OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : bicicleta
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sábado, 26 de julho de 2014

CORRENDO ATÉ A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PEDALANDO NA MOTO






Eu descia a rua Pernambuco correndo. Não sei de onde eu vinha. Virei na avenida Primeiro de Junho e entrei na caixa econômica federal. Quando eu descia a rua correndo, passei por várias pessoas que caminhavam normalmente e não repararam que eu corria rápido demais. Na Caixa Federal, entrei e sai logo em seguida. Voltando correndo da mesma forma que tinha vindo. Vi as mesmas pessoa que antes. Ia muito velozmente e por isto acho que as pessoas não conseguiam me ver.


Peguei numa moto. Mas para ela andar, eu tinha que ir pedalando como numa bicicleta. Fui pedalando rapidamente por uma rua. Depois havia uma subida e eu não dei conta de pedalar. Quando desci da moto, vi que tinha alguém na garupa da moto. Então esta pessoa disse que se eu não dessa conta de subir o morro, podia deixar que ela fosse subir. Eu disse que dava conta sim. Subi novamente na moto e fui tentando pedalar. Eu não estava cansado, apenas fazia muita força.

domingo, 21 de julho de 2013

O SINAL


terça-feira, 10 de abril de 2012

O PORTAL DO RIO

Estava vindo de bicicleta por uma rodovia. Carregava alguém no quadro. Não fazia muito esforça para subir os morros e a bicicleta ia a uma velocidade até alta. Quando cheguei ao topo de um morro e fui começar a descer, vi que havia algumas pessoas trabalhando na rodovia. Dois homens correram para sair da minha frente, mas acabei acertando a perna de um destes homens. Ambos pularam no meio do mato que tinha na beira da rodovia. Então pedalei mais forte e fui muito mais rápido ainda, julgando que o tal homem que eu tinha acertado com a bicicleta estaria vindo correndo atrás de mim para me pegar. Fui pedalando por esta rodovia até que do alto de um morro vi um rio que passava do lado da rodovia, só que bem abaixo desta. Embora a estrada continuasse, havia outra estrada de chão, que descia em direção ao rio e saia do outro lado do rio. Pelas marcas da estrada, ela era usada de ambos os lados. Então virei à bicicleta e desci por esta estrada de terra. Quando fui para entrar com a bicicleta no rio, ela saiu na estrada do outro lado, como se ali tivesse um portal que saia do outro lado. Continuei pedalando e só ai eu olhei para trás para ver o tal homem que me seguia. Foi então que percebi que não havia ninguém correndo atrás de mim.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

DE BICICLETA A NOITE

Era noite. Havia pouquíssima luz. Estava numa mata fechada onde havia apenas uma trilha. Estava em uma bicicleta. Eu não conseguia ver a trilha, mas estava indo de bicicleta. Eu gritava para alguém me ajudar, pois não sabia exatamente para onde ia temia sair da trilha. Nisto a pouca luz que tinha acabou. Não conseguia ver absolutamente nada. Comecei a gritar pedido ajuda, mas ninguém respondia. Não conseguia para a bicicleta. Nisto alguém gritou que era só seguir em frente sem fazer curvas que eu sairia da mata. Fiquei gritando que não via nada, nada mesmo, como eu iria ficar na trilha. A escuridão foi tanta que eu desapareci me misturando na própria escuridão.

domingo, 18 de setembro de 2011

CARREGANDO O BLOG NAS MÃOS


Estava numa rua à noite. Estava com uma pessoa.Carregava nas mãos algo que não sei o que seria. Era uma peça de algo que tinhao formado de uma panqueca recheada. Paramos num local para eu ajeitar o quecarregava nas mãos, visto que ele estava se desmanchando. Coloquei no chãoneste momento chegou um homem de bicicleta, que deveria ter uns vinte anos. Elechegou dizendo que era da fiscalização e queria saber o que era aquilo que euajeitava ali no chão. Disse que era meu blog. Que eu tinha atualizado ele e queiria fazer novas postagens, por isto o levava. O tal homem disse que precisavafiscalizar meu blog primeiro. Ele olhou o tal negocio ali no chão, mexeu paraum lado e outro e depois disse que estava tudo bem. Então pequei o que seriameu blog e fui indo embora, para fazer a publicação.

domingo, 21 de agosto de 2011

DE BICICLETA PARA A FARRA


Estava no que seria a casa da minha mãe. Mas estava bem diferente do que eh realmente. Era noite. Estavam na sala eu, o Ricardo e o Aleksander. Havia outras pessoas que não sei quem eram. Nisto minha mãe disse que precisava que alguém fosse buscar o pão, na padaria da praça da catedral. Era lá, justamente, que eu morava. Então o Ricardo sugeriu que eu comprasse o pão e entregasse ao Aleksander, pois ele iria até La e voltaria. Então fui indo embora, quando minha mãe, lá da cozinha, me perguntou se quando ela recebesse os tickets alimentação, eu os compraria dela. Disse que sim. Ela disse que seriam 50 reais. Sai e era uma rua estreita, descalça e cheia de buracos. Um carro estava parado bem no meio da rua. Nisto veio um caminhão guincho, trazendo um carro. Mas ele não tinha como passar. Então a pessoa que estava dentro do carro parado no meio da rua, saiu dali. O caminhão guincho foi manobrar para deixar o carro ali perto. Nisto saíram da casa da minha mãe, o Aleksander em uma bicicleta, o Ricardo em outra, puxando uma terceira pela mão. Então pensei que aquela outra bicicleta seria para eu ir nela. Então perguntei se a gente iria de bicicleta. O Ricardo então disse que não iam mais à padaria, eles iria de bicicleta para a farra mesmo. Então os deixei ali e fui embora.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.

domingo, 30 de dezembro de 2007

DE LOJA EM LOJA

Estava andando na rua Goiás. Eu queria comprar uma bicicleta. Mas eu queria uma bicicleta de cor vermelha. Eu entrava nas lojas, mas só loja que vendiam roupas. Andei bastante e depois fui voltando, do outro lado da rua. Na volta eu já estava procurando para comprar era um carro, e sempre entrava em loja de roupa e perguntava se vendiam carros.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PEDALANDO NA MOTO

Estava numa moto. Mas para ela andar, eu tinha que ir pedalando como numa bicicleta. Fui pedalando rapidamente por uma rua. Depois havia uma subida e eu não dei conta de pedalar. Quando desci da moto, vi que tinha alguém na garupa da moto. Então esta pessoa disse que se eu não dessa conta de subir o morro, podia deixar que ela fosse subir. Eu disse que dava conta sim. Subi novamente na moto e fui tentando pelar. Eu não estava cansado, apenas fazia muita força.