Estava
dentro do supermercado da Avenida Vinte e Hum de Abril. Estava comprando uma
lata de tinta pequena. Destas de 3,5 litros. Fui pagar em um caixa que tinha lá
no meio do supermercado, junto as mercadorias. Tirei as moedas do bolso para
pagar a tinta. Eram moedas de um real, cinqüenta centavos, vinte e cinco
centavos, dez e cinco centavos. O total era quatro reais e vinte e cinco
centavos, que era o preço da tinta. Quando dei as moedas a moça do caixa, ela
disse que não podia pagar só em moedas, uma parte teria que ser em cédula.
Achei aquilo estranho e disse que não conhecia nenhuma lei falando disto. Ela
disse que era uma resolução do Banco central. Eu não acreditei. A moça do caixa
então procurou e pegou um livrinho e começou a ler a resolução do Banco Central
que determinava aquilo. Não estava prestando atenção em nada que ela falava. Assim
que ela terminou, peguei a lata de tinta e disse que ia reclamar com o gerente.
Antes passar para o lado de fora dos caixas da linha de frente, deixei a lata
de tinta em cima de um banquinho que tinha perto de onde uma mulher estava
passando pano no chão do supermercado. Olhei para ver se via o gerente, mas só
vi sentado por ali alguns funcionários que eram embaladores. Decidi ir
perguntar ao cara que estava pintando a casa da minha mãe, se aquilo era
verdade. Quando cheguei na casa da minha mãe, entrando no alpendre, fui pegar
as moedas no meu bolso, mas as deixei cair. então fui pegá-las rapidamente antes
que alguém as pegasse. Nisto o Marcelo, ao ouvir o barulho das moedas caindo,
veio da porta da casa da Gláucia, onde ele estava conversando, para pegar as
moedas. O Ricardo veio vindo de dentro da casa da mamãe para também pegar as
moedas. Fui pegando as moedas rapidamente, para que eles não as pegasse. Peguei
primeiro as de um real e depois fui pegando as de cinqüenta centavos, assim se
os dois pegasse alguma moeda, seria as de menor valor. Mas consegui pegar todas
elas antes que o Marcelo e o Ricardo pegasse alguma. Perguntei pelo pintor,
porque queria uma informação sobre uma resolução do Banco central. O Marcelo
disse que ele já tinha terminado o serviço e tinha ido embora.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
RESOLUÇÃO DO BANCO CENTRAL
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domingo, 20 de maio de 2012
CACHORRO PASTOR ALEMÃO E AS SALSICHAS
ESTAVA VINDO DO
SUPERMERCADO COM TRÊS SACOLAS. UMA DELAS TINHA ALGUMAS SALSICHAS. QUANDO FUI
PASSAR PELA CASA DA ESQUINA, VI QUE O PORTÃO DA GARAGEM ESTAVA ABERTO. NAQUELA
CASA TINHA UM CACHORRO PASTOR ALEMÃO MUITO BRAVO. FUI CALMAMENTE E VI QUE ELE
ESTAVA PRESO NA CORRENTE. PASSEI PELO PORTÃO DA GARAGEM E VIREI A ESQUINA, POIS
LOGO DEPOIS DESTA CASA DA ESQUINA, ERA NOSSA CASA. PARA CHEGAR NA PORTA DE
ENTRADA DE NOSSA CASA, HAVIA UNS DEZ DEGRAUS QUE OCUPAVAM TODA A EXTENSÃO DO
PASSEIO. ASSIM QUALQUER PESSOA QUE PASSASSE PELO PASSEIO, TINHA QUE SUBIR ESTE
DEZ DEGRAUS QUE LEVAVAM ATÉ A PORTA DE ENTRADA DE NOSSA CASA E DEPOIS DESCER OS
DEZ DEGRAUS QUE HAVIA LOGO DEPOIS DA PORTA DE ENTRADA. NOSSA CASA ERA A ÚNICA
QUE FICAVA NO ALTO E POR ISTO O PASSEIO ERA DE ESCADA EM FRENTE NOSSA CASA. FUI
RAPIDAMENTE PARA NOSSA CASA, COM MEDO DAQUELE CACHORRO. QUANDO FUI SUBINDO OS
DEGRAUS, VI QUE MINHA MÃE ESTAVA RECEBENDO DE UM CARTEIRO, AS CORRESPONDÊNCIAS.
