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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Tuvalu, Oceania - O ponto mais alto do país tem 4,5 metros. O que faz dele praticamente uma praia




A praia de areia fininha, O jogo de Kilikiti e eu mancando no dia seguinte. Por Thymonthy Becker)




Como nosso objetivo era conhecer todos os países possíveis da Oceania, nosso destino desta vez foi conhecer Tuvalu, um país também formado por ilhas que também pode desaparecer devido ao aumento dos níveis dos oceanos. O ponto mais alto do país tem somente 4,5 metros, o que faz do país praticamente uma praia.



Nosso destino era a capital Funafuti, porque era a única cidade que tinha um hotel. O turismo não eh muito forte no país, talvez porque esteja a 4.000 km da Austrália ou Nova Zelândia. Que são os pontos mais próximos que você pode partir com destino a Tuvalu.
A capital Funafuti tem pouco mais de 4.000 habitantes e o país todo tem pouco mais de 10.000 habitantes.

Não há muito que ser fazer, turisticamente falando, em Tuvalu, exceto praias, corais e conhecer a cultura do povo Tuvaluano que tem seu valor. E também, nosso objetivo era conseguir comprar selos. Uma das fontes de renda do país eh a venda de selos para colecionadores. Não há museu em Tuvalu (para tristeza do Kaleb), mas o país inteiro já eh uma museu vivo. As casas tem suas coberturas feitas com a palha do coco.


E não tem nada melhor que interagir com a pulação local para se enriquecer de valores, cultura e, ficar sabendo também das dificuldades devido a pouca água potável (coletar água de chuva eh essencial, mas esta chovendo pouco na ilha), risco constantes de desaparecimento de seu país que eles não gostariam de deixar pra trás. 

Depois que conhecemos a capital Funafuti, percorremos as belíssimas praias de areia fininha, saborearmos a gastronomia local que tem influência Inglesa, sabermos que Tuvalu eh o país que menos polui no mundo e o primeiro que irá desaparecer devido a poluição dos outros países, fomos conhecer uma lagoa azul que segundo informações dos moradores, tem passagens que as interligam com o oceano. Passagem que são bem profundas, disseram eles. O país está fazendo sua parte para preservar uma área de floresta justamente onde se encontra esta lagoa. 

A maioria das brincadeiras das crianças de Funafuti e de jogos em geral são feitos na praia ou mar. Ficamos olhando os habitantes locais se divertirem com estes jogos. Até nos convidaram para participarmos de um destes jogos. Entramos na brincadeira, mas nem sabíamos como era exatamente o jogo. Era jogado com duas bolas e segundo disseram o nome do jogo era "Kilikiti". Mas para mim era parecido com o Críquete.




Participando deste jogo, sem entender nada das regras, provocamos muitas risadas das pessoas que participavam do jogo ou estavam só olhando. Rimos muito também, pois estava muito divertido e muito caloroso aquele momento em que ficamos unidos pelo esporte.

O sol já se punha no horizonte, quando nos despedimos dos novos amigos que fizemos (e que ficaram em nossas lembranças) em Funafuti para irmos para o hotel, tomar um banho se fosse possível e depois jantar. Quando saímos da praia, que eh praticamente separada pelas casas e por somente uma rua, da praia do outro lado, eu distraído, não vi que vinha uma moto e acabei por entrar na frente dela.


Quando vi a moto, ela já estava em cima de mim. Segurei na moto como pode, fui arrastado por um pequeno trecho até que a moto parou e eu então cai no chão. levantei rapidamente e fui de encontro aos meus amigos que já vinham em eu encontro. O motoqueiro ficou atrás de mim, perguntando se eu tinha me machucado. Eu dizia que estava tudo bem e fui indo embora. Como eu segurei no farol da moto, este acabou quebrando e ficando na minha mão quando caí. depois de afastar um pouco e ficar longe dos olhares das pessoas eu fui ver o que tinha acontecido comigo.

Minha perna estava vermelha, provavelmente encostei em alguma parte quente da moto, o braço estava arranhado e meu joelho doía muito. Meus amigos já estavam me zoando como sempre, dizendo que estava demorando acontecer alguma coisa comigo. Então disse que queria ir para o hotel tomar um banho e fazer curativo na perna. Como em nossas viagens levamos bastante material de primeiros socorros, não precisei procurar atendimento médico.



