OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : correndo do cachorro
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sábado, 16 de agosto de 2014

O PROTAGONISTA






Era noite. Estava sentado em um sofá de uma sala onde a luz estava apagada e a tv ligada.
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Na tv estava começando um filme de suspense. O narrador ainda falava. Eu era o protagonista deste filme. Vinha correndo por uma estreita rua a noite. Estava de capuz e blusa preta. Ao passar pelo ponto central da cena e ficar bem centrado na imagem, a cena pára com minha imagem bem focada e o narrador diz: __Estrelando "Thymonthy Becker". Ai a cena volta com eu correndo por aquela rua estreita. O Filme continua e chego em uma rua mais larga. Vou correndo pelo passeio com uma caneta na mão. Nisto vem vindo em minha direção um cachorro da raça Pitbull. Atrás deste cachorro vinham outros três pequenos cachorros. Quando se aproximava de mim, este cachorro Pitbull disse que queria minha caneta. Mas ele não parou e continuou correndo. Ao passar por mim olhei para trás porque não tinha acreditado que o cachorro tinha falado comigo. Então o Pitbull parou e disse novamente que queria minha caneta. Mandei a caneta na direção dele. Ela caiu no chão. Ele a pegou e saiu correndo e os três cachorros correndo atrás. 
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Olhando os cachorro correndo ouvi uma voz dizendo que queria uma caneta também. Sem me virar e virando só o rosto, vi um cachorro bem grande. Ele era todo branco e deveria ter um metro de altura. Sem me virar, peguei uma caneta no bolso e a joguei para trás. Virei para ver e o cachorro a tinha pego com a boca sem deixá-la cair. Com a caneta na boca este cachorro também saiu correndo em direção aos outros. Continuei correndo até que desapareci no horizonte.

domingo, 20 de maio de 2012

CACHORRO PASTOR ALEMÃO E AS SALSICHAS

ESTAVA VINDO DO SUPERMERCADO COM TRÊS SACOLAS. UMA DELAS TINHA ALGUMAS SALSICHAS. QUANDO FUI PASSAR PELA CASA DA ESQUINA, VI QUE O PORTÃO DA GARAGEM ESTAVA ABERTO. NAQUELA CASA TINHA UM CACHORRO PASTOR ALEMÃO MUITO BRAVO. FUI CALMAMENTE E VI QUE ELE ESTAVA PRESO NA CORRENTE. PASSEI PELO PORTÃO DA GARAGEM E VIREI A ESQUINA, POIS LOGO DEPOIS DESTA CASA DA ESQUINA, ERA NOSSA CASA. PARA CHEGAR NA PORTA DE ENTRADA DE NOSSA CASA, HAVIA UNS DEZ DEGRAUS QUE OCUPAVAM TODA A EXTENSÃO DO PASSEIO. ASSIM QUALQUER PESSOA QUE PASSASSE PELO PASSEIO, TINHA QUE SUBIR ESTE DEZ DEGRAUS QUE LEVAVAM ATÉ A PORTA DE ENTRADA DE NOSSA CASA E DEPOIS DESCER OS DEZ DEGRAUS QUE HAVIA LOGO DEPOIS DA PORTA DE ENTRADA. NOSSA CASA ERA A ÚNICA QUE FICAVA NO ALTO E POR ISTO O PASSEIO ERA DE ESCADA EM FRENTE NOSSA CASA. FUI RAPIDAMENTE PARA NOSSA CASA, COM MEDO DAQUELE CACHORRO. QUANDO FUI SUBINDO OS DEGRAUS, VI QUE MINHA MÃE ESTAVA RECEBENDO DE UM CARTEIRO, AS CORRESPONDÊNCIAS. QUANDO FUI ENTRAR NA NOSSA CASA, VI AQUELE CACHORRO VINDO CORRENDO EM MINHA DIREÇÃO, ENTREI EM CASA, PASSEI PELA SALA E ENTREI NO QUARTO QUE TINHA ALI. ESTE QUARTO TINHA A PORTA DE CORRER. FECHEI A PORTA E FOI CONTA DE FECHAR E O CACHORRO CHEGOU. NESTA PORTA DE CORRER, QUE ERA DE MADEIRA, TINHA UM BURACO REDONDO BEM NO MEIO DELA, QUE ERA DE UM NÓ DA MADEIRA QUE HAVIA SE SOLTADO. POR ESTE BURACO FIQUEI OLHANDO O CACHORRO QUE FICAVA OLHANDO FIXAMENTE PARA A PORTA. ENTÃO COMECEI A GRITAR PARA ALGUÉM TIRAR AQUELE CACHORRO DALI. NISTO APARECEU O CRISTÓVÃO, UM VISINHO NOSSO. ELE FICOU CHAMANDO O CACHORRO. O CACHORRO FOI SEGUNDO ELE, MAS LOGO DEPOIS VOLTOU. ENTÃO COLOQUEI UMA SALSICHA POR AQUELE BURACO DA PORTA, PARA O CACHORRO COMER E IR EMBORA. O CACHORRO COMEU A SALSICHA EM MENOS DE UM SEGUNDO. ERA COMO SE ELE TIVESSE ENGOLIDO ELA. MAS ELE CONTINUAVA ALI OLHANDO A PORTA. ENTÃO JOGUEI OUTRA SALSICHA E DEPOIS OUTRA. O CACHORRO AS COMEU TÃO RÁPIDO QUANTO A PRIMEIRA. FUI ABRINDO A PORTA VAGAROSAMENTE E O CACHORRO FEZ MENÇÃO DE BRINCAR COMIGO. SAI DO QUARTO E FUI JOGANDO AS SALSICHAS PARA ELE. ELE FICAVA PULANDO NA MINHA FRENTE COMO SE QUISESSE BRINCAR. QUANDO JOGUEI A ÚLTIMA SALSICHA, O CACHORRO SIMPLESMENTE SAIU CORRENDO E FOI EMBORA. ENTÃO PENSEI:
__ESTA “PRAGA” SÓ QUERIA AS SALSICHAS.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