QUANDO FUI ENTRAR NA NOSSA CASA, VI AQUELE CACHORRO VINDO CORRENDO EM MINHA DIREÇÃO,
ENTREI EM CASA, PASSEI PELA SALA E ENTREI NO QUARTO QUE TINHA ALI. ESTE QUARTO
TINHA A PORTA DE CORRER. FECHEI A PORTA E FOI CONTA DE FECHAR E O CACHORRO
CHEGOU. NESTA PORTA DE CORRER, QUE ERA DE MADEIRA, TINHA UM BURACO REDONDO BEM
NO MEIO DELA, QUE ERA DE UM NÓ DA MADEIRA QUE HAVIA SE SOLTADO. POR ESTE BURACO
FIQUEI OLHANDO O CACHORRO QUE FICAVA OLHANDO FIXAMENTE PARA A PORTA. ENTÃO
COMECEI A GRITAR PARA ALGUÉM TIRAR AQUELE CACHORRO DALI. NISTO APARECEU O CRISTÓVÃO,
UM VISINHO NOSSO. ELE FICOU CHAMANDO O CACHORRO. O CACHORRO FOI SEGUNDO ELE,
MAS LOGO DEPOIS VOLTOU. ENTÃO COLOQUEI UMA SALSICHA POR AQUELE BURACO DA PORTA,
PARA O CACHORRO COMER E IR EMBORA. O CACHORRO COMEU A SALSICHA EM MENOS DE UM
SEGUNDO. ERA COMO SE ELE TIVESSE ENGOLIDO ELA. MAS ELE CONTINUAVA ALI OLHANDO A
PORTA. ENTÃO JOGUEI OUTRA SALSICHA E DEPOIS OUTRA. O CACHORRO AS COMEU TÃO RÁPIDO
QUANTO A PRIMEIRA. FUI ABRINDO A PORTA VAGAROSAMENTE E O CACHORRO FEZ MENÇÃO DE
BRINCAR COMIGO. SAI DO QUARTO E FUI JOGANDO AS SALSICHAS PARA ELE. ELE FICAVA
PULANDO NA MINHA FRENTE COMO SE QUISESSE BRINCAR. QUANDO JOGUEI A ÚLTIMA
SALSICHA, O CACHORRO SIMPLESMENTE SAIU CORRENDO E FOI EMBORA. ENTÃO PENSEI:
__ESTA
“PRAGA” SÓ QUERIA AS SALSICHAS.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
EXPLOSÃO DA CALDEIRA NO SUPERMERCADO
Estava em um supermercado. Estava em um corredor,ao lado de uma grande prateleira, procurando por algum produto. Nisto umascaixas de velas começaram a cair desta prateleira. Fui tentando pegar ascaixinhas de velas e colocá-las novamente na prateleira. Mas começaram a cairmuitas de uma vez. Então virei para um funcionário que estava ali perto,dizendo que tinha tentando colocar de volta, mas elas não paravam de cair.Nisto chegou uma funcionária do supermercado, dizendo que o pé daquelaprateleira, estava dobrando com o peso. Olhei e vi o pé, que era de ferro,dobrando aos poucos, fazendo com que a prateleira ficasse inclinada ecomeçassem a cair todos os produtos. Corri para o outro lado da prateleira, commedo que ela caísse em cima de mim. Duas pessoas correram comigo. Quandocheguei do outro lado, vi que a prateleira tinha ali uma caldeira de locomotivaa vapor. Esta caldeira estava tombando. Falei com um homem que estava ao meulado, que se ela tombasse para nosso lado, a gente não tinha como correr. Masela tombou para outro lado. Então disse que ela poderia explodir e se istoacontecesse, a gente estava perdido. Havia uma coluna de concreto quesustentava o galpão, que deveria ter um metro quadrado. Fiquei atrás destacoluna, segurando um travesseiro. Disse ao tal homem que estava comigo, que sea caldeira explodisse talvez a coluna protegesse a gente, e que eu iria colocaro travesseiro