OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : fusca
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domingo, 18 de março de 2012

ESTACIONANDO O FUSCA NA PRAÇA / SONHOS

Estava dirigindo um fusca branco. Dirigia com dificuldades, pois o volante virava muito pouco. Quando cheguei a uma praça redonda, quis estacionar o fuça rente ao passeio. Não estava conseguindo devido a curvatura de o passeio ser redondo. Quando dei uma ré, entrei numa garagem batendo o carro no portão desta garagem, que abriu. Fui para frente novamente e assim consegui parar o fusca. Havia uma mulher sentada em um banco que estava em cima do passeio. Acho que seria o ponto de um ônibus. Ela ficou rindo de minha dificuldade em estacionar o carro. Então disse a ela que o importante fui que tinha conseguido.

sábado, 14 de agosto de 2010

FUSCA 2011 / A VOLTA DO HISTÓRICO ALEMÃO


O VELHO FUSCA, CRIADO A PEDIDO DE HITLER, PARA SUPORTAR OS IRREGULARES TERRENOS ALEMÃES E A FALTA DE ÁGUA NOS CAMPOS DE BATALHA, ESTA CADA VEZ MAIS MODERNO.
ESTAS FOTOS SÃO DO PROVÁVEL FUSCA 2011.
AOS POUCOS ELE VAI PERDENDO AQUELA VELHA FORMA DE MEIA LUA, CRIADA COMO CAMUFLAGEM DO CARRINHO.
ESTA FOI A ÚNICA FORMA DE MANTER O VELHO CARRINHO, EVOLUIDO.
O DESINGNE NÃO PODIA FICAR O MESMO.
BOM PARA OS COLECIONADORES. ASSIM, SEUS VELHOS CARRINHOS FICAM CADA VEZ MAIS VALIOSOS.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O BONÉ XADREZ

Estava num local, que parecia ser uma estrada com um cômodo bem no meio desta. Havia uma mulher comigo e um homem. Ambos aparentemente mais velhos. Este homem seria meu chefe. A mulher não sei quem seria. Eu usava um boné xadrez. Nisto, este homem que seria meu chefe, disse que iria comprar um boné novo para mim. A tal mulher disse que eu não precisava de boné, pois já estava usando um. Então o tal homem disse que queria comprar e pronto. Que era ele quem mandava. Então entramos os três num fusca e saímos por aquela estrada.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

NO FUSCA COM A FABÍULA

Estava dentro de um fusca. Quem dirigia era a Fabíula. Só que o banco da frente, onde ela dirigia, era virado para o banco de trás, onde eu estava sentado. Estava meio escuro e havia muitos carros passando. Eu tinha pressa de chegar, não sei bem onde. Nisto a Fabíula fez que ia estacionar. Então fiquei pensando que ela iria parar novamente e eu não chegaria nunca. Mas ela só fazia que ia estacionar mas não estacionava. Fez isto várias vezes. Até que ela desceu a Rua Minas Gerais e num local onde havia duas entradas de garagem para carro, e ambas estavam abertas, ela entrou com o fusca na primeira desta garagem. Só que parou o carro em cima do passeio, não entrando na garagem. Desceu e foi para dentro daquele terreno. Então fiquei olhando, pois poderia vir um guarda de trânsito e quer multar a gente. Mas não via pessoas nenhuma, só carros passando na Rua Minas Gerais. Nisto veio uma mulher idosa, dirigindo um fusca também, de dentro daquele terreno, e passou pelo portão da garagem, que era à conta do fusca, de marcha à ré, e muito rapidamente, sem bater em nada. Fiquei pensando: puxa. Esta velha é craque no volante. Resolvi descer do carro e entrei naquele terreno. A Fabíula estava logo ali, juntamente com a Sara, ao lado de um tanque de lavar roupas. Ela então me disse que só iria lavar aquelas roupas e que depois a gente iria embora. Então fiquei pensando que se pudesse eu iria embora a pé.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

O COGUMELO BICHO


Estava no centro da cidade, numa destas vilas de casa que tem por aqui. Esta vila tinha uma ruazinha muito estreita, que mal cabia um carro. Eu estava dirigindo um fusca branco. Meus pés mal conseguiam alcançar o acelerador e eu tinha que me abaixar no banco para acelerar. Nisto o fusca saiu andando. Esta ruazinha virada em “L” para a esquerda. Eu quase não consegui fazer a curva. Depois tentei frear, mas pisei foi no acelerador e o fusca saiu em disparada. Eu fechei os olhos para não o ver bater. Fiquei encostado no muro do jardim da casa da minha mãe. Na minha frente tinha um pouco de terra na forma de um monte, Vários insetos pequenos subiam e desciam este morro de terra. Tinha de todo tipo. Nisto vi ao meu lado um cogumelo amarelo. Ele tinha uns 10 centímetros de altura e a forma de um homem com os braços abertos. (Tipo um boneco de posto) Eu então arranquei o que seria a cabeça deste cogumelo, que tinha o tamanho de uma bola de ping-pong. Quando fui comer fiquei meio com nojo e atirei-a por uma festa do muro. Ela caiu no passeio. Nisto eu então arranquei o restante dele, que tinha uma raiz muito comprida. Eu o joguei ali perto e suas raízes caíram neste monte de terra. Nisto os insetos e as formigas começaram a comer aquelas raízes. Então as raízes começaram a se mexerem, (tipo um inseto quando é atacado por formiga). Eu fiquei imaginando se aquele cogumelo era planta ou bicho, porque nunca tinha ouvido falar que planta sentisse dor e se mexesse quando fosse atacada. Depois fiquei pensando porque eu tinha arrancado ele. Deveria te-lo deixado ali.