OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : batida de carro
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

USANDO PODER DO CÉREBRO


Estava numa cidade onde havia várias ruas elevadas. Eu e todas as pessoas ali éramos gigantes. Os carros eram do tamanho que são mesmos. A gente dirigia os carros pela mente. Estava dirigindo meu carro por aquelas pistas, como se aquelas pistas fossem um autorama. Estava sentado do lado das pistas, que pareciam de brinquedo. Nisto alguém veio velozmente com seu carro e bateu no meu. Esta pessoa estava atrás de mim, sentado num gramado. Então comecei a discutir com aquela pessoa por não saber usar a mente e ter feito seu carro bater no meu. Ela ficou dizendo que eu não sabia dirigir o carro. Que minha mente estava “poluída” e por isto tinha feito uma manobra errada no que aconteceu a colisão. Na discussão, ficamos em pé e então nossas cabeças chegaram às nuvens que tinham ali. Desta forma eu não conseguia ver seu rosto e nem ele o meu. Fiquei dizendo para ele não fugir e aparecer. Ele dizia o mesmo. Então sentei novamente, mas já não via aquela pessoa. Fiquei olhando meu carro e então decidi consertá-lo usando a mente. O carro ficou novinho novamente. No que sai dirigindo com  a mente, novamente.

domingo, 17 de julho de 2011

PELADO, VENDO O CAMINHÃO DA COCA-COLA


Estava vindo por uma rua escura, procurando uma garagem onde estaria meu carro. Quando cheguei nesta garagem, me dei conta que estava totalmente pelado. Havia um saco de lixo na garagem, que eu deveria colocar lá fora para. Pensei que não teria nenhum problema, visto que já era de costume eu sair pelado para colocar o lixo. Então fui fazer isto, mas fiquei com vergonha de algumas pessoas que passavam e ficaram me olhando pelado. Coloquei o lixo e voltei para pegar o carro. Mas decidi colocar uma calça, por via das dúvidas. Sai com o carro e fui até uma rua que era mão única. Parei o carro no meio da rua, quase chegando à esquina. Desci do carro e a calça que eu tinha colocada, estava muito larga e caiu nos meus pés. Fiquei encostado no carro, pelado com as calças abaixadas. Levantei as calças, andei um pouco e parei na beirada do passeio. Nisto a calça caiu novamente. Então a tirei e joguei-a em cima do passeio. Fiquei em pé ali, pelado. Estava meio escuro. Nisto veio um caminhão, destes de fazer entrega de bebida e refrigerantes, virando na rua onde estava meu carro parado. O caminhão era da coca-cola. Ele foi virando com dificuldades para passar pelo meu carro e outro que estava estacionado ali. Quando ia terminando de passar, a traseira do caminhão bateu na lateral da frente do meu carro. Mas o motorista não parou e foi indo embora, deixando a lateral da frente do meu carro amassada e com os faróis quebrados. Fiquei pensando que não podia fazer nada, pois tinha parado meu carro no meio da rua. Então lembrei que aquela rua era mão única, que o caminhão tinha ido pela contra mão, então ele estava errado e teria que pagar o conserto do meu carro. Procurei pelo caminhão, mas ele já tinha ido embora e não sabia para onde. Fiquei em pé, pelado, perto do meu carro, olhando o estrago que o caminhão da coca-cola tinha feito. Algumas pessoas do outro lado da rua estavam me olhando. Então sai procurando pela calça, para não ficar pelado no meio da rua.

sábado, 25 de junho de 2011

LAMBENDO GLAÇÊ NA LARGA AVENIDA, VENDO BATIDA DE CARRO


Vinha na Avenida Getulio Vargas. Ela era muito larga. No cruzamento com outra rua, que também era larga. A distância entre os passeios era muito grande. Perto desta esquina, havia uma mesa comprida com várias coisas em cima. No local onde estava esta mesa, funcionava um curso de culinária. Parei perto desta mesa, ouvindo as pessoas falar lá dentro. Vi uma vasilha com glacê de cobertura de bolo e comi um pouco deste glacê. Depois peguei uma lata de óleo e fui colocá-la dentro de uma vasilha grande que estava cheia de leite. Quando comecei a fazer isto, três pessoas vieram saindo de dentro desta escola de culinária. Então, rapidamente coloquei a lata de óleo em cima da mesa. Sai de fininho. As pessoas que saíram dali saíram conversando sobre comida. Fui atravessando a larga rua, no meio dos carros. As três pessoas vieram atrás de mim, sempre conversando. Nisto do outro lado, um carro bateu em outro que estava parado, de lado na pista. Continuei atravessando a rua, quando o carro que bateu encostava para ir falar com o que sofreu a batida. Dentro do carro que sofreu a batida, estavam algumas mulheres, elas riam muito da batida que sofreram. Nisto um homem chegou perto de mim e ficou dizendo que eu tinha visto tudo, que a culpa não era dele. Nisto veio uma mulher e começou a beijar este homem.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

BATIDA DE CARROS NA ESQUINA



Estava com o Fernando, andando numa rua do centro da cidade. Eu carregava uma sacola pesada em cada mão. Nisto o Fernando pediu para irmos até o final da Rua Minas Gerais, porque ele queria comprar uma moto. Nós fomos descendo a Rua Minas Gerais até que chegamos ao sinal, onde um carro bateu em outro. Nós passamos pelos carros batidos, e fomos até uma casa. Entramos nesta casa, demos a volta e quando fomos sair pelo outro lado, estava fechado. Havia uma mulher e um homem dentro de um quartinho, tipo uma guarita. Eu disse que queria sair, pois eu tinha pago os três reais. A tal mulher então disse que iria consultar se eu tinha pago mesmo.