no rosto, para não queimá-lo, no caso de uma explosão. Nisto vium funcionário olhando a caldeira, que estava tombada, de perto. Imaginei entãoque não havia risco de explosão. Neste momento houve uma explosão, mas foijogando a caldeira para cima. Ela atravessou o telhado, saindo meio que inclinada.Disse para o tal homem para corrermos dali, pois, pela direção que ela tinhafurado o telhado, cairia justamente onde à gente estava e ai, ela iriaexplodir. Correndo, encontrei com o Cândido. Ele me perguntou se eu iria aoaniversário dele. Disse que sim, iria estar lá. Ele então disse que só queriasaber.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
AS VERDURAS E A NOTA FISCAL
Estava num supermercado com o Nathan. Ele foi ate uma mesa e pegou uma cesta onde havia várias verduras. Levou até o caixa para pagar e saiu dali. Fiquei observando a moça do caixa passar as verduras e percebi que elas estavam murchas e começando a estragar. Quis saber por que as verduras estavam ruins. A moça disse que o Nathan tinha escolhido as verduras uma semana atrás e deixou ali que viria buscar depois. E continuou passando as verduras. No final, vi dois pedaços de mandiocas. Disse a moça do caixa que as mandiocas estavam já desmanchando de tão ruins que estavam. Mas ela passou a mandioca assim mesmo. No final ela me disse que tinha ficado em 852 reais. Eu disse a ela que queria a nota fiscal. Ela saiu do caixa e disse que a nota era feita no escritório e que ela iria lá fazê-la. Fiquei esperando e pensando porque não peguei só o cupom fiscal, que era a mesma coisa.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A SANDÁLIA FLUORESCENTE NO SUPERMERCADO ESCURO

Estava dentro de um carro, no lado do passageiro, não estava sentado no banco, estava encolhido na frente do banco. Não sei quem dirigia, porque estava muito escuro. Nisto o carro parou na porta de um supermercado, desci e fui ate´o guarda volumes. Estava muito escuro, pois não tinha energia. Neste guarda volume, a gente não guardava volumes, mas pegava sacolas para colocar o que a gente ia comprar. Peguei tres sacolas. Nisto, pela luz de uma vela que estava em cima do balcão, vi que a sandália tipo franciscano que eu estava usando, estava fluorescente. Fiquei imaginando como poderia ser aquilo, pois eu havia calçado um teniz. Sai pelo corredor escuro do supermercado, só olhando para meus pés, tentando entender o que havia ocorrido. Peguei algumas coisas nas prateleiras, até encher as tres sacolas. Fui para o caixa, que também tinha somente um vela acessa ali. Passei as tres sacolas. O supermercado cobrava por sacala cheia e não pelos produtos que a gente levava. O caixa me conrou 3 reais, um por cada sacola. Sai dali e fiquei parado em pé em frente a este supermercado, esperando o carro vir me buscar.
