OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : rua goiás
Mostrando postagens com marcador rua goiás. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rua goiás. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de junho de 2018

O BOI DA GARAGEM DO HOTEL




O BOI DA GARAGEM DO HOTEL
Todos os dias de manhã, na Rua Goiás, quase esquina com a Avenida Sete de Setembro, passo na lanchonete para tomar um café. Nesta esquina da Sete com a Goiás tem o edifício do hotel. A garagem deste hotel fica na Sete de Setembro. Sempre que vou saindo da lanchonete, um boi vem vindo da esquina em minha direção, tentando me pegar. Eu vou para entre os carros estacionados na Goiás e tentando me esconder do boi. Fazendo isso eu vou em direção da esquina da Sete com a Goiás. O boi fica tentando me encontrar por entre os carros. Quando consigo chegar na esquina, deixo o boi me ver e corro em direção à garagem do hotel. O portão desta garagem fica entreaberto e quando alguém entra ele fecha automaticamente. O boi vem correndo atrás de mim, entro na garagem do hotel e fico atrás do portão da garagem que já começa a fechar. O boi entra logo em seguida em disparada. Com o portão fechando eu saio de dentro da garagem. O boi tenta voltar, mas já não da para ele passar pelo portão. Então ele fica preso na garagem que eh o lugar onde ele deve ficar mesmo, pois ele pertence ao hotel. Isso acontece todos os dias que vou nesta lanchonete.

sábado, 1 de dezembro de 2012

DIRIGINDO A ENCECARRO

--> CLIK AQUI E LEIA OUTRAS HISTÓRIAS QUE ACONTECERAM COMIGO


Estava na Rua Goiás com Avenida Primeiro de Junho, no meio da rua. Não havia carros, mas sim, pessoas. As pessoas ficavam em filas como se fossem carros. Esperava o sinal abrir e ia andando na direção que queriam, Sempre no meio da rua. Quando o sinal fechava, elas paravam e as pessoas que estavam na outra rua iam andando. Eu estava no passeio ali na esquina. Havia muitas pessoas andando no passeio também. Perto de mim tinha uma pessoa com um carrinho de guia andando no passeio. Havia outras pessoas com carrinho de guia e sempre andando no passeio. Eu estava com meu “Encecarro” ou “Carrodeira”. Que era uma enceradeira e era meu carro. De cima do motor da enceradeira saia duas chapas de ferro de aproximadamente dois metros de comprimento e de largura suficiente para ficar de pé em cima. Eu acelerava no cabo desta enceradeira e saia deslizando, sem fazer esforço nenhum. Como o passeio estava muito cheio, resolvi ir para o meio da rua. Na Rua Goiás, acelerei e fui indo em direção a Rua Bahia, que era onde eu queria ir. Quando vi que o sinal da Avenida Antônio Olímpio de Morais estava aberto, acelerei o máximo minha Encecarro e passei ainda com o sinal verde. Fiquei pensando que estava indo rápido demais e poderia perder o controle, cair e me machucar muito. Mas como não via carro na rua, continuei acelerando e indo muito rápido. Uma caminhonete estava saindo de uma garagem de ré, na Rua Goiás e foi até o meio da rua. Consegui desviar dela, mas imaginei que se tivesse batido teria me ferido bastante. Mas não parei, continuei acelerando. Quando cheguei à Rua Rio Grande do Sul, virei em direção a Rua Minas Gerais. Mas eu queria ir à Rua Bahia. Na Rua Minas Gerais virei no sentido de pegar a Rua Bahia. Quando cheguei à Rua Bahia virei à direita. Depois virei à esquerda e ali tinha uma escadaria descendo. Esta escadaria deveria ter uns dois metros de largura e deveria ter uns cem ou mais degraus. Estes degraus eram coloridos, cada um tinha uma cor diferente que depois iam se repetindo. Fui descendo devagar com meu Encecarro. Imaginei se algum carro fosse descer ali eu teria dificuldades de sair da frente. Nisto apareceu mesmo um carro, mas ele saiu por outra rua. Quando cheguei lá em baixo tinha uma grande grade que servia de piso e estava em cima de uma espécie de reservatório de água. Nisto uma pessoa passou por mim, parou na minha frente e ficou falando deste reservatório que tinha feito. Era um reservatório para o prédio onde ele morava, porque todos os prédios da cidade teriam que ter um reservatório de água. Olhei por esta grade e vi  as folhas de árvore que caiam ali dentro estavam se movendo em uma direção o que comprovava que tinha água corrente. A pessoa que estava falando comigo disse meu nome. Eu ainda não tinha olhado para esta pessoa e fiquei pensando como ela me conhecia. Quando olhei para ela vi que era uma pessoa que trabalhou comigo na RFFS/A. Mas eu não lembrava o nome dele. Ele perguntou se eu já tinha feito o reservatório do prédio onde morava. Disse que ainda não, mas iria fazer uma caixa d’água subterrânea. Assim teria água se algum dia viesse a faltar. Ele então disse que preferiu fazer daquele jeito e que tinha ficado muito bom. Olhei em volta e vi o edifício dele, que era muito alto e todo aquele reservatório ficava contornando o edifício. Peguei meu Encecarro e fui embora dali.  