Depois que tomei um banho, fiz os curativos com ajuda dos meus amigos e ficou tudo bem. No final, ficou a zoação de meus amigos dizendo que eu tinha quebrado o farol da moto e fugi correndo do flagrante. Riam muito disto e ficaram dizendo que eu que tinha atropelado o motoqueiro. Me zoaram muito e só pararam quando eu consegui dormir. No outro dia cedo levantei mancando, com o joelho doendo, devido a pancada que recebi na hora em que a moto bateu em mim. Ao sairmos de manhã, disse aos meus amigos para procurarmos o motoqueiro que me atropelou, para eu pagar o conserto da moto já que a culpa tinha sido minha. Não foi difícil encontrá-lo, a maioria das pessoas ali se conhecem.

Por fim, tivemos que ir embora e deixar pra trás Tuvalu, com as promessas de voltarmos antes que a ilha desapareça, talvez para sempre. Foi uma viagem bacana, num país que eh um museu a céu aberto, um povo acolhedor, sorridente, divertido e que com certeza deixará saudades. Jogando com os moradores o Kilikiti, pude ver como o jogo une as pessoas não importa a nacionalidade. Muito show de bola, muito gratificante esta nossa passagem por Tuvalu. Ficará inesquecível em nossas lembranças.
Valeu gente. Até a próxima


Valeu pela visita - sempre volte





domingo, 14 de abril de 2019

Picape Peugeot - Sim, a Peugeot terá uma picape média na América Latina e ela será fabricada na Argentina. Vem ver comigo:




Sim, a Peugeot terá uma picape média na América Latina e ela será fabricada na Argentina. Vem ver comigo:
Sim, a Peugeot terá uma picape média na América Latina e ela será fabricada na Argentina. Contudo, diferentemente do que foi informado anteriormente por QUATRO RODAS, ela não será derivada da Nissan Frontier. 


Nossas apurações mais recentes apontaram que sua base, na verdade, será a Kaicene F70, uma picape média de cabine dupla que ainda nem foi lançada na China, mas já foi flagrada com grade da Peugeot. 
A Kaicene é a divisão de comerciais leves da Changan, marca que recentemente anunciou seu ingresso no mercado brasileiro e que é uma das parceiras da PSA na China. 


A F70 tem 5,33 m de comprimento, 1,92m de largura, 1,88 m de altura e 3,18 m de entre-eixos (é maior que a Toyota Hilux e menor que a Ford Ranger). 
Há duas opções de motores na China: um 1.9 turbodiesel de 150 cv e um 2.5 turbodiesel de 130 cv – sim, o propulsor de menor capacidade cúbica é o mais potente dos dois; coisas da China… -, ambos de origem Isuzu (que hoje faz parte da GM). 
Além de faróis, grade e para-choque frontal diferentes, a versão Peugeot também terá interior refinado e equipamentos mais sofisticados, além de motores da própria PSA. 


Efeito premium 
QUATRO RODAS apurou que a Peugeot vem estudando de perto o mercado de picapes médias vendidas por aqui. 
Seu maior desafio será adequar a picape à nova estratégia comercial, que é se posicionar como uma marca mais premium, inclusive no comparativo com a irmã Citroën. 

Além disso, para lançar sua picape na América do Sul a Peugeot precisará fazer um investimento em sua fábrica na cidade de El Palomar, Argentina. 
Atualmente, a unidade argentina está sendo atualizada para produzir as novas gerações dos Peugeot 208 e 2008. Por tudo isso, o lançamento da picape, se ocorrer, não deve sair antes de 2021.
Fonte: msn.com

sábado, 26 de julho de 2014

CORRENDO ATÉ A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PEDALANDO NA MOTO






Eu descia a rua Pernambuco correndo. Não sei de onde eu vinha. Virei na avenida Primeiro de Junho e entrei na caixa econômica federal. Quando eu descia a rua correndo, passei por várias pessoas que caminhavam normalmente e não repararam que eu corria rápido demais. Na Caixa Federal, entrei e sai logo em seguida. Voltando correndo da mesma forma que tinha vindo. Vi as mesmas pessoa que antes. Ia muito velozmente e por isto acho que as pessoas não conseguiam me ver.