CARREGANDO PANELAS NA MANSÃO, COM CACHORRO

Estava vindo por um passeio de uma rua, onde neste passei havia no centro, em toda sua extensão, um gramado. Sendo que a parte cimentada ficava em ambos os lados deste gramado. Vinha por este passei, carregando nas mãos, penduradas por uma corda, várias panelas. Havia duas mulheres que vinha na minha frente, e por ser o passeio estreito, me atrapalhavam a passar por elas. Então forcei a passagem e continuei. Eles ficaram falando alguma coisa quando passei que não sei o que era. Nisto, havia um enorme portão, feito de grade. Empurrei este portão com o ombro direito, porque as mãos estavam ocupadas, e entrei. Quando entrei, já me vi do lado oposto, como se estivesse entrado pela esquerda. Nisto uma mulher de fora começou a gritar que não era para eu entrar pelo outro portão. Era que ao lado deste imenso portão, tinha outro do mesmo tamanho. Então disse a ela que já tinha entrado. Ela então disse que havia um cachorro bravo no outro portão. Então continuei andando no imenso quintal, que seria de uma casa que tinha aquele imenso portão. Nisto veio um homem correndo em minha direção. O tal cachorro bravo então, veio correndo atrás dele. Disse a ele para parar de correr, senão o cachorro o pegaria. Ele então parou e o cachorro parou também. Ele disse que queria falar comigo. Então disse que era para sempre andar e nunca correr ali.

domingo, 9 de dezembro de 2007

A ROUPA, OS CACHORROS E VOANDO FUGINDO DO MONSTRO

Eu estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Eu cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Eu tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí eu comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Eu não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis e levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que eles não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Eu disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar calça jeans. Nisto lembrei que eu tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei a direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei na última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas eu fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me persegui. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei no final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, eu corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo e este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele termina na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi na copa de um dos galhos desta árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da árvore. Mas mesmo assim, eu ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Eu então sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Eu então voltei, voando e fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. Eu me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados.