OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : trilha
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sábado, 26 de julho de 2014

DESLIZANDO DE BARRIGA NA EXPLOSÃO DA GALINHA






Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

Então fu para um local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

sábado, 12 de julho de 2014

A ESTRADA DE TERRA








Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.

sábado, 14 de janeiro de 2012

NA TRILHA A NOITE SEGUINDO PROCISSÃO



Estava indo por uma trilha, em uma mata meio fechada. Era noite, mas já estava por amanhecer. Seguia com muitas pessoas, o que seria uma procissão. Fomos por esta mata, subindo um morro. Lá em cima, no final desta procissão, havia uma igreja, aonde as pessoas iam se aglomerando. Chegando lá, eu precisava voltar. Mas como ainda não tinha amanhecido fiquei na duvida se deveria voltar pela trilha que viemos ou por uma estrada que tinha no pé do morro e contornava todo ele. Só que esta estrada, tornava o caminho mais longo. Como já estava por amanhecer, decidi ir pela trilha que havia vindo. Fui indo embora, com muito medo, pois estava sozinho. Depois de andar um pouco, cheguei a uma casa. Entrei ali rapidamente, com medo do que poderia ter naquele mato. Dentro da casa não havia nenhum móvel. Fiquei ali, pensando em dormir, mas temia que alguém pudesse entrar ali com eu dormindo. Decidi ir embora então. Continuei na trilha e o dia começou a amanhecer e eu já não tinha mais medo de estar ali. Chegando ao bairro que ficava no pé do morro, entrei por uma rua com canteiro central. Estava indo pelo canteiro central, quando vi neste canteiro, um cachorro gigante. Ele deveria ter um metro de altura e seu corpo deveria ter uns dois metros de comprimento. Fiquei com medo do cachorro e fui para um dos lados da rua, quando vi que o dono do cachorro estava ali com ele. O dono era menor que o cachorro. Fui passando, olhando de fininho, imaginando que se o cachorro quisesse me pegar, eu estava perdido

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domingo, 11 de outubro de 2009

CAINDO NO CENTRO DA TERRA

Estava num local, que parecia ser uma reserva florestal. Caminhava por uma trilha, quando o chão embaixo de mim cedeu. Fui caindo velozmente. Mas nunca que chegava ao fim. Depois fui caindo devagar, porque o vento soprava para cima e me segurava. Nisto cai num chão que era todo colorido e ficava mudando de cor constantemente. Sai andando por aquele chão, até que cheguei num rio que também era colorido. As águas ficavam mudando de cor o tempo todo. Era vermelha,, depois azul, verde,a amarela. Quando a água ficou preta, não vi mais nada. Depois ela ficou na cor de água mesmo. Vi que estava na boca de uma caverna, que tinha no fundo do buraco onde caí. Entrei naquela caverna e saí dentro de uma sala grande. Quando saí da sala, vi que era o Centro de Artes e Cultura de Divinópolis, que fica no térreo da Praça do Santuário.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

NA TRILHA DA CASA AZUL



Estava indo por uma estreita estrada, que seguia no meio de um gramado. De repente esta estrada ia por uma floresta adentro. Eu continuei andando por esta pequena estrada. Passava por muitas árvores até que vi ao longe, uma casa toda azul. Quanto mais próximo eu ficava da casa, mais ela ficava pequena. Quando cheguei perto, a casa tinha o tamanho da casa de cachorro. Era toda azul e não tinha nenhum cachorro lá. A estrada terminava nesta casinha.
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terça-feira, 16 de outubro de 2007

EXPLOSÃO DA GALINHA

Eu estava num local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

DE PIJAMA NA ESTRADA

Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.