comprido e largo mesmo. Havia tres divisões na grama. De um lado, estava totalmente ruim, bem seca. Do outro, totalmente verde. No meio estava entre seca e verde. Nisto veio o Gueds com uma mangueira de jardim molhando esta grama que estava totalmente verde. Então disse a ele que vederia ir molhar aquela grama seca. Que era a que estava bem ruim. Disse também que não precisava molhar a grama do meio, porque não estava tão ruim assim.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

MINI FERRAMENTAS E FALTA DE GRAVIDADE

 Estava num local, que parecia ser uma sala de cinema. Subia por entre as cadeiras, com uma criança no colo, que deveria ter uns 6 meses. Alguém jogava ferramentas em miniatura na gente, e eu ia pegando as mesmas era chave de fenda, alicate, chave de boca, chave halem. Depois que cheguei numa sala, coloquei as mini ferramentas em cima de uma mesa. Havia pessoas sentadas à mesa. Quando fui abaixar para pegar uma que havia caído, a criança no meu colo espirrou e saiu uma nina chave de fenda do nariz dela. Então todas as vezes que eu colocava a cabeça da criança para baixo. Ela espirrava e saia uma mini ferramenta do nariz dela. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que uma mulher mandou que parasse, porque estava era fazendo “ora” com a criança. Mas fiz a ultima vez, a criança espirrou e desta vez saiu foi muita “meleca” mesmo. Sai com a criança dali, para limpar seu nariz. Fui para outro cômodo. Deitei-a em uma mesa que tinha ali, só que a criança saiu flutuando e ficou com os pés no teto do cômodo e com a cabeça para baixo. Perguntei a uma pessoa que vi ali, se a gravidade da terra, não tinha força para manter uma criança no chão. A pessoa disse que não. Toda criança subiria se não ficássemos segurando ela o tempo todo. Então pedi a ajuda a este homem, para tirar a criança do teto. Ele disse que podia deixá-la lá. Pois era assim que as crianças dormiam.