OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : estrada
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

AS CURVAS DA ESTRADA






foto - ?
Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

domingo, 24 de agosto de 2014

A ESTRADA MAIS PERIGOSA DO MUNDO / MARGEADA POR PRECIPÍCIOS E CACHOEIRAS






Estrada 'mais perigosa do mundo' é atração turística na Bolívia
fonte - Globo.com - Turismo e viagem
foto - Gravytybolivia.com/divulgação
Milhares de turistas descem de bicicleta o 'Caminho da Morte'.
Via tem só 3 metros de largura e é margeada por precipícios e cachoeiras.

Estreita, serpenteando uma montanha a 4.700 m de altitude e com precipícios de centenas de metros desprotegidos, a estrada Camino a los Yungas, na Bolívia, é tão perigosa que é conhecida como “caminho da morte” ou "estrada da morte".
Curiosamente, após ser considerada na década de 1990 a “estrada mais perigosa do mundo” pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a via se transformou em atração turística. Todo ano, milhares de pessoas percorrem o caminho de bicicleta.
 Até algum tempo atrás, de 200 a 300 pessoas morriam todos os anos em acidentes com carros e ônibus na estrada, que tem apenas 64 km de extensão. Depois que foi construída uma via alternativa para os veículos, em 2007, esse número diminuiu.
foto - Gravytybolivia.com/divulgação

A rota, entretanto, continua perigosa. Quem se atreve a percorrê-la tem que manter o foco no caminho de apenas 3 metros de largura. De um lado, o ciclista encontra o paredão da montanha. Do outro, precipícios de até 600 m de altura. Em alguns lugares o solo é barrento, as nuvens tampam a visão e há deslizamentos de rochas.
Mas, quando a pessoa desce com calma e com a ajuda de um guia profissional, o passeio é “fácil e seguro”, afirma Derren Patterson, gerente da Gravity Bolivia. A empresa guia cerca de 6 mil turistas por ano no passeio de mountain bike pela estrada. Há turistas de todas as nacionalidades, inclusive do Brasil
foto - Gravytybolivia.com/divulgação

“Tem que descer com cuidado, não como um louco. Se for rápido demais ou com muito medo o ciclista pode sofrer uma queda grave. Mas quando a pessoa vai com calma e foca a atenção o tempo todo, a descida é fácil”, afirma Patterson.
O passeio começa em 4.700 metros de altitude em La Cumbre, a uma hora de carro de La Paz, e desce 3.500 m, ao longo de 64 km. Segundo Patterson, há registros de que 20 ciclistas morreram até hoje na Estrada da Morte. Um deles estava com um grupo da Gravity: um senhor morreu de ataque cardíaco durante o trajeto.
foto - Gravytybolivia.com/divulgação

Patterson garante que a beleza natural da região faz a aventura valer a pena. “É um dos lugares mais bonitos que já conheci. Dá para ver montanhas com mais de 6 mil metros de altura, glaciares e paisagens impressionantes. Passamos pela selva, por cachoeiras, rios e por um bosque que fica no meio das nuvens”, descreve.
Os turistas também podem ver planícies nevadas, lhamas pastando e pequenas vilas. A maior parte do caminho (cerca de 90%) é na descida.
foto - Gravytybolivia.com/divulgação



sábado, 12 de julho de 2014

A ESTRADA DE TERRA








Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.

AS CURVAS







Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Nisto vi o Gueds sentado perto de algumas pessoas, comendo algo. Eu cheguei perto dele e disse que se eles não podiam ver  que eu usava chinelos. Era para ele me levar de carro, por aquela estrada que tinha nos fundos do galpão. Fomos por esta estrada, que era bem curva. Do lado desta estrada tinha um matagal. Mas eu estava era numa bicicleta. Nisto chegou a Nathália, dizendo que precisa ir à avenida sete de setembro. Eu então eu a chamei e disse que iria mostrar uma coisa. Saímos dando a volta nesta estrada curva. Onde terminava a curva, Eu disse a ela que era a avenida sete de setembro. Disse que ela não precisava ir lá no centro para chegar nesta avenida, pois ela começava ali.