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DE BICICLETA, LEVITANDO E FAZENDO A BARBA NO PASSEIO

Fui de bicicleta a um bairro muito longe. Levava na mão, uma sacola de supermercado, com lixo. Chegando neste bairro, amarrei a sacola numa árvore. Andei um pouco e depois voltei para buscá-la. Pensei comigo mesmo, que não poderia deixar lixo ali. Depois sai procurando a saída do bairro. Não encontrava a saída de jeito nenhum. Fiquei rodando pelo bairro, mas não conseguia sair dali. Nisto vi o Tide, que é um amigo meu. Ele estava entrando em um ônibus. Cheguei à porta do ônibus, o chamei e pedi que ele me levasse de volta ao meu bairro, porque eu estava preso naquele bairro, não conseguia sair e já estava ficando tarde. O Tide então disse que não poderia me ajudar, porque não podia levar ninguém. Sai dali, sempre com a bicicleta, até que vi a Fabíula. Só que ela deveria ter uns 5 anos. Pedi a ela que me mostrasse como sair do bairro. Ela então pediu que eu a seguisse. Atrás dela ia um cachorro. Fui seguindo, até que ela parou. O pneu da bicicleta dela tinha furado. Ela então disse que não podia mais me ajudar. Larguei a bicicleta e fui andando no meio da rua, quando vi que uma criança me seguia. Nisto vieram dois cachorros de porte meio, correndo um atrás do outro. Sempre que passava por nós, um dos cachorros sempre batia naquela criança. Ela então começou a dizer que o cachorro só a acertava.


Estava dentro de uma sala. Estava sala era como se fosse um ponto de comércio, pois tinha a porta voltada para a rua. Estava sentado lá dentro, com várias pessoas, como se fosse um consultório médico. Resolvi levantar e fiquei na porta desta sala. Havia uma marquise bem ali do lado. Nisto, minha perna direita começou a se levantar sozinha. Fui indo vagarosamente e levantado cada vez mais. Nisto comecei a gritar que eu estava perdendo a gravidade. As pessoas ficavam olhando, mas nada fazia. Então a outra perna começou a levantar também. Eu me segurava no portal, mas minhas pernas foram subindo, então me esforcei para ir em direção à marquise, pois assim ficaria ali. Nisto perdi a gravidade totalmente e meus pés foram para na marquise, deixando eu de cabeça para baixo e sem conseguir sair dali. Nisto chegou o Fernando e me puxou. Então pude ficar de pé novamente. Então chegou uma mulher perto de mim e pediu que eu a curasse. Ela tinha diabete, pressão alta e outra doença que não lembro. Disse a ela que não podia fazer isto. Ela então disse que eu tinha o poder da cura e era só eu quere. Então abençoe a mulher, fiz o sinal da cruz na testa dela e disse que estava curada. Ela sorriu. Então disse a ela que as doenças não desapareceriam instantaneamente, mas o processo da doença se inverteria. Isto é, iria sumindo aos poucos até desaparecerem totalmente, levando o mesmo tempo para sumir, que levou para aparecer e o estado em que estavam até aquele momento. Ela continuou sorrindo, dizendo que agora ela podia ir para casa tranqüila.


Estava andando por uma rua, que estava meio escura. Havia algumas pessoas andando por esta rua, carregando um objeto nas mãos e oferecendo para as pessoas que passavam, por 350 reais. Chegando numa esquina, havia outras pessoas, em motos oferecendo o mesmo objeto. Como ninguém comprava, eles ficaram dizendo que a gente achava que eles eram uma quadrilha. Mas que eles eram apenas vendedores de porta em porta. Continuei andando, até que cheguei à Rua Goiás. Fui andando procurando a entrada do prédio onde eu morava. Sai procurando, mas não via a entrada. Já estava bem claro. Então percebi que já estava na altura do número 1030 e eu morava no prédio de número 850. Voltei procurando, mas cheguei até o número 720 e não via o número do meu prédio. Fui e voltei umas três vezes. Até que vi o prédio onde eu morava. Então percebi que não achava o número, porque um homem tinha colocado uma cadeira de barbeiro bem em frente a porta. E estava cortando o cabelo das pessoas ali. Então, quando chegava neste local, eu descia do passeio para dar a volta no barbeiro de rua e não via o prédio onde eu morava. Entrei ali, olhando com cara feia para o barbeiro. O prédio que eu morava tinha duas divisões logo depois da entrada. Uma seguia para os fundos e a outra para quem morava de frente. Nisto percebi que a entrada para onde eu morava era feita apenas com um buraco na parede e do outro lado, tinha porta e estava toda arrumada. Fiquei querendo entender o porquê daquilo, quando um homem que brincava com o filho, chutou uma bola que veio perto de mim. A criança veio correndo pegar a bola. Quando ela pegou, perguntou o que eu fazia do lado deles do prédio