Peguei numa moto. Mas para ela andar, eu tinha que ir pedalando como numa bicicleta. Fui pedalando rapidamente por uma rua. Depois havia uma subida e eu não dei conta de pedalar. Quando desci da moto, vi que tinha alguém na garupa da moto. Então esta pessoa disse que se eu não dessa conta de subir o morro, podia deixar que ela fosse subir. Eu disse que dava conta sim. Subi novamente na moto e fui tentando pedalar. Eu não estava cansado, apenas fazia muita força.

domingo, 8 de setembro de 2013

ACELERANDO A MOTO


sábado, 1 de dezembro de 2012

DIRIGINDO A ENCECARRO

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Estava na Rua Goiás com Avenida Primeiro de Junho, no meio da rua. Não havia carros, mas sim, pessoas. As pessoas ficavam em filas como se fossem carros. Esperava o sinal abrir e ia andando na direção que queriam, Sempre no meio da rua. Quando o sinal fechava, elas paravam e as pessoas que estavam na outra rua iam andando. Eu estava no passeio ali na esquina. Havia muitas pessoas andando no passeio também. Perto de mim tinha uma pessoa com um carrinho de guia andando no passeio. Havia outras pessoas com carrinho de guia e sempre andando no passeio. Eu estava com meu “Encecarro” ou “Carrodeira”. Que era uma enceradeira e era meu carro. De cima do motor da enceradeira saia duas chapas de ferro de aproximadamente dois metros de comprimento e de largura suficiente para ficar de pé em cima. Eu acelerava no cabo desta enceradeira e saia deslizando, sem fazer esforço nenhum. Como o passeio estava muito cheio, resolvi ir para o meio da rua. Na Rua Goiás, acelerei e fui indo em direção a Rua Bahia, que era onde eu queria ir. Quando vi que o sinal da Avenida Antônio Olímpio de Morais estava aberto, acelerei o máximo minha Encecarro e passei ainda com o sinal verde. Fiquei pensando que estava indo rápido demais e poderia perder o controle, cair e me machucar muito. Mas como não via carro na rua, continuei acelerando e indo muito rápido. Uma caminhonete estava saindo de uma garagem de ré, na Rua Goiás e foi até o meio da rua. Consegui desviar dela, mas imaginei que se tivesse batido teria me ferido bastante. Mas não parei, continuei acelerando. Quando cheguei à Rua Rio Grande do Sul, virei em direção a Rua Minas Gerais. Mas eu queria ir à Rua Bahia. Na Rua Minas Gerais virei no sentido de pegar a Rua Bahia. Quando cheguei à Rua Bahia virei à direita. Depois virei à esquerda e ali tinha uma escadaria descendo. Esta escadaria deveria ter uns dois metros de largura e deveria ter uns cem ou mais degraus. Estes degraus eram coloridos, cada um tinha uma cor diferente que depois iam se repetindo. Fui descendo devagar com meu Encecarro. Imaginei se algum carro fosse descer ali eu teria dificuldades de sair da frente. Nisto apareceu mesmo um carro, mas ele saiu por outra rua. Quando cheguei lá em baixo tinha uma grande grade que servia de piso e estava em cima de uma espécie de reservatório de água. Nisto uma pessoa passou por mim, parou na minha frente e ficou falando deste reservatório que tinha feito. Era um reservatório para o prédio onde ele morava, porque todos os prédios da cidade teriam que ter um reservatório de água. Olhei por esta grade e vi  as folhas de árvore que caiam ali dentro estavam se movendo em uma direção o que comprovava que tinha água corrente. A pessoa que estava falando comigo disse meu nome. Eu ainda não tinha olhado para esta pessoa e fiquei pensando como ela me conhecia. Quando olhei para ela vi que era uma pessoa que trabalhou comigo na RFFS/A. Mas eu não lembrava o nome dele. Ele perguntou se eu já tinha feito o reservatório do prédio onde morava. Disse que ainda não, mas iria fazer uma caixa d’água subterrânea. Assim teria água se algum dia viesse a faltar. Ele então disse que preferiu fazer daquele jeito e que tinha ficado muito bom. Olhei em volta e vi o edifício dele, que era muito alto e todo aquele reservatório ficava contornando o edifício. Peguei meu Encecarro e fui embora dali.  