domingo, 22 de setembro de 2013

O BURACO DA ESTRADA


domingo, 11 de agosto de 2013

NA CONTRA MÃO


domingo, 2 de dezembro de 2012

CAMINHÃO NA ROTATÓRIA

--> ESTAVA VINDO POR UMA ESTRADA QUE ERA BASTANTE SINUOSA. O CÂNDIDO QUE ESTAVA DIRIGINDO O CARRO. ESTA ESTRADA ERA ESTREITA, MAS DAVA PARA SEGUIR DOIS VEÍCULOS. ESTAVA ANOITECENDO. A ESTRADA TINHA MUITOS VAI E VEM, PARECENDO MEIO ROTATÓRIA. ASSIM QUE VIRAVA UM POUCO PARA ESQUERDA, TINHA QUE VOLTAR LOGO PARA A DIREITA E DEPOIS ESQUERDA NOVAMENTE. HAVIA CAMINHÕES GIGANTES NESTA ESTRADA. ERAM PARECIDOS COM AQUELES CHAMADOS DE "FORA DE ESTRADA". PARA OS CAMINHÕES FAZEREM ESTE ZIG ZAG, ELES TINHA QUE ABRIR A VOLTA E ASSIM TIRAVA O ESPAÇO DO CARRO QUE PODERIA ESTAR AO SEU LADO. FAZENDO UMA ABERTURA DE VOLTA DESTAS, UM CAMINHÃO PASSOU POR CIMA DO CARRO QUE ESTAVA AO NOSSO LADO. SEMPRE QUE ACONTECIA DO CAMINHÃO PASSAR POR CIMA DE UM CARRO, ELE CAIA DE LADO E O CARRO TAMBÉM. QUANDO ISTO ACONTECEU, O CÂNDIDO ESTAVA DO LADO DESTE CARRO. FIQUEI FALANDO PARA O CÂNDIDO QUE PODERIA TER SIDO A GENTE SE NÃO TIVESSE AQUELE CARRO ALI ENTRE A GENTE E O CAMINHÃO. NISTO O MOTORISTA DO CAMINHÃO VEIO FALAR COM A GENTE E RECLAMAR DA ESTRADA. DISSE A ELE QUE QUANDO ESTAVA INDO PARA A CASA DO CÂNDIDO, VI AQUILO ACONTECER DUAS VEZES. ERA COMUM ACONTECER ISTO E NINGUÉM SAÍA FERIDO. ERA COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO. NO FINAL, O CAMINHÃO FICAVA DE LADO E O CARRO TAMBÉM. O MOTORISTA RECLAMOU QUE TERIA QUE CHAMAR O GUINCHO PARA DESVIRAR O CAMINHÃO.

domingo, 10 de junho de 2012

DEIXANDO DE PAGAR O JET-SKI

VINHA POR UMA ESTRADA JUNTAMENTE COM OUTRAS PESSOAS. VINHA FAZENDO OS CÁLCULOS DO QUE EU DEVERIA PAGAR. MAS O QUE EU TINHA PARA PAGAR ERA BEM MAIS DO QUE TINHA EM DINHEIRO. ENTÃO FIQUEI PENSANDO COMO FARIA PARA REMANEJAR TUDO. VIM FAZENDO OS CÁLCULOS QUANDO UMA MOÇA CHEGOU PERTO DE MIM E DISSE QUE EU TINHA QUE PAGAR OITOCENTOS REAIS DO CARRO LAND ROVER QUE EU HAVIA COMPRADO. DISSE A ELA ENTÃO QUE TERIA QUE REFAZER OS CÁLCULOS PARA SABER DE ONDE PODERIA TIRAR PARA PAGAR O CARRO. ENTÃO ELA DISSE PARA EU DEIXAR DE PAGAR AQUELE MÊS, O JET-SKI QUE HAVIA COMPRADO E NEM USAVA. DISSE A ELA QUE ERA UMA BOA IDÉIA. A PRESTAÇÃO DO JET-SKI ERA DOIS MIL REAIS E QUE AINDA SOBRARIA PARA PAGAR AS OUTRAS CONTAS.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

