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sábado, 3 de outubro de 2009

INDO DE ÓNIBUS COM A IARA

Estava num local, que seria em frente a casa da minha mãe. Só que ali parecia ser uma empresa, onde havia vários cômodos, só que não havia paredes dividindo os mesmos. Eu caminhava por entre estes cômodos, separados somente por móveis. Nisto alguém me disse que o banco estava me procurando, para que eu pagasse uma dívida. Fui até o banco, que também ficava num destes cômodos. Mas fiquei sabendo que a divida era alta e eu não conseguiria pagar. Sai dali dizendo que não tinha como pagar. A moça do banco então disse que iria descontar em folha de pagamento, até que eu terminasse de pagar. Achei bom, pois assim eles não podiam descontar muito do meu pagamento e ainda conseguiria pagar a dívida. Depois peguei uma bolsa grande e sai dizendo que iria viajar. Reclamei com uma pessoa, porque o ônibus não parava ali, tinha que sempre parar na Rua Pernambuco. Fui até a Rua Pernambuco, onde o ônibus estaria, que seria em frente a cooperativa velha, da RFFS/A. chegando lá, fui entrando no ônibus e no primeiro banco estava sentada a Iara. Só que os bancos dos ônibus, que geralmente tem 2 lugares, estava divididos com armação de ferro, para 4 pessoas. A iara me mandou sentar do lado dela. Disse que não caberia ali de jeito nenhum. Mas fui entrando no meio desta armação e consegui sentar naquele lugar apertado, junto com a Iara.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

PROCURANDO PEÇAS NA SUCATA



Estava num local, que parecia o pátio da RFFS/A. Nisto vi dois homens numa pilha de peças de locomotivas, usadas. Eles pegaram duas peças e me perguntaram se aquelas podiam levar. Eu disse que não, pois aquelas válvulas foram compradas porque eles estavam precisando. Nisto eu deitei no chão e fiquei de olhos fechados. Quando abri os olhos, vi um homem, que seria o chefe, colocando algumas peças em cima de um pano aberto no chão. Eu então levantei e perguntei a ele se o pessoal que veio buscar as peças, podiam levar as válvulas. O chefe disse que já tinha conversado com eles. Nisto olhei e vi os dois ali parados.
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

FAZENDO ALONGAMENTO NO CAIXA ELETRONICO

Estava no bairro esplanada, ali no inicio da praça. Estava dentro de uma loja na esquina, que tinha três caixas eletrônicos de um banco. Eu entrei e num dos caixas estava o Serjão, que trabalhou comigo na RFFS/A, e hoje trabalha de técnico meio ambiente na prefeitura. Ele tentava desgrampear alguns papeis. Nisto eu vi que era da EMA, uma empresa concorrente da que eu trabalho. Era o laudo de uma medição da qualidade do ar. Nisto eu pedi ao Serjão, que da próxima vez, contratasse a empresa que eu trabalho, para fazer medições, que era para dar preferência para mim. Ele falou que nos chamaria sim. Nisto entrou no outro caixa, o Nenéi, meu irmão. Eu falei para o Serjão de como o Nenéi estava diferente. Ele estava todo sarado, super forte. Ele usava uma camiseta sem manga e ficou fazendo alongamento na frente do caixa eletrônico.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O BANHO DO PREFEITO DE CARRO PIPA

Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito ficar jogando água. Depois fui para avenida Antonio Olímpio, juntamente com o Mauri, que foi meu chefe na Rede ferroviária. Na esquina com rua Goiás, veio um carro pequeno, branco, e ao virar na Antonio Olímpio, foi até a contra mão. Nisto ele foi de encontro a dois carros que vinham. Só que não bateu neles, ele passou por eles. Eu e o Mauri viramos na rua Goiás e eu fiquei imaginando aquela cena, até que lembrei que já tinha visto aquele carro antes, e vi que ele já tinha passado dentro de outro carro. Depois que andamos um pouco, eu disse para o Mauri que eu precisava falar com ele. Então eu disse que tinha visto um carro fantasma. O Mauri então começou a me enforcar. Ele dizia que então eu tinha visto o que não devia. Eu com dificuldades de falar, pois quase não respirava, disse que além de ver o carro, eu via o rosto de um homem, olhando para mim, toda vez que eu olhava num espelho. Ele então me enforcava mais ainda. Eu então perguntei se ele iria me matar só porque eu tinha visto o carro fantasma. Ele então me soltou dizendo que "hoje não