sábado, 11 de julho de 2009

SUSTO COM A MOTO

Estava em frente ao bar do Fernando e queria atravessar a rua. Havia uma fila de carros parada, devido o sinal estar fechado na esquina. Então fui indo entre os carros e quando cheguei ao meio da rua, onde não havia fila de carros. Veio uma moto em alta velocidade e bateu em mim. Cai perto de  uma caixa, desta de luz da Cemig. Estavam ali um homem que não conheço e o Galvão Bueno, narrador esportivo da rede Globo. Esta caixa de luz estava quebrada e havia três pedaços de peças lá dentro que o Galvão Bueno tentava encaixar. Mas ele não conseguia, então saiu dizendo que não iria ter jogo, porque não conseguia montar a caixa. Assim que ele saiu, tentei encaixar os pedaços e eles encaixaram. Nisto o tal homem que estava li, disse para eu desmontar rápido, porque o Galvão Bueno estava voltando e não ia gostar de saber que eu tinha conseguido e ele não. Fiquei tentando desmontar, mas não conseguia.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

CRUZEIRO, SÃO PAULO OU AMÉRICA MINEIRO?

Estava indo por uma rua com o Fernando. Nisto veio um homem de moto, andando bem devagar. Ele estava comemorando a vitória do Cruzeiro. Ele parou perto de nós e começou a comemorar. Este homem tinha tatuagens por toda parte. No rosto, nos braços e na perna. Eu perguntei ao Fernando se ele não iria comemorar a vitória do cruzeiro. O Fernando disse que não ia pagar mico nenhum. Fui para dentro do quintal de uma casa, que seria a nossa. Nos tijolos que cercava os canteiros dali, estavam pintados de três cores, que seria a cores do time do São Paulo. Estavam ali o Paulinho e o Vitinho. Eu passei e comecei a rir, perguntando qual era o bobão que torcia para o São Paulo. O Paulinho disse que era ele e que o São Paulo era o melhor time do mundo. Eu continuei a rindo e sai por um portão de garagem. Logo em frente desta casa tinha uma praça. Nisto, quando eu atravessava a rua em direção a praça, ouvi o Paulinho dizendo que era para eu deixar de ser bobo e me jogou água, lá de dentro da casa, com uma mangueira de jardim. Eu corri, mas ele continuava me acertando. Eu então fiquei pensando como que do outro lado do muro, ele sabia exatamente onde eu estava. (Um detalhe, eu torço exclusivamente para o time do América Mineiro)
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

BATIDA DE CARROS NA ESQUINA



Estava com o Fernando, andando numa rua do centro da cidade. Eu carregava uma sacola pesada em cada mão. Nisto o Fernando pediu para irmos até o final da Rua Minas Gerais, porque ele queria comprar uma moto. Nós fomos descendo a Rua Minas Gerais até que chegamos ao sinal, onde um carro bateu em outro. Nós passamos pelos carros batidos, e fomos até uma casa. Entramos nesta casa, demos a volta e quando fomos sair pelo outro lado, estava fechado. Havia uma mulher e um homem dentro de um quartinho, tipo uma guarita. Eu disse que queria sair, pois eu tinha pago os três reais. A tal mulher então disse que iria consultar se eu tinha pago mesmo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CAINDO NO MONTE DE TERRA


Eu estava num trabalhando num local onde havia dois montes, bem alto, de terra e duas lagoas de lama. Eu estava entre os dois montes de terra. Sai andando dali e não conseguia abrir os olhos direito, porque o sol estava batendo direto neles. Quando vi eu estava andando sobre um lamaçal. Eu tentava ver se ninguém estava me olhando. Sai para procurar meu armário na empresa, para trocar a botina. Mas eu não conseguia ver direto. Nisto cheguei ao galpão onde ficaria meu armário. Uma rua estreita passava ao lado dele. Nisto veio um carro e algumas pessoas que estava ali começaram a dizer que ele estava na contra mão. Mas ele seguiu assim mesmo. Eu então segui o carro que subia esta rua que era bem íngreme. Chegando lá em cima, eu peguei outra ruazinha à esquerda e logo adiante vi um homem e uma mulher ao lado de alguém que estava em uma moto, em cima do passeio. Eu olhei o tal homem e lembrei que ele tinha atirado em alguém e a policia não prendia ele, eu não sabia por quê. Quando fui passando por eles, vi que na beira do passeio tinha uma arma de fogo. Imaginei que fosse deste homem e que, ele sabendo que eu tinha visto, poderia querer atirar em mim. Fui rapidamente e virei na primeira rua à esquerda. A rua era uma descida muito forte. Eu comecei a descer, sem que andasse, fui escorregando como se estive de patins. Então ouvi uma mulher gritar “assassino”. Depois ouvi um tiro e outra pessoa dizendo “covarde”. Eu descia aquela rua rapidamente, olhando para trás, com medo de o tal homem me seguir. Nisto veio o final da rua e não conseguia parar. Então passei do final e sai no ar e vi lá em baixo, os dois montes de terra e as duas lagoas de lama, onde eu estava trabalhando. Eu fui caindo muito rapidamente e cai no monte de terra. Bati os pés primeiro e ele esparramou terra pra todo lado. Eu fiquei sentado e pensei se eu estava vivo ou tinha morrido na queda. Depois fiquei mexendo os pés, para ver se não tinha quebrado a coluna. Então, coloquei as mãos para trás, apoiando-a na terra e fiquei ali parado.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

CERCO AOS MOTOQUEIROS


Estava numa rua, onde eu podia ver o mar. Nisto uma pessoa pegou um peixe que deveria ter uns 80 centímetros de comprimento. Esta pessoa mirou o peixe, como se fosse uma arma de arco e flecha e atirou em direção a outra pessoa. Este peixe saiu como uma fecha e mordeu o braço da tal pessoa. Ela arrancou o peixe do braço e fez o mesmo, atirando ele em minha direção. Eu estava com uma pessoa do meu lado. Quando vi que o peixe vinha vindo, eu disse para esta pessoa ficar imóvel, assim o peixe não mordia agente. Mas o peixe veio e quase mordeu meu braço. Eu desviei na hora em que ele vinha me morder. Eu peguei o peixe. Passou um ônibus com várias pessoas dentro, olhando para mim. Assim que o ônibus passou, eu atirei o peixe em direção ao mar. O peixe caiu lá e foi embora. Depois comprei uma moto vermelha. E estava indo numa rua do bairro sidil. Só que o bairro sidil estava do lado oposto em que ele fica realmente. Era como se a gente estivesse olhando por um espelho. Quando chegou num morro bem forte, eu decidi subir o morro e não virar a esquerda. Quando atravessei a rua, vi que se estivesse virado a esquerda, eu teria sido parado por um guarda que estava ali. Como minha carteira de motorista estava vencida, eu teria sido preso e a moto também. Fui tentando subir o morro, mas a moto não conseguia subir. Eu fui ajudando batendo os pés nos chão. Quando consegui subir o morro, vi a escola Roberto Carneiro. Os alunos estavam saindo. Eu entrei na escola, pelo portão da garagem, procurando uma saída do outro lado. Porque eu imaginei que poderia ter policial cercando os motoqueiros, já que ali estava cheio de motoqueiros que iam buscas os alunos. Não encontrei saída do outro lado. Então fui até onde os alunos saiam, desci da moto e fui tentar desligá-la. Mas eu não conseguia achar onde desligava a moto. Depois vi uma chave e a tocar nela, a moto desligou. Então eu pensei em sair empurrando a moto e se o policial me perguntasse alguma coisa, eu diria que a moto não era minha, que eu estava levando ela para o dono. Nisto parou uma moto perto da minha. Então vi que a moto minha eram bem pequena perto da outra. Nisto fiquei imaginando que deveria estar ridículo eu andando naquela motinha tão pequena.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PEDALANDO NA MOTO

Estava numa moto. Mas para ela andar, eu tinha que ir pedalando como numa bicicleta. Fui pedalando rapidamente por uma rua. Depois havia uma subida e eu não dei conta de pedalar. Quando desci da moto, vi que tinha alguém na garupa da moto. Então esta pessoa disse que se eu não dessa conta de subir o morro, podia deixar que ela fosse subir. Eu disse que dava conta sim. Subi novamente na moto e fui tentando pelar. Eu não estava cansado, apenas fazia muita força.