NO VAI-E-VEM DAS ESTRADAS

ESTAVA NUM LOCAL AFASTADO DA CIDADE. HAVIA VÁRIAS ESTRADAS NA FORMA DE COCHO. ELAS TINHAM UNS 20 METROS DE COMPRIMENTO E MAIS OU MENOS UM METRO DE LARGURA E UNS CINQÜENTA CENTÍMETROS DE FUNDURA. ESTAS ESTRADAS EM FORMA DE COCHO ESTAVAM SEMPRE SUBINDO E DESCENDO. NÃO HAVIA EM LINHA RETA. EU DIRIGIA POR ESTA ESTRADA EM FORMA DE COCHO, SÓ QUE NÃO TINHA CARRO. SIMULAVA ESTAR DIRIGINDO E FAZENDO O BARULHO DO MOTOR COM A BOCA E MOVIMENTANDO AS MÃOS COMO SE ESTIVESSE AO VOLANTE. DESCIA POR ESTA ESTRADA QUE AO FINAL DA DESCIDA, FAZIA UMA RÁPIDA CURVA E SUBIA NOVAMENTE. LÁ EM BAIXO ELA ENCONTRAVA COM OUTRA ESTRADA DE IGUAL FORMA, ASSIM A GENTE PODERIA MUDAR DE ESTRADA SE QUISESSE. AO TERMINAR DE DESCER, RESOLVI MUDAR DE ESTRADA E SUBIR NA OUTRA. NISTO VINHA UM CAMINHÃO DESCENDO A ESTRADA AO LADO. O CAMINHÃO ERA FININHO E COMPRIDO, PARA CABER NAQUELE COCHO. FIZ SINAL PARA ELE ESPERAR EU PASSAR. ELE FREOU E EU PASSEI E FUI SUBINDO A ESTRADA, SIMULANDO ESTAR DIRIGINDO. NÃO PRECISAVA FAZER FORÇA PARA SUBIR. A ESTRADA LEVAVA A GENTE PARA CIMA, COMO SE FOSSE UMA ESTEIRA ROLANDO. MAS ELA NÃO MOVIMENTAVA. APENAS A GENTE IA SUBINDO QUERENDO OU NÃO. DEPOIS DE FAZER A CURVA LÁ EM CIMA, FUI DESCENDO NOVAMENTE ATÉ CHEGAR EM BAIXO E SUBIR DE NOVO. ESTAVA VIAJANDO PARA O RIO DE JANEIRO E TINHA QUE IR NAQUELA ESTRADA FAZENDO AQUELE VAI E VEM.

domingo, 20 de maio de 2012

PASSAT VELHO NO PASTO

ESTAVA EM UM LOCAL QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. ESTAVA PARADO NO MEIO DO QUE SERIA UM PASTO. CONVERSAVA COM UMA PESSOA QUE NÃO LEMBRO QUEM ERA. NISTO VEIO CHEGANDO O SEGUIDINHO DIRIGINDO UM PASSAT BEM VELHO. ELE VINHA PELO MEIO DESTE PASTO. QUANDO ELE PAROU E DESCEU DO CARRO, PERGUNTEI O QUE ELE FAZIA COM O CARRO ALI. ELE DISSE QUE TINHA IDO BUSCAR A GENTE. PEDI ENTÃO A ELE QUE DESSE MARCHA A RÉ NO CARRO E PARASSE ELE NA ESTRADA QUE PASSAVA AO LADO. QUANDO ELE FOI DANDO MARCHA A RÉ, ELE PASSOU POR CIMA DE UMA MÁQUINA DE PODAR GRAMA. GRITEI COM ELE PARA PARAR. MAS ELE PASSOU POR CIMA E DEPOIS PULOU DE DENTRO DO CARRO. COMO O PASTO ERA UM POUCO ÍNGREME, O CARRO SAIU DESCENDO ESTE MORRO E FOI PARAR DENTRO DE UMA LAGOA QUE TINHA LÁ EM BAIXO. PERGUNTEI A ELE:
__PORQUE VOCÊ PULOU DO CARRO E DEIXOU-O ANDANDO SOZINHO?
__HÁ, EU NÃO SEI DIRIGIR.
__E PORQUE ENTÃO ESTAVA DIRIGINDO?
__HÁ, PORQUE EU QUIS.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O PORTAL DO RIO

Estava vindo de bicicleta por uma rodovia. Carregava alguém no quadro. Não fazia muito esforça para subir os morros e a bicicleta ia a uma velocidade até alta. Quando cheguei ao topo de um morro e fui começar a descer, vi que havia algumas pessoas trabalhando na rodovia. Dois homens correram para sair da minha frente, mas acabei acertando a perna de um destes homens. Ambos pularam no meio do mato que tinha na beira da rodovia. Então pedalei mais forte e fui muito mais rápido ainda, julgando que o tal homem que eu tinha acertado com a bicicleta estaria vindo correndo atrás de mim para me pegar. Fui pedalando por esta rodovia até que do alto de um morro vi um rio que passava do lado da rodovia, só que bem abaixo desta. Embora a estrada continuasse, havia outra estrada de chão, que descia em direção ao rio e saia do outro lado do rio. Pelas marcas da estrada, ela era usada de ambos os lados. Então virei à bicicleta e desci por esta estrada de terra. Quando fui para entrar com a bicicleta no rio, ela saiu na estrada do outro lado, como se ali tivesse um portal que saia do outro lado. Continuei pedalando e só ai eu olhei para trás para ver o tal homem que me seguia. Foi então que percebi que não havia ninguém correndo atrás de mim.