sábado, 14 de novembro de 2009
DISCUTINDO PELO HORÁRIO DE TRABALHO
Estava numa sala de uma casa. O Segundinho estava lá, conversando com uma pessoa que tinha o apelido de “gato”, devido à cor dos olhos dele. Este tal “gato” queria trabalhar no supermercado do Segundinho. Mas ele queria trabalhar no horário de 7 da manhã as duas da tarde. Mas o Segundinho dizia que dependia do Fernando escolher primeiro qual horário queria trabalhar. Fiquei pensando que o Fernando estava sendo bobo demais, porque o melhor horário era aquele. Trabalhar no outro horário, das 2 da tarde até dez da noite era o pior que tinha. Então ouvi a Rita, irmã do segundinho, dizendo que o Fernando iria trabalhar era das duas às 10 da noite. Ai eu disse que não. Que iria trabalhar era de manhã. Ela então disse que achava o horário da noite melhor para o Fernando. E que eu não deveria dar palpites. Então disse que independia da opinião dela, para dizer em qual horário o Fernando iria trabalhar, e que seria na parte da manhã.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
OS ANIMAIS COLORIDOS NO RIACHO DE FOLHAS E GALHOS
Estava num local, que seria a entrada de um supermercado. Havia várias portas de entrada. O estacionamento era ali na frente mesmo, mas era fechado. Havia um carro parado bem em frente a uma das portas. Este carro era o do Guida, que eu aguardava vir de dentro do supermercado. Um pouco mais a frente, havia outro carro parado. Nisto veio o Zé Alique e fui estacionar o carro dele entre os dois. Só que ao fazer isto, bateu no carro que estava á frente do carro do Guida. Ele então voltou e estacionou atrás do carro do Guida. Uma mulher saiu de dentro do carro que ele bateu, começou a chingar, mas depois saiu com o carro e foi embora. Então fui para dentro do supermercado, apressar o Guida, para a gente ir logo embora. Quando entrei, vi uma porta nos fundos do supermercado. Ao passar por esta porta, vi um riacho que passava nos fundos, cercado por uma mata. Havia um homem lavando as laterais deste riacho, com mangueira de água. Ao fazer isto, várias folhas e pequenos galhos de árvores, caiam no riacho, formando um tapete de folhas e galhos, deslizando riacho a baixo. Nisto vi que vários ratos passavam de um lado a outro do riacho, sempre por cima destes galhos e folhas. Estes ratos eram compridos e fininhos e tinha de cor vermelha, azul, verde e amarelo e marrom. Eles sempre estavam pulando. Então imaginei que o motivo seria de a água que estava sendo usada para lavar as laterais do riacho, deveria estar entrando nas tocas dos ratos, o que fez eles saírem de lá.
terça-feira, 2 de junho de 2009
NO SUPERMERCADO, VENDO REDE TV NA GLOBO
Estava num supermercado, onde a frente dele era toda aberta e tinha o tamanho do Carrefour mais ou menos. Estavam sentados ao meu lado, duas pessoas. Nisto alguém chegou e disse que as pessoas pensavam que em supermercados pequenos, os preços eram menores, e estavam enganadas. Então saímos dali, eu e uma mulher, pegamos uma cesta para fazer compras e um homem pegou um carrinho. Eu e a mulher fomos até uma pilha de leite de caixinha. Havia duas marcas. Uma marca a caixinha era quadrada e a outra no formato tradicional. A tradicional custava 2,38 (dois reais e trinta e oito centavos) Fiquei procurando o preço da outra marca e não achava. Queria levar uma caixa de cada marca. Então pensei que o preço seria mais ou menos o mesmo e calculei em 4,80 as duas. Imaginei que ira arredondar para ficar melhor para calcular quanto eu ia gastar. Vi um balde de água, cuja espuma do sabão, estava transbordando. Fui lavar as mãos nesta espuma, quando as roupas começaram e inchar e começaram a sair do balde. Nisto ouvi o hino do Atlético Mineiro. Olhei para o canto e vi uma televisão. O narrador da rede TV, que narra jogos da segunda divisão, estava falando do troféu Globo Minas, que a rede Globo daqui presenteia aos melhores do campeonato mineiro. Fiquei pensando porque a Rede TV estava fazendo propaganda da globo. Fui olhar a imagem, tinha várias mesas cobertas com tolhas brancas. Um soldado co corpo de bombeiros, com uma mangueira, jogava água para cima, e esta ia caindo em cima das mesas. Então imaginei que seria apenas para dar um efeito de chuva. Nisto o narrador disse que ali aconteceria uma homenagem ao presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil. O Hino do Atlético Mineiro não parava de tocar.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
SOLTANDO "PUM"
Estava num corredor de supermercado. Só que este corredor era estreito e só passava uma pessoa. Havia outros corredores e todos eram estreitos. Eu ia por um destes corredores, até que vi uma pessoa que eu conhecia e tinha o apelido de “BONECO”. Ele trabalhava no supermercado e sua função era soltar “PUM”. Ele tinha algo nas mãos, que jogava em direção a gente e saia um som igual ao “pum” e o cheiro também. Ele estava jogando nas pessoas que vinha em corredores na direção que estava. Quando ele me viu, jogou este “pum” em mim. Sai correndo e ele veio correndo atrás de mim, jogando o tal “pum”. As pessoas que estavam ali saíram correndo também.
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