OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : centro da cidade
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MUNDO ANIMAL


Estava numa cidade. Estava no centro da cidade, onde cinco ruas se cruzavam. Estas ruas eram muito largas. Havia gente e animais andando juntos. Os animais andavam em duas patas, como se fossem gente. Eu tinha que separar os animais dos seres humanos. Só que quando eu tentava conduzir os animais para um canto, os humanos também iam como se fosse animais. Eles nada falavam, apenas ficavam andando de um lado para outro. Por mais que eu tentava, não conseguia separar os animais dos humanos.

sábado, 24 de setembro de 2011

MARRETA DE ABENÇOAR


Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas,por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante docentro da cidade.  Este bairro quase nãotinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por umaporta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e asoutras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro.  Fui para a lateral da igreja, num reservado,onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou nestereservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstiaspara as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir ashóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário,virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando decostas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marretadaquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padrepediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretadano meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, naverdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fuisaindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula,visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado paratrás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua emfrente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei queteria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro dacidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossadireção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvensde chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e jácomeçou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com atempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

BATIDA DE CARROS NA ESQUINA



Estava com o Fernando, andando numa rua do centro da cidade. Eu carregava uma sacola pesada em cada mão. Nisto o Fernando pediu para irmos até o final da Rua Minas Gerais, porque ele queria comprar uma moto. Nós fomos descendo a Rua Minas Gerais até que chegamos ao sinal, onde um carro bateu em outro. Nós passamos pelos carros batidos, e fomos até uma casa. Entramos nesta casa, demos a volta e quando fomos sair pelo outro lado, estava fechado. Havia uma mulher e um homem dentro de um quartinho, tipo uma guarita. Eu disse que queria sair, pois eu tinha pago os três reais. A tal mulher então disse que iria consultar se eu tinha pago